quarta-feira, 24 de julho de 2013

Doce de Paçoca

Receita da semana:

Nesse post uma receita deliciosa de doce de paçoca.

Doce de Paçoca -
Por Joyce Barreto

Ingredientes:
01 pote com pelo menos 10 paçocas de boa qualidade
02 latas de leite condensado
02 colheres de manteiga/ margarina sem sal

Modo de preparo
01 Esfarele todas as paçocas e reserve em um recipiente;
02 Em uma panela média despeje as duas latas de leite condensado;
03 Coloque no fogo, em uma temperatura média, mexa até a consistência ficar mais fina;
04 coloque a manteiga/ margarina e mexa bem até a mistura ficar homogenia;
05 Despeje o farelo das paçocas e volte a mexer a mistura;
06 Continue mexendo até a consistência ficar como vocês desejar.


Doce de Paçoca -
Por Joyce Barreto

- Se a sua ideia é fazer um creme, desligue o fogo antes de desgrudar da panela.

- Mas se sua ideia é moldar o doce, espere que comece a desgrudar da panela e desligue o fogo. Espere esfriar e faça como preferir.


O processo é igual a do brigadeiro. A diferença é que esse doce fica mais consistente e endurece mais rapidamente. 

Doce de Paçoca -
Por Joyce Barreto


Doce de Paçoca -
Por Joyce Barreto

Espero que gostem!
Até o próximo post...

sábado, 20 de julho de 2013

Feliz dia do amigo!

Neste post decidi dedicar uma passagem fantástica de um dos livros mais marcantes da minha vida "O pequeno príncipe" a todos meus verdadeiros amigos.

Aos que realmente lerem espero que não precise de palavras e textos explicativos para que entendam o motivo dessa passagem, tenho certeza que entenderão perfeitamente, principalmente o quanto são importantes para mim. 

Aos que me CATIVAM:


E foi então que apareceu a raposa:
- Boa dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.

Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
- Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?- Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
- É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
- Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.

A raposa pareceu intrigada:
- Num outro planeta?
- Sim.
- Há caçadores nesse planeta?
- Não.
- Que bom! E galinhas?
- Também não.
- Nada é perfeito, suspirou a raposa.

Mas a raposa voltou à sua ideia.
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol.
Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não
como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor
de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o
barulho do vento no trigo...

A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...

No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu
começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.
- Que é um rito? perguntou o principezinho.
- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias!

Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Quis, disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! disse o principezinho.
- Vou, disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada!
- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.

Depois ela acrescentou:
- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.

Foi o principezinho rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.

E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o para-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.

E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...

- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.



O livro: 
O pequeno príncipe
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Editora: Agir
91 páginas


Livro de criança? Com certeza!
Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi.
O pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância. De repente retorna os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordações. O reencontro, o homem-menino.


terça-feira, 16 de julho de 2013

Receita de Torta Holandesa

Minhas tortas holandesas
Por Joyce barreto 
 A receita é da deliciosa torta holandesa tradicional, mas aqui no post trago uma receita com duas versões da torta, que garanto, é uma delícia!

Anote aí:

Ingredientes para:

Massa base
- 300g de biscoito maisena
- 500 ml de Leite

Creme
- 250g de manteiga original sem sal (Não pode ser margarina)
- 02 latas de creme de leite (bem geladas e sem soro)
- 04 gemas de ovos (separar bem apenas as gemas)
- 01 xícara (chá) de açúcar
- 01 colher (sobremesa) de baunilha

Cobertura
Tradicional (de chocolate preto)
- 200g de chocolate meio amargo
- 01 lata de creme de leite

OU

Chocolate branco com granulado preto
- 200g de chocolate branco
- 200 g de chocolate preto (de sua preferência)
- 01 lata de creme de leite

 Enfeite lateral
- 01 pacote de biscoito Calipso


Modo de preparo (passo-a-passo)

Massa
- Coloque os biscoitos em um prato e o leite em um prato fundo;
- Mergulhe os biscoitos no leite até ficarem moles, mas em um ponto que consiga tirá-los inteiros;
- Com cuidado vá forrando todo fundo de uma forma redonda ou oval,
- Após completamente forrado, coloque uma segunda camada de biscoitos, mas dessa vez molhe-os por mais tempo a ponto de dissolvê-los no leite.

- Em seguida coloque a forma no forno pré-aquecido a 180ºC, por cerca de 05 minutos
- Após retirar do forno, deixe esfriar por mais 5 minutos, e depois coloque na geladeira.

