sexta-feira, 27 de abril de 2012

Brigadeiro de café

Docinho de café por Joyce Barreto

Sabe aquele dia que da uma vontade de comer um docinho diferente, ou quando há aquelas reuniões de amigos em casa, e queremos fazer algum docinho para todos, mas nunca sabemos o que?

Essa é uma dica que ale à pena experimentar, eu ousei, fiz as misturas e ficou ótimo.

Os amantes de café e de brigadeiro vão adorar a ideia!

Brigadeiros de café

Ingredientes

Docinho de café por Joyce Barreto

- 01 lata de leite condensado

- 01 colher (sopa) de chocolate em pó

- 01 Xícara (café) de pó de café

- 01 colher (sopa) de margarina sem sal

- Coco ralado para enfeitar (usei coco ralado queimado)






Modo de preparo

Docinho de café por Joyce Barreto
- Despeje o leite condensado na panela com a margarina sem sal, com o fogo bem baixo, mexa até a manteiga dissolver;

Despeje o chocolate em pó e também o pó de café;

- Com o fogo médio mexa bem até a mistura começar a desgrudar dos cantos e fundo da panela; 

-Desligue o fogo, e deixe esfriar, a mistura deve ficar em uma consistência que você consiga enrolar;

- Após frio, unte as mãos com um pouco de margarina (cuidado para não deixá-las muito oleosa), use uma colher (chá) para pegar uma quantidade do doce e comece a enrolar;

- Envolva cada bolinha no coco ralado e coloque nas forminhas

- Esta receita rende cerca de 25 brigadeirinhos.



Docinho de café por Joyce Barreto

Cada doce contém 60 calorias (se pequenos, tire base de forminhas pequenas de brigadeiro).

Docinho de café por Joyce Barreto

Agora é só saborear os seus docinhos de café ;)




quarta-feira, 25 de abril de 2012

Diário de uma paixão

Por diversas vezes assisti a esse filme, e sempre me emociono muito com a história. Eu que não sou emotiva e nem gosto de filmes de romance, mas essa história me comove, isso porque me lembra muito a história dos meus avós. Aos que são fãs dos filmes do genero romance, acredito que irão gostar muito.
Sinopse
Numa clínica geriátrica, Duke, um dos internos que relativamente está bem, lê para uma interna (com um quadro mais grave) a história de Allie Hamilton (Rachel McAdams) e Noah Calhoun (Ryan Gosling), dois jovens enamorados que em 1940 se conheceram num parque de diversões. Eles foram separados pelos pais dela, que nunca aprovaram o namoro, pois Noah era um trabalhador braçal e oriundo de uma família sem recursos financeiros. Para evitar qualquer aproximação, os pais de Alie a mandam para longe. Por um ano Noah escreveu para Allie todos os dias mas não obteve resposta, pois a mãe (Joan Allen) dela interceptava as cartas de Noah para a filha. Crendo que Allie não estava mais interessada nele, Noah escreveu uma carta de despedida e tentou se conformar. Alie esperava notícias de Noah, mas após 7 anos desistiu de esperar ao conhecer um charmoso oficial, Lon Hammond Jr. (James Marsden), que serviu na 2ª Grande Guerra (assim como Noah) e pertencia a uma família muito rica. Ele pede a mão de Allie, que aceita, mas o destino a faria se reencontrar com Noah. Como seu amor por ele ainda existia e era recíproco, ela precisa escolher entre o noivo e seu primeiro amor.

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Uma cena que eu adoro, é essa:
Falo por mim (Joyce Barreto), que acredito que pequenos detalhes, podem gerar grandes conquistas. Momentos simples tornam-se marcantes e inesquecíveis. 
E o mais importante é que eu nunca acreditei no amor, mas isso mudou, agora acredito com grande intensidade que um sentimento pode mudar uma pessoa e tomar os pensamentos dela.

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Algumas cenas e frases do filme

Frase citada no filme: "Nada está perdido ou pode ser perdido. O corpo, indolente, velho, friorento...
as cinzas deixadas pelas chamas passadas... arderão de novo"
(Walt Whitman)

"Posso ser divertido se quiser. Concentrado. Inteligente. Superticioso. Corajoso. E também um bom dançarino. Posso ser o que você quiser. Diga o que quer, e eu serei pra você."



"Se você é um pássaro, também sou."

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
"Eles não se entendiam, raramente concordavam em algo. Brigavam sempre. E se desafiavam todos os dias. Mas, apesar das diferenças, tinham algo importante em comum: eram loucos um pelo outro."
 
