domingo, 29 de junho de 2008

MINHA ALMA - O RAPPA



O'Rappa
 

A minha alma tá armada
E apontada para a cara
Do sossego (sego...)
Pois paz sem voz
Pois paz sem voz
Não é paz é medo, (medo)

Às vezes eu falo com a vida
Às vezes é ela quem diz
Qual a paz que eu não quero
Conservar
Para tentar ser feliZ

As grades do condomínio
São para trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que está nessa prisão
Me abrace e me dê um beijo
Faça um filho comigo
Mas não me deixe sentar
Na poltrona no dia de domingo, domingo
Procurando novas drogas

De aluguel nesse vídeo
Coagido é pela paz
Que eu não quero
Seguir adimitindo
É pela paz que eu não quero, seguir
É pela paz que eu não quero, seguir
É pela paz que eu não quero, seguir
Admitindo solo

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Música de interpretação magnífica.
Posted on domingo, junho 29, 2008 | Categories:

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Loucura é pensar demais...




Louca?
Talvez, quero viver nas loucuras de meus pensamentos, tenho obsessão pelas palavras e pela imaginação que me permite ir para qualquer lugar. A loucura me oferece a liberdade, e com ela não tenho medos, sou livre deles, sou livre para o que eu quiser, e o que eu quero é viver da liberdade, por mais que minhas idéias pareçam loucas.
Mesmo que ninguém não compreenda, não me importo, pois só eu sei o prazer que é viver dominada por minhas próprias loucuras!



Por Joyce Barreto Chicon
Posted on quarta-feira, junho 11, 2008 | Categories:

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Porque eu escrevo?


Joyce Barreto Chicon


A poesia exercita a minha mente
Não nasci com dons plausivos,
Não tenho a voz mais doce para transformar palavras em canções,
Não entendo de lógica, nem desenvolvo ou soluciono problemas com agilidade e facilidade,
Não tenho o dom da dança e nem sei interpretar tão bem uma peça teatral,
Não sei me expressar direito e nem falar bonito em público
Não sei passar uma imagem que eu tenha gostado para o papel,
Não sei administrar as coisas

Nem sei lidar com meus próprios sentimentos.

Tudo o que faço é desenhar com as palavras e a emoção.

Eu vivo em um mundo dominado pelo caos, violento e cheio de injustiças. Mas faço da minha vida uma poesia, minha mente viaja para lugares fantásticos, fantasio meu mundo, imagino o amor, a paixão e a felicidade!

Eu vivo de poesia!


Por Joyce Barreto Chicon

Posted on sexta-feira, junho 06, 2008 | Categories: