sábado, 7 de setembro de 2013

Musas inspiradoras

Dedico um post às minhas eternas musas.
Porque me inspiro em mulheres de verdade, com beleza própria, talentosas, com mil defeitos, sem photoshop, sem mimimi, sem vulgaridade... Simplesmente elas, lindas do jeito delas,sensuais como nunca mais existirá. Todas muito peculiares, inteligentes e fizeram histórias, não se importando com o que o mundo diria sobre elas, sobre seus defeitos, problemas, vícios, polêmicas e o que fosse.

Elas eram autenticas: tristes e felizes, risonhas e choronas, meigas e indelicadas, apaixonantes e desprezíveis... Sempre majestosas e ORIGINAIS, sempre elas mesmas!

Não tem como não amá-las. Mulheres com M maiúsculo...
Mulheres em crise que souberam brigar com a vida.

Dignas de admiração e inspirações.
Essas são eternas!

Edith Piaf

Ella Fitzgerald

Anne Sexton

Marilyn Monroe

Judy Garland


Bessie Smith

Jane Russell


Porque resolvi escrever sobre essas incríveis MULHERES?
Me inspirei em uma leitura fantástica indicada pela minha analista, que hoje esse livro virou o meu de cabeceira: "Mulheres que correm com lobos" de Clarissa Pinkola Estés.

Em uma certa página, as minhas musas apareceram, e amei ainda mais a minha leitura, vou citar abaixo os trechos.

Janis Joplin

 Janis Joplin, uma cantora de blues da década de 60, é um bom exemplo de uma mulher braba cujos instintos se viram prejudicados por forças alquebradoras do espírito. Sua vida criativa, sua curiosidade inocente, seu amor pela vida, sua atitude irreverente para com o mundo durante os anos do seu crescimento eram impiedosamente criticados pelos seus mestres e por muitos dos que a cercavam na comunidade batista de meninas brancas ‘bem-comportadas’, no sul dos Estados Unidos.

Embora fosse excelente aluna e pintora talentosa, era repudiada pelas outras meninas por não usar maquiagem e pela vizinhança por ouvir jazz e gostar de escalar uma formação rochosa fora da cidade para ficar lá cantando com seus amigos. Quando afinal fugiu para o mundo dos blues, era uma pessoa tão carente que não sabia mais dizer quando era a hora de parar. Ela não tinha limites no que dizia respeito a sexo, bebidas ou drogas.


Há algo em Bessie Smith, Anne Sexton, Edith Piaf, Marilyn Monroe e Judy Garland que apresenta o mesmo padrão de instintos prejudicados pela fome da alma: a tentativa de ‘se ajustar’, a tendência à intemperança, a possibilidade de parar. Poderíamos trazer uma longa relação de mulheres talentosas de instintos feridos que , num estado de vulnerabilidade, fizeram escolhas infelizes...”


Presente para os seus ouvidos:

Janis Joplin's Greatest Hits - Full Album



Edith Piaf - Padam Padam



Judy Garland - Get Happy