"Não sou ninguém importante, apenas um homem comum, com pensamentos comuns. Eu levo uma vida comum. Nenhum monumento dedicado a mim. Meu nome logo será esquecido. Mas em um aspecto, eu obtive sucesso como ninguém jamais teve. Amei alguém de coração e alma. E isso sempre foi o bastante pra mim."
 

"Se, em algum lugar distante no futuro, nós nos vejamos em nossas novas vidas, eu irei sorrir pra você com alegria, e lembrarei de como passamos o verão sob as árvores, aprendendo com o outro e crescendo no amor. E talvez, por um breve momento, você sinta também, e irá sorrir, e saborear as recordações que sempre dividiremos. Eu amo você, Allie."
 
Allie: E se amanhã eu não lembrar mais de nada?
Noam: Eu continuarei aqui, ao seu lado!

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Allie: Você acredita que nosso amor é capaz de fazer milgagres?
Noam: Claro, é ele que traz você de volta pra mim todos os dias.
Allie: Será que nosso amor seria capaz de nos levar juntos?
Noam: Nosso amor é capaz de fazer qualquer coisa.
 
 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Filhos, eu?

Revista Lola Magazine (Edição 12 – Setembro 2011) Editoria – Comportamento


Filhos, eu?
Uma mulher não pode ser completa e realizada se não perpetuar a espécie, certo? NEM A PAU! Para algumas, conseguir reconhecer que simplesmente não têm vontade de ser mães é que é a verdadeira plenitude

Por LUCIANA ACKERMANN


Ser ou não ser mãe? Não faz muito tempo, essa pergunta dificilmente se colocava para as mulheres, acostumadas com a ideia de que ter filhos era o caminho para que elas fossem completas, realizadas, bem encaminhadas na missão suprema da feminilidade. Mesmo hoje, quando está bem claro que a realização pode ser encontrada trilhando outros caminhos, essa não é uma questão que se faça de maneira tão hamletiana. Na maioria dos casos, não há nem mesmo um timing exato, não existe o momento do clique em que uma mulher decide: “Ah, quer saber, não quero ter crianças”. A decisão, no geral, aparece aos poucos e de forma inconsciente num processo em que atuam todos os complicados vetores do desejo. E, quando ela surge, costuma vir recheada de um monte de explicações, que podem passar, por exemplo, por diferentes medos – de não ser uma boa mãe, de perder a liberdade, de que a criança atrapalhe a vida amorosa e a profissional... E há quem, simplesmente, vai logo admitindo: nunca teve vontade. Sem dramas, sem alardes, sem teatralidade.

Autora do livro “Sem filhos: A mulher singular no plural”, a psicanalista Luci Mansur diz que ainda estamos, culturalmente, sob o efeito da supervalorização da maternidade que explodiu no século 19, quando ela virou sinônimo de plenitude. Mas isso vai mudando. Com a revolução provocada pela pílula anticoncepcional, a procriação começou a sair da esfera obrigatória para entrar no campo da liberdade de escolha. “Desfez-se o mito do instinto materno”, diz ela.

“O desejo de ter filhos não é nem constante nem universal. E, já que existe escolha, existe diversidade de opiniões. Não é mais possível falar de instinto ou de desejo universal”, diz a filósofa francesa Elisabeth Badinter, autora de “O Conflito, A Mulher e a Mãe”. Não que seja fácil – a responsabilidade, em qualquer caso, é grande. “A partir do momento em que você decide, fica a fantasia de que ser bom, e a possibilidade de frustração é muito maior”, afirma a psicóloga Lidia Aratangy.

A seguir, cinco mulheres contam os diferentes caminhos que percorreram até decidir que seriam mais felizes sem filhos. Em todas as histórias de que o que torna uma mulher realizada está ligado às coisas que ela encontra para dar sentido à sua vida. Aí, é o velho cada um, cada um. Simples assim...

DEPOIMENTOS

“NUNCA SENTI AQUELE DESEJO ARREBATADOR”
Mila Moreira, 62 anos, atriz



“Resolvi não ter filhos por várias razões, uma delas é que nunca senti firmeza em minhas relações. No meu primeiro casamento, eu quis, cheguei a pensar que estava grávida, comprei algumas roupinhas, mas era alarme falso – confesso que fiquei na maior alegria quando soube. Eu perdi meu pai muito cedo, comecei a trabalhar bem nova, fui arrimo de família e não me via com um filho. Sou taurina, não sei levar a vida na flauta, qualquer coisinha que meu cachorro tem já fico preocupadíssima, imagine com um filho? Nunca ficaria tranquila.