Agora, mãos à obra...

Recheio
- Na batedeira, coloque a manteiga (gelada), o açúcar, as gemas e por último a baunilha;
- Bata muito bem, até formar uma mistura homogênea;
- Desligue a batedeira e misture duas latas de creme de leite sem soro, bata bem a mão, NÃO BATA NA BATEDEIRA.
- Reserve

Cobertura
Ganache
- Em um recipiente coloque o chocolate em barra (meio amargo ou branco) e aqueça por 1 minuto no micro-ondas, retire e acrescente o creme de leite, mecha bem, e volte a colocar a mistura no micro-ondas, retire e mecha novamente até formar um ganache consistente;

Torta de chocolate branco
-Se a sua torta for de chocolate branco, após ter feito o ganache, quebre pequenos quadradinhos do chocolate preto de sua preferência, e coloque no liquidificador, bata e triture bem.

- Reserve

Montagem
- Retire a forma da geladeira e perceba que a base ficou relativamente dura;
- Coloque os biscoitos Calipso em volta de toda forma;
- Após decorado, despeje o creme todo acima da base e espalhe bem;
- Leve ao freezer por cerca de 10 minutos;
- Após 10 minutos, retire e cubra com o ganache (Tradicional) OU
- Se for de chocolate branco, despeje o chocolate preto triturado e espalhe bem;
- Em seguida despeje o ganache branco por cima.

- Leve ao freezer por mais 30 minutos, e depois é só servir.

---

Espero que gostem do resultado.

Abaixo coloco as fotos das minhas tortas para vocês verem o resultado.
Até o próximo post =*

Torta Holandesa Tradicional
Por Joyce Barreto

Torta Holandesa de chocolate branco
Por Joyce Barreto

Torta Holandesa de chocolate branco
Por Joyce Barreto

Torta Holandesa de chocolate branco
Por Joyce Barreto

sábado, 13 de julho de 2013

Um pequeno paraíso no Rio de Janeiro chamado TRINDADE

Praia dos Ranchos -
Foto por Joyce Barreto Julho de 2013

Entre os meus lugares favorito para viajar está Trindade no município de Paraty/ Rio de Janeiro, como disse no título deste post, é como um pequeno paraíso perdido pelo Rio de Janeiro. Muitos só ouviram falar, mas não conhecem. Os que já conhecem, acho difícil que não voltem algumas vezes a mais.

Trindade permanece no meu roteiro anual das viagens "vapt-vupts" que faço ao longo do ano, isso desde 2008. Porque geralmente é apenas um final de semana mesmo, mas ainda assim, sempre vale à pena. 


O que há em Trindade?
Fica localizada em uma área de proteção ambiental do Cairuçu, por isso é rodeada de verde, a natureza é sem dúvidas a maior característica. Não há um centro super movimentado, com shoppings, lojas legais, restaurantes chiques, e coisas do gênero. Ao contrário, para quem gosta do agito de cidades grandes e movimentadas, Trindade não é o destino mais apropriado para estes. A vila vive do turismo, por isso as pessoas que moram por alí são sempre receptivas.

Possui um pequeno vilarejo rústico com grande influência da Jamaica. Algumas lojas artesanais, comércios pequenos que oferecem apenas o básico para os moradores. bares, pizzarias, cafés e sorveterias, não chegam a somar um quarteirão. São todos concentrados em uma avenida principal, na qual é muito estreita, e com muita dificuldade transitam dois carros um ao lado do outro. 

Mas o maior atrativo, são as praias maravilhosas, todas elas cercadas pela natureza, o mar limpo com um verde e azul inexplicável, areia fina, clarinha e sem lixo. Trilhas que levam os turistas a praias mais isoladas, piscinas naturais, cachoeiras, montanhas rochosas que oferecem vistas paradisíacas.

As praias
As praias famosas que atraem turistas o ano inteiro:
Praia Brava;

Praia do meio;
Praia do Cepilho;
Praia do Cachadaço;
Piscina do cachadaço;
Praia do Fora;
Praia dos Ranchos;
Cachoeira dos Codós.

Hospedagens
Em trindade há muitas opções de hospedagens, todas próximas uma das outras. As pousadas são todas bem simples, e com preços acessíveis. Me baseio nas minhas experiências de lá:

Pousada Cachadaço, aconchegante, bem higienizada, com acomodações confortáveis, um atendimento exemplar, café da manhã possui muitas opções de alimentos. Já me hospedei duas vezes. Recomendo!