Também não senti aquele desejo arrebatador de ser mãe, de ter uma continuidade no mundo. É uma decisão difícil, complicada, é preciso dedicar todo o seu tempo àquela criatura, é full time. Vejo na minha escolha algo de egoísmo, nunca me achei disponível dessa forma, mas posso dizer que curti e supri meu lado maternal com meus sobrinhos e enteados. Três delas eu considero como filhas mesmo. Agora, sou tia-avó e estou adorando.

Sempre pensei que, se um dia a vontade de ser mãe apertasse, eu poderia adotar. Acho bem legal poder dar um lar e uma série de oportunidades a alguém desprovido de tudo isso. Mulher é um bicho estranho. Quando pego um bebê no colo, acho gostoso, não quero largar, fico encantada com aquela fofurinha, mas minha vida seria outra coisa se tivesse escolhido ter. Minha mãe dizia que ter filhos era uma loucura e que, se pudesse escolher, não teria, e eu entendia a opinião dela. Não fui cobrada por isso, não. As cobranças eram para eu casar (risos). O que fiz várias vezes na minha vida!”


“PENSEI. PENSEI, PENSEI, ATÉ ACHAR MOTIVOS PARA NÃO TER”
Vanessa Lampert, 31 anos, escritora

“Sempre achei que queria ser mãe. Gosto de crianças e elas gostam de mim. Meu plano era engravidar logo depois de me casar. Já meu marido achava que deveríamos esperar uns três anos. Conversamos e negociamos que aguentaríamos dois anos. Nesse período, percebi que eu não tinha noção da responsabilidade de criar um filho. Pensei sobre tudo o que envolve a formação do ser humano. Vi que, por mais que os pais tenham valores e princípios, que se dediquem aos filhos, chega uma hora em que perdem o controle e se veem diante de alguém que não tem nada a ver com eles. Não existem garantias, e eu vi isso na minha família. Entre 2000 e 2002, ajudei a cuidar dos filhos das minhas duas irmãs e dos meus dois irmãos. Era o máximo ficar com eles, trocar fraldas, brincar, mas chegava um momento em que eu me cansava e ficava aflita para colocar a criança nos braços dos pais. Sem ser pessimista, também analisei se estaria preparada para lidar com um filho com problemas, que dependesse totalmente de mim. Além de tudo isso, também não gosto da ideia de deixar os filhos com empregadas, o que possivelmente acontecia já que nós dois trabalhamos fora.

Enfim, pensei em tudo. Muita gente tem filhos por egoísmo ou para dar uma satisfação à sociedade, mas não acho justo trazer uma pessoa a este mundo tão complicado sem refletir seriamente a respeito. Passei a compreender que o meu marido já tinha noção da responsabilidade de ter um filho. Acabamos desistindo de nos tornar pais. Foi uma escolha com convicção, consciente. Engraçado que, antes de ter essa clareza, eu inconsciente, me esquecia de tomar a pílula. Mas, desde que decidimos não ter filhos, meus problemas de memória passaram. Muita gente acha que sou diferente, nem todo mundo quer mexer em um conceito tão arraigado. Dizem que o amor entre mãe e filho é completamente diferente, mas eu não sinto falta desse amor, não há lacunas! As pessoas estranham nossa decisão, há até quem tente me convencer a mudar de ideia. Às vezes, esse tipo de conversa enche até um pouco o saco. Mas, depois de tudo que já pensei, não existe a menor possibilidade. Ainda tem gente honesta no mundo... Alguns casais admitem que, se pudessem voltar ao tempo, também não teriam filhos. A solução é eu assumir que penso diferente e, por isso, às vezes sou meio alienígena.”


“EU SIMPLESMENTE NÃO TENHO ESSE SONHO”
Flavia pirola, 36 anos, empresária

“Achava que seria mãe de dois meninos, casei há nove anos e fui adiando a maternidade até sentir aquele desejo de ser mãe, mas isso não aconteceu. Não tenho esse sonho. Penso na enorme responsabilidade de formar uma pessoa de boa índole, humilde, com valores legais. Também acho meio deprimente pensar que você se dedica e cuida daquele ser para depois ele ir embora. A ideia de que o filho pertence ao mundo é cruel.

Trabalho desde meus 19 anos na empresa do meu avô, que era o patriarca da família. Quando ele morreu, assumi o lugar dele. Sou responsável por 64 funcionários, já tenho que dar conta de muita coisa... Além disso, há o agravante de que eu moro em São Paulo e meu marido mora em Poços de Caldas. Nós nos revezamos e nos vemos todos os fins de semana. Realmente, um filho não faz falta em nossas vidas. Vivemos num clima de namoro, uma relação de cumplicidade, fazemos planos de viagens. Temos três cachorros.

Notei que minhas amigas também não têm esse desejo da maternidade. As cobranças sociais às vezes até acontecem, mas não dou a menor atenção, ou devolvo a pergunta: “Posso deixar aqui? você ensina o que é certo e errado?”. Acho que tudo o que foi acontecendo em nossas vidas foi nos levando a desistir de ter filhos”.


“EU ADORO A LIBERDADE DE NÃO TER FILHOS”
Vera Lucia Hiar, 47 anos, dentista

“Nunca me vi com esse instinto materno. Tem mulheres que nascem e crescem com esse desejo, mas, para mim, não foi algo latente. Sempre tive uma série de outras prioridades, especialmente os estudos e a carreira. Na época da faculdade, fiz terapia – e um dos assuntos recorrentes das sessões era essa minha falta de desejo de ser mãe. Cheguei a me sentir mal e estranha por isso. Talvez eu seja um pouco egoísta por não querer me dedicar integralmente a uma criança, por não me dispor a dividir meu tempo. Um filho é muita responsabilidade! Trabalho mais de 12 horas por dia e teria que mudar radicalmente meu estilo de vida.

Coincidiu de eu me casar com um homem que também não queria ser pai. Nossa dedicação é um para o outro, e a relação é ótima. Nós viajamos, curtimos a vida a dois. Temos mais liberdade para dormir até mais tarde, não cozinho quando não estou a fim. Se tivesse um filho, seria aquela dedicação ferrenha, de unhas e dentes. Eu ficaria maluca. Durante um bom tempo, fiz odontopediatria, o que proporcionou o convívio com crianças e, de certa forma, preencheu esse possível lado maternal e me bastou. Mais tarde, acabei cuidando dos meus familiares mais velhos."


“NÃO GOSTO DE CRIANÇAS, NÃO TENHO APEGO”
Carla Machado, 35 anos, administradora

“Desde adolescente, eu nunca tive vontade de ser mãe, ouvia as meninas da minha idade falando sobre esse desejo – e não me identificava em nada com aquelas conversas. Não gosto de crianças, não tenho apego! Na verdade, eu quero distância delas. Uma das afinidades entre mim e meu marido foi o fato de ele não querer ser pai. Nós não tivemos contato com crianças em nossas famílias e criamos um modelo de vida no qual não cabem filhos, temos muito trabalho, muitos compromissos. Claro que nós saberíamos cuidar, mas, do jeito que é nossa dinâmica, não da nem para a gente ter um cachorro! Puxa, já não somos sete bilhões, para que vou colocar mais uma pessoa neste planeta ambientalmente destruído? Não dizem que em 20 anos não haverá água em São Paulo? Então, é até uma decisão consciente... Além disso, é caro sustentar um filho, dar boa educação, bons colégios. Isso tudo até a universidade... já li que os gastos desde o nascimento até o término da graduação chegam a 1 milhão de reais. Logo que nos casamos, há seis anos, meus sogros chegaram a fazer uma pressão, mas expliquei o que penso. Já pensei que eles teriam de adotar um neto. As cobranças não duraram muito. Tenho até algumas técnicas para me livrar das pressões. Quando alguém diz que sou egoísta por não ser mãe, respondo: “Egoísta é quem, para satisfazer um desejo próprio, coloca mais um ser neste mundo cruel (risos)”, ou corto logo: “Deus me livre, detesto crianças...”. As pessoas ficam horrorizadas.


“MUITOS CASAIS TORNAM-SE PAIS CONTRA A VONTADE, APENAS PARA NÃO FICAR ISOLADOS”

O professor de inglês canadense Jerry Steinberg fundou, em 1984, o No Kidding, uma comunidade virtual para reunir casais solteiros sem filhos, para combater o que classifica como preconceito contra quem não tem. Quase 30 anos depois, ele continua firme em sua opinião.

LOLA: Existe um mito em torno da maternidade?
Jerry Steinberg: não posso dizer que o instinto maternal é um mito, mas muitas fêmeas, incluindo as humanas, não o têm. Achar que uma mulher só é completa se tiver filhos é um pensamento raso, limitado, tacanho. É um insulto a todas elas...