Pousada Dois Irmãos, também com um atendimento bacana, acomodações bem satisfatórias, piscina, estacionamento e bom café da manhã. Amigos Recomendam!

Não recomendo!
Pousada Canto do Sabiá, que as pousadas em Trindade são bem simples, sabemos. No caso desta pousada, deixou muito a desejar e diversos sentidos. Parece que é uma pousada de família, da qual vivem por lá mesmo, e a casa fica encostada nos quartos para hospedes, o que é péssimo, pois o barulho é intenso.

Pessoas falando alto o tempo todo, inclusive no período da noite, na qual os hospedes esperam descansar, qualquer coisa que faziam, era muito fácil escutar.

No quarto em que fiquei o ralo do box do banheiro estava entupido, apenas um rolo de papel higiênico (úmido) pela metade. As portas são vazadas, qualquer barulho é muito fácil ouvir. Fica em um terreno grande com galos perambulando por todo lado, e eles cantam bem cedo, não é? DICA: Leve tampões de ouvidos ;)
Os quartos tem cheiro forte de mobília antiga, colchões e travesseiros cheiram ácaro. 

Fomos bem atendidos pelo César (talvez um dos donos), mas pelo restante das pessoas nem um pouco, pareceram muito hostis. Principalmente as moças que limpavam por lá. Que uma delas fumava na cozinha logo de manhã ao servir o café. Não dá, não é?!E o café da manhã? Deixou muito a desejar, o local é todo aberto, os talheres sujos, e a louça toda exposta. 

Ou seja, eles tem muito o que melhorar!

Campings
Em Trindade há muitos campings, para quem gosta, vale pesquisar ;)

Fique em Paraty
Mas você tem a opção de se hospedar em Paraty e visitar Trindade durante o dia, como já fiz algumas vezes. 

Onde comer/ beber?
- Pousada e Restaurante Laricas 
- Pousada e Restaurante do Waldir 
- La Crepe


-Pizzaria Loucos e Malucos
Casa Caiçara


Vá conhecer Trindade, mas lembre-se, só é lindo por conta da preservação. 

PRESERVE A NATUREZA, SEMPRE!



Veja algumas fotos que eu e amigos tiramos em Trindade e entenda porque merece um post no Blog ;)


Pedra que engole -
Foto por Joyce Barreto 2011
Foto por Joyce Barreto 2012

Praia do Cepilho -
Foto por Joyce Barreto 2012

Durante uma trilha -
Foto por Joyce Barreto 2012

Praia do meio -
Foto por Joyce Barreto 2012

Foto por Joyce Barreto 2012

Foto por Joyce Barreto 2012

Foto por Joyce Barreto 2012

Foto por Joyce Barreto 2012

Foto por Joyce Barreto 2012

Foto por Joyce Barreto 2012

Foto por Joyce Barreto 2012

Praia dos Ranchos -
Foto por Joyce Barreto 2013

Praia dos Ranchos -
Foto por Joyce Barreto 2013

Posted on sábado, julho 13, 2013 | Categories:

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O lado bom da vida

Costumo classificar meus livros como: “pesados”, “os fantásticos”, os de “cabeceiras”, os “light para descanso”, os “professores”, os “terapeutas”, “livros chacoalhões” (são aqueles que te faz acordar pra vida de alguma forma), os “conselheiros”, enfim, são muitos.
Este eu classifico como “light para descanso” com um “Q” de “conselheiro”.

Ganhei este livro de presente de aniversário de uma amiga, as palavras dela “Eu li a sinopse e pensei: É este!”. E ela acertou. Agora que finalizei a leitura posso dizer, me senti um pouco “Pat” (personagem principal), e quando eu era apenas eu “Joyce” lendo o livro, parecia que ele falava diretamente comigo. E vocês vão saber, porque copiei trechos significativos e colei logo abaixo.


Gostei, é uma leitura rápida e gostosa. Recomendo!



Livro: O lado bom da vida
Autor: Matthew Quick
Editora: Intrínseca
Gênero: literatura Estrangeira
254 páginas

*O livro que inspirou o filme*

Sinopse
Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados".

Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.

À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que "é melhor ser gentil que ter razão" e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez.

Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.

Trechos que me aproximaram mais ainda da leitura




E agora que terminei minha leitura, estou autorizada a assistir ao filme, espero que seja bom igual!