Você defende esse ponto de vista desde 1984. Não houve nenhuma mudança nesse período?
Sim, houve uma mudança. Nos Estados Unidos, na Escandinávia e no Canadá, 10% dos casais não tinham filhos em 1984. Hoje, esse número saltou 20%, e continua crescento. A sociedade está aceitando mais o fato de que algumas pessoas não querem ter filhos por diversas razões – financeiras, psicológicas, sociais, de carreira e ambientais. Nem todo mundo deve ter filhos, a superpopulação é um dos maiores problemas em todos os cantos do mundo, e ter mais crianças aumenta os problemas.

Mas a cobrança ainda é grande?
Sim, acontece desde quando as mulheres são bem pequenas e vai até quando passam da idade de engravidar. Quando crianças, elas são presenteadas com bonecas de plástico, empurram os carrinhos, dão mamadeira, comidinhas, trocam as fraudas... Eu as chamo de mães em formação. Não gostaria de ter que desistir da carreira que escolhi, por qualquer período de tempo, para ficar em casa cuidando de crianças. Sinto pena das mulheres inteligentes e ambiciosas que tiveram que viver desse modo no passado.

O que acontece com os casais sem filhos?
Muitas vezes, eles perdem os amigos que têm filhos, sentem-se isolados e com necessidade de fazer novas amizades. Sentem-se como os únicos no mundo nessa situação.

Você acredita que muitos casais cederam à pressão social e tiveram filhos?
Sim, alguns casais se tornam pais contra a vontade. São frequentes os comentários: “Se você me ama, vai ter filhos comigo”; “Você seria um pai maravilhoso”... Um pai relutante, provavelmente, não será bom pai. Sou professor há 43 anos, continuo amando dar aulas, meus alunos parecem gostar, sempre tive avaliações positivas. Se eu tivesse sido forçado a me tornar um professor, acabaria odiando . E que tipo de professor eu seria?


terça-feira, 3 de abril de 2012

Transtorno do Déficit de Atenção/ Hiperatividade - TDAH


Por Joyce Barreto Chicon

Portal Daniel Vieira

Você já ouviu falar em Transtorno do Déficit de Atenção/ Hiperatividade (TDAH), mais conhecido como “Tipo Desatento”. Este é um problema que afeta principalmente crianças e jovens. Parece complexo, mas é mais comum do que imaginamos.


Características
Pessoas com TDAH são distraídas, possuem dificuldade na realização de tarefas que exigem muito esforço de raciocínio, os exercícios ligados à lógica e exatas são exemplos disso. A distração faz com que o indivíduo perca a percepção do tempo. Muitas vezes acumulando tarefas porque não conseguem administrar esse tempo.

- O indivíduo desvia a atenção do que está fazendo e comete erros em pequenos detalhes que normalmente não os comete. É comum que ele se distraia com seus próprios devaneios.
- Tem dificuldades de concentração. Torna perceptível quando crianças, são aquelas que se distraem nas aulas, em leituras, se perdem no que estão falando com frequência. Durante uma conversa, pode ocorrer o que chamamos de “branco” e a pessoa esquece o que ia dizer.
- Tem dificuldade em iniciar determinadas tarefas, principalmente quando lhe exige mais esforço de concentração.
- Possui problemas com organização.
- Outro problema comum entre essas pessoas, é a perda de memória a curto prazo, são mais esquecidas, não memorizam nomes, números, informações ou datas com facilidade.

Quando ocorre
O TDAH afeta crianças ainda em fase de desenvolvimento, as tornam dispersas e desatentas. Geralmente em crianças sensíveis a estímulos e facilmente perturbadas por ruídos. O desenvolvimento psicológico é mais lento e eles demoram para entender algumas situações.



Hiperatividade
Além da desatenção, o indivíduo que possui o TDAH, também pode ser hiperativo e impulsivo. A hiperatividade faz com que ele seja inquieto e possua o costume de balançar pernas e mãos enquanto sentados. Não consegue ficar muito tempo sentado ou parado em uma única posição, geralmente fala em demasia e de maneira mais rápida que o comum.

Impulsividade
Ser impulsivo pode fazer parte da personalidade de muitas pessoas, mas na maioria das vezes não é bom sinal. No caso do TDAH, é comum quando a pessoa vive em autodefesa, tudo o que falam para ela, tem que achar uma forma de se defender, mesmo quando não o acusam de nada. Tem dificuldades para esperar e geralmente interrompe as pessoas. Age sem pensar e acaba se prejudicando por isso.

Tratamento
O mais indicado é que os pais procurem o quanto antes um especialista da área de neurologia e um psicólogo.

Façao teste online para TDAH Adulto


Fonte de Pesquisa
IPDA - http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/tipos/desatento.html
Posted on terça-feira, abril 03, 2012 | Categories: