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sábado, 9 de julho de 2011

Vigie a sua autoestima

“Para o alto e avante”, é o lema adotado pela publicitária Gisela Rao, que da dicas inusitadas para você dar um UP na sua autoestima 
(Por Joyce Barreto)
A publicitária Gisela criou o blog “Vigilantes da autoestima”, com a ideia de levantar o astral das pessoas, principalmente da maioria das mulheres que são mais emotivas e ficam deprimidas facilmente. Todos os dias passamos por diversas situações sejam positivas ou negativas, podem até marcar as nossas vidas para sempre e serem causadoras da baixa-autoestima. E quando isto acontece é preciso muita força de vontade para recuperá-la, que só é possível quando nos conhecemos de verdade.

Segundo a blogueira a autoestima é dividida em quatro partes: Visual, amorosa, profissional e familiar. Ela explica em sua página porque isto acontece e da dicas de como superar. “É importante que as pessoas passem a olhar para si mesmas e parem de dar valor ao que os outros pensam a seu respeito, o blog está lá para fazê-las refletir sobre isso”, explica a blogueira.

Visual
Vem do autojulgamento. A maioria das mulheres fixa uma imagem negativa sobre si mesmas, e sofre por estar acima do peso, ter um cargo inferior na empresa e, principalmente, não gostar do que vê refletindo no espelho. “Boa parte desta angustia é imposta pela mídia, que constrói um perfil de mulher perfeita (e irreal). Mas quem disse que elas são felizes? É muito mais comum nessas pessoas o sentimento de vazio”, afirma Gisela. Quando a situação é essa, aumenta a preocupação com a opinião alheia e a possibilidade de se sensibilizar com críticas destrutivas se acentuam. “É preciso entender que não tem como agradar todo mundo”. Neste caso, livre-se dos pensamentos negativos e pare de alimentar a autocrítica. Busque o que lhe dá prazer, cuide de você e providencie mudanças que resgatem sua autoestima.

Amorosa

 Na maioria das vezes os relacionamentos quando abalados geram dúvidas e quando as coisas não vão bem, as pessoas mais inseguras começam a se culpar e se fazerem de vitimas. E se o relacionamento termina sentem-se mal, e se aprofundam na tristeza. “Quando estão sozinhas, não conseguem entender as razões, passam a achar defeitos em si mesmos. Com isto geram um bloqueio e não conseguem se relacionar com as outras pessoas justamente por não acreditar que são capazes de satisfazer alguém”, explica.
O ciúme também é um contribuinte da baixo-autoestima, reparar nas outras pessoas e começar a se enxergar inferior, causa medo da perda e insegurança. “Além de uma relação tóxica, você se prende a pessoa porque inconscientemente prefere alimentar o seu ego a ficar sozinha. Vira uma competição, de uma tentar ser melhor do que a outra, são estes fatores que despertam a vontade de tornar-se objeto de desejo. É prejudicial porque a pessoa vive se autoanalisando”, garante Gisela.       

A receita para não se depreciar é não colocar ninguém a cima de você, não permita que façam com você qualquer coisa que lhe deprima. Você é melhor, ame-se mais, sempre acima de qualquer suspeita.                  

Profissional

É mais comum acontecer quando a pessoa está em uma posição que não gostaria e se deprime quando não consegue apresentar bons resultados. “Deixe a lamentação de lado. Pare de se ver como vítima. Procure entender os reais motivos que geraram os problemas e mostre seu potencial para conseguir o que deseja. É preciso s empenhar e correr atrás do que deseja”, aconselha.

Familiar

A queda da autoestima na questão familiar ocorre por vários fatores. O mais comum é a rejeição de pais na infância, o que pode impactar na falta de amor-próprio em todas as esferas: aparência física, ida amorosa e carreira profissional. Quando a criança é desprezada, pode carregar isso para a vida toda, se não procurar ajuda para lidar com essa situação.

Mude o quadro
Gisela explica que é comum as pessoas formar listas de infelicidades, só conseguimos enxergar o lado ruim das coisas, até porque é o que nos incomoda. “As pessoas precisam aprender a listar as suas felicidades, as consequências boas de tudo aquilo que realiza. “Mova-se, você tem que se sentir ativa, saiba assumir suas falhas para conseguir corrigi-las, liste suas qualidades”, recomenda.

Quer melhorar a aparência, nada de optar por atividades que você não gosta, só porque promete resultados. Busque algo que lhe proporcione prazer, comece a sair mais com seus amigos, permita-se e preencha os seus tempos livres.

(Por Joyce Barreto - Saiu na revista 7dias, edição 414)

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O amor é como droga

"...algo parecido com a sensação que um viciado em cocaína experimenta quando abandona a droga."

Romeu e Julieta

Como de costume, estava folheando as páginas do jornal "O Estado de São Paulo", lendo algumas matérias que me interessam, quando me deparei com um título bem interessante.

Estudo mostra que o amor é, de fato, como uma droga
Área do cérebro associada ao vício apresenta maior atividade diante da imagem do amado
Ellen McCarthy
THE WASHINGTON POST

Um a um, os estudantes universitários que participam do estudo do psicólogo Art Aron sobre rejeição amorosa apresentaram suas histórias pungentes.
"Não consigo dormir", disse um deles ao entrevistador. "Eu fico ali, deitado, tentando imaginar o que houve e como poderia ter sido."

"Dói muito", disse outro voluntário. "Eu desmorono, começo a chorar." Um joven se perguntava: "O que é que ela quer?"
Todas as pessoas estudadas puderam explicar que estavam sofrendo. Mas, ao estudar a atividade de seus cérebros, Aron e seus quatro colegas pesquisadores descobriram que eles estavam experimentando algo parecido com a sensação que um viciado em cocaína experimenta quando abandona a droga.
"É muito material e muito real", afirma Aron, coautor de um relatório sobre o assunto publicado no Journal of Neurophysiology.

Aron, um professor de psicologia social Universidade Stony Brook, em Nova York, vem estudando o amor romântico há 30 anos. Para isso, durante a última década, ele usou uma tecnologia que faz imagens do cérebro. Dessa maneira, ele pôde examinar experiências intensamente subjetivas de uma maneira relativamente concreta.

Para realizar esse estudo, Aron e seus coautores, incluindo a antropóloga Helen Fisher, recrutaram sofredores amorosos por meio de um folheto que questionava: "Você foi rejeitado recentemente no amor, mas não consegue superar?"

Anseio. As dez mulheres e cinco homens que participaram do estudo foram entrevistados sobre seus relacionamentose rupturas. Cada um deles reportou "pensamento obsessivo e anseio por uma união emocional".

Todos disseram que pensavem na pessoa que os rejeitara por mais de 85% do tempo em que estavam acordadas. E admitiram, de diversas maneiras, que se comportaram de um jeito familiar a qualquer um que tenha sido abandonado: chorando durante horas, implorando para voltar, telefonando e passando e-mails incessantemente, bebendo demais.

Dentro de uma máquina de captação de imagens cerebrais, eles observaram fotos de seu amor perdido alternadas com a de uma pessoa neutra, como um colega de quarto. Quando os estudantes olhavam para as fotos de quem os rejeitara, havia significativamente mais atividade em duas áreas do cérebro.

A primeira é uma área carregada de dopamina que intermedeia sistemas de recompensa e também se ilumina durante os arroubos do amor romântico (mútuo) inicial. A segunda é uma área associada ao vício e à ânsia por drogas.

Para Aron, as descobertas sugerem "que, para ajudar pessoas a lidarem com esses tipos de situações, podemos querer olhar para coisas que foram úteis para tirar pessoas de vícios específicos".
Significa também que um lábio franzido, uma caixa de lenços de papel e uma caneca de cerveja não vão vencer uma mágoa amorosa aguda, da maneira como nós e os diretores de comédias românticas gostariamos.

Mas o estudo mostrou também que os sujeitos que foram rejeitados há mais tempo exibiram uma quantidade menor de atividade na parte do cérebro que afeta a ligação entre pessoas.
Portanto, nossa avó estava certa. "Isso é consistente com a noção de que o tempo cura as feridas", diz Aron.

Tradução da Celso M. Paciornic

segunda-feira, 15 de março de 2010

Chega de idas e vindas

Especialista dá dicas para resolver os conflitos do passado e reatar o relacionamento ou desistir de uma vez por todas de um amor perdido
 
Em Tempos modernos, Leal (Antônio Fagundes) e Hélia (Eliane Giardini), estão dando mais uma chance para um amor do passado. Depois de tapas e beijos, idas e vindas, brigas e recaídas os dois estão juntos novamente. Há quem diga que isto só acontece em novelas, mas relações mal resolvidas são muito comuns na vida real.  E vários casais continuam se amando mesmo após anos separados. Segundo o psicólogo Alexandre Bez, estes casos acontecem principalmente quando ambos não têm maturidade para manter uma relação séria.  Os pombinhos da novela da sete estão tendo uma nova chance, mas ainda existem vários segredos a serem revelados já que Hélia esconde um filho que é fruto desse velho amor. Será que essa relação cheia de mistérios vai para frente? Se você também vive esse dilema descubra qual o caminho para uma reconciliação duradoura ou quando é a hora de partir para um novo amor de verdade!

Da ficção para a realidade
Assim como na ficção, na vida real, muitos casais se continuam se amando, mesmo separados. É o caso de Akemi e Felipe Alves, eles ficaram dois anos separados, ela em Tóquio, no Japão e ele em São Paulo.  “Até que ela resolveu vir pra o Brasil e nós conversamos e acertamos os ponteiros. Fato é que eu nunca deixei de amá-la”, declara. Hoje os pombinhos estão felizes juntos, mas têm que enfrentar a saudade. “Eu estou estudando no interior e não posso levá-la comigo. Termino o meu curso no ano que vem, enquanto isso ela me espera no nosso antigo apartamento na capital”, conta o engenheiro agrônomo.  Conviver com a distância só prova que os dois estão mais maduros e mais apaixonados do que nunca. Mas, nem todos conseguem resolver os problemas e dar uma segunda chance ao amor. “Há pessoas que se gostam, mas não sentem-se preparados para se amarrar”, comenta o psicólogo. A assistente de marketing Alda Santos já passou por essa situação.“Meu ex-namorado me amava, mas era imaturo demais para namorar. Acabamos terminando por esse motivo”, lembra. Se o relacionamento de Alda teve realmente um ponto final, isso só o tempo dirá. A moça ainda não descarta a possibilidade de reconciliação. “O casal pode se repetir, mas o momento é outro. A vida não se repete, nem as situações amorosas. Pode ser que o que não deu certo no passado seja resolvido no futuro com o amadurecimento dos dois”, conclui Bez. Exatamente como na trama de Bosco Brasil. Para que o romance dê certo desta vez, eles vão ter que pensar nas diferenças um do outro e tentar se adaptar com manias e costumes. É esperar para ver!

Recaídas em xeque
Segundo o psicólogo, as recaídas nem sempre são saudáveis. “Pessoas que vivem relembrando o passado e não se desligam de amores antigos costumam ter problemas psicológicos ligados ao ego. Estas pessoas normalmente têm medo de sofrer, de ficarem sozinhas e são muito inseguras”, analisa Bez. Segundo ele esse tipo de relação na maioria dos casos não dá certo. Mas existe também outro tipo de recaída, aquelas que não são tão freqüentes e que, segundo o psicólogo, acontecem porque ambos sentem saudade do romance “Se as pessoas se encontram depois de muito tempo e percebem que ainda existe um sentimento e que na época em que ficaram juntos não eram maduros o suficiente para manter a relação, acabam tendo as famosas recaídas e podem até reatar. Mas é importante tomar cuidado para não confundir os sentimentos”, explica o especialista.

Hora de partir para outra!
Foi o que aconteceu com Daniela Andrade, o romance vai e volta acabou quando ela percebeu que já não existia mais amor e que não havia motivos pra protelar o fim do romance. “Vivi um namoro cheio de idas e vindas. Até que percebi que não valia mais a pena e parti para outra. Hoje estou muito feliz ao lado de outro homem”, conta. Chega a um ponto que os dois tem experiências de vida suficientes para aceitar que o relacionamento desgastou e encarar os fatos. “Faz parte de qualquer relacionamento fantasiar e planejar o futuro, isto quando já existe uma confiança no outro e os planos partem dos dois. Mas com um tempo acontecem desentendimentos que afastam o casal e um já não agüenta mais a convivência com o outro, por mais que exista um sentimento, ambos não sabem aceitar suas diferenças”, explica Bez. Neste caso, nem adianta insistir, o relacionamento está fadado ao fracasso. “Quando o casal resolve tentar novamente, precisa pensar se vale a pena. Será que você não está se iludindo por um sentimento que já teve? Existem relacionamentos que não devem ser retomados, pois as pessoas envolvidas não mudaram e algumas atitudes vão se repetir e criar problemas novamente, pense se você tem maturidade para conviver com o que incomodava antes. Se a resposta é sim, então vale tentar mais uma vez”, sentencia. Mas, se a resposta for não, já está mais do que na hora de partir para outra, conclui.


quarta-feira, 10 de março de 2010

Sinceridade ou inconveniência?

Falar tudo o que pensa pode virar uma arma perigosa. Cuidado para não ser contaminado por pessoas sádicas e acabar sozinha por se tornar uma delas!

Quem não conhece ou convive com alguém que tem um gênio pra lá de forte? Muitas vezes isto pode ser um incomodo e gerar vários conflitos. É exatamente o que se passa com a Isabel (Adriana Birolli) em Viver a Vida. A moça diz ser apenas sincera, mas suas atitudes e sua mania de dizer tudo o que pensa sem medo, acabam desagradando às pessoas a sua volta.  Sem dúvida que Isabel tem uma personalidade forte, além disso, a bela se mostra impulsiva, infantil e até sádica. No fundo, a estudante sente inveja do sucesso da irmã Luciana (Aline Moraes) e por ciúme a ofende e cria intrigas na família. Fora de casa o comportamento da jovem não é diferente, ela inferniza a vida da rival Ellen (Dani Suzuki), atrapalha o namoro dos amigos Renata (Barbára Paz) e Miguel (Mateus Solano), chateia Paixão (Priscila Sol) e ainda arranja tempo para pegar no pé da madrasta Helena (Taís Araújo). Mas, será que a bela é feliz assim? Segundo o psicólogo Alexandre Bez, pessoas que têm esse tipo de conduta afastam os outros e podem ter problemas de relacionamentos além de dificuldades de trabalhar em equipe. E tem mais, se você convive com uma dessas “cobrinhas” fique em alerta e não deixe que o humor negro delas contamine você! Caso contrário, mesmo sem ser má você pode se tornar uma pessoa desagradável e também ser excluída pelos outros. Siga as dicas do nosso especialista e aprenda a lidar com essa situação da melhor maneira possível.

Convivência obrigatória
A estudante de administração é extremamente carente, ela se acha o patinho feio da família, mas não é bem assim no fundo Isabel é uma pessoa querida, porém frustrada, já que os pais dão mais atenção para a irmã. Fora das telinhas estes casos são muito comuns e conviver com estas pessoas sem perder a paciência e o bom humor é muito difícil, porém não há outra saída a não ser aprender a lidar com elas. “Todos somos obrigados a nos relacionar com essas pessoas, elas não podem simplesmente ser excluídas da sociedade. Não podemos escolher as pessoas que fazem parte da nossa família, por exemplo, mas podemos driblar essas situações”, afirma o psicólogo. Aos poucos e com o tempo, todos aprendem a driblar o jeito e o gênio das pessoas, principalmente os familiares, pois quando a pessoa está sempre presente, fica mais fácil saber a hora de ignorar certas atitudes e quando se deve levar a sério o que a pessoa diz. Na trama as irmãs e a mãe Tereza (Lilia Cabral) conhecem bem o jeito da moça, ignoram e leva na esportiva alguns de seus comentários maldosos, evitando discussões que podem deixar o clima insuportável. Segundo Bez, é exatamente isso que devemos fazer para driblar a situação. “E é assim mesmo que funciona. Pessoas assim, normalmente possuem um humor negro, são bastante sarcásticas e não perdem mesmo a oportunidade de fazer piadinhas de mal gosto”, ratifica.


Entre amigas
Quando existe uma “geniosa” no ciclo de amizades, a primeira questão é: O que esta pessoa representa no grupo de amigos? Às vezes dá para relevar, e outras não, quando percebemos que há inveja, arrogância e falta de caráter, segundo o psicólogo, é hora de se afastar. “Não se pode ignorar o fato que todas estas atitudes estão ligadas ao temperamento e da personalidade das pessoas, que possuem pequenos desajustes mentais ou transtorno de personalidade. Vale ressaltar que ninguém nunca muda o seu jeito de ser, o que pode acontecer é haver uma melhora de comportamento, mas isto se a pessoa quiser e estiver realmente incomodada com seus próprios atos”, diz o psicólogo. Muitas vezes, manter esse tipo de amizade pode atrapalhar o grupo todo, afinal, é muito comum acontecer desentendimentos entre vários amigos por causa de uma só pessoa. Bez alerta ainda que a convivência com alguém que possui estas características pode ser perigoso. “Se a pessoa que convive apresenta uma fraqueza, ela pode ser contaminada também por toda negatividade da outra, mesmo que inconscientemente”, alerta. Para isto é necessário ser madura e decidida para saber controlar a situação e se impor quando necessário, orienta o especialista.
 
Dificuldades de formar equipe
Conviver com uma “Isabel” no trabalho também não é fácil, é por isso que essas pessoas tendem a ter problemas para formar equipes, seja no trabalho, na universidade ou na escola.   Temos uma vida acadêmica, pessoal, e profissional e temos que saber separá-las, porém, temos uma única personalidade e quando se trata de relacionamentos, se não formos flexíveis, vamos ter problemas”, avisa o psicólogo. Segundo ele, as outras pessoas podem não aceitar defeitos como a impulsividade e a ironia. “Quem convive com uma pessoa com todos esses desvios de comportamento pode não gostar de ser manipulado e simplesmente abrir mão da relação”, afirma. Conseqüências? Pessoas sarcásticas podem não conseguir estabelecer amizade com os colegas, mesmo no trabalho. “Quando não são isoladas pelos colegas, essas pessoas se isolam, pois não sabem ser agradáveis. Isso prejudica principalmente quando é necessário trabalho em equipe”, explica Bez completando que além de infernizar a vida dos outros, esse tipo de comportamento faz mal para a própria pessoa que o tem, pois elas não levam uma vida prazerosa e nem feliz, pois passam o tempo fazendo intrigas e prestando atenção no que acontece com as outras pessoas para tirar alguém do sério na primeira oportunidade. “Essas pessoas podem acabar sozinhas!”, conclui.

Em família
Na trama Tereza (Lilia Cabral) conhece bem o jeito de Isabel e assim como as irmãs, ignora alguns comentários inoportunos e leva na esportiva algumas piadinhas da filha. Assim ela consegue evitar discussões que poderiam deixar o clima insuportável. Segundo Bez, é exatamente isso que devemos fazer para driblar o humor negro, o sarcasmo e as ironias.
Humor negro pega!
Bez alerta ainda que a convivência com alguém que possui estas características pode ser perigosa. “Se a pessoa que convive apresenta uma fraqueza, ela pode ser contaminada por toda negatividade da outra, mesmo que inconscientemente”, salienta. Para que isso não aconteça é necessário ser madura, decidida, saber controlar a situação e se impor quando necessário, orienta o especialista.

Elas também sofrem
Mas quem pensa que essas pessoas são felizes se engana. Elas sofrem as consequências de seus atos e costumam ter dificuldades de estabelecer amizades, principalmente no trabalho. “Quando não são isoladas pelos colegas, elas mesmas se isolam, pois não sabem ser agradáveis e trabalhar em equipe”, explica Bez. O piscólogo acrescenta que além de infernizar a vida dos outros, esse comportamento faz mal para a própria pessoa que o tem, pois elas não levam uma vida prazerosa e nem feliz já que passam o tempo todo fazendo intrigas e prestando atenção no que acontece para tirar os outros do sério na primeira oportunidade. “Podem acabar sozinhas!”, conclui.


segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulheres reais

Homens de plantão deixam sua homenagem para a personagem principal de suas vidas seja ela mãe, esposa, namorada, irmã ou amiga


Na ficção as mulheres conquistam o público e dão o que falar. Em Cama de Gato, por exemplo, Rose (Camila Pitanga) rouba a cena. Linda, trabalhadora e compreensiva ela é a companheira que todo homem sonha. Já em Viver a Vida Tereza (Lilia Cabral) é quem merece destaque por seu papel de mãe acima de tudo. Ariane (Christine Fernandes) é a profissional incansável e Luciana (Alinne Moraes) um exemplo de determinação e uma verdadeiro espelho para a irmã adotiva. E você já ouviu falar que a vida imita a arte não? Pois é. Fora das telas milhares de Terezas, Lucianas, Arianes e Roses existem por aí. Os papeis também são semelhantes. Elas são super mães, excelentes profissionais, amigas, trabalhadoras, competentes, compreensivas e lindas. E não fomos nós que dissemos tudo isso, foram eles, os homens. Para homenagear todas essas mulheres incríveis a 7dias saiu a campo para saber o que nós faz tão essenciais na vida dos marmanjos. O resultado foi surpreendente!

À todas elas
“Não admiro uma única mulher nesse mundo, e sim todas, pois a mulher é o símbolo vivo que o ser humano pode lutar e adquirir seus direitos e deveres como qualquer outra pessoa. Sinto orgulho da mulher brasileira, que luta todos os dias para sustentar o seu filho, disponibilizar uma educação de qualidade para o seu futuro, luta contra o preconceito em uma sociedade machista e arbitraria, sabe transmitir sua alegria e amor por todos os seres do Universo e principalmente por toda a sua sabedoria. O mundo sem a classe feminina seria como uma tempestade de gelo, onde sempre faltaria uma linda tarde de verão.”
Tiago Mendes, 19 anos

Especialmente para minha irmã
“Admiro muito a minha irmã por muitos motivos, principalmente porque ela é uma pessoa guerreira, traça suas metas e luta até alcançá-las, já conquistou muitos de seus sonhos. Se formou em educação física, começou dar aulas de judô para crianças, é Personal Trainner, ela sempre busca o máximo de si, fez duas cirurgias no joelho e não desiste de passar o que sabe para seus alunos”.
Rômulo Carvalho, 26 anos


Minha amada
“Minha namorada é aquela pessoa que está comigo em todos os momentos, bons ou ruins, ela compartilha cada segundo ao meu lado. É alguém com quem eu realizo meus sonhos e é a única pessoa capaz de me compreender 100%. Ela é capaz de aguentar minhas manias e me aceitar como sou. Só o amor é encobrir os defeitos dessa maneira!”
Guilherme Furtado, 21 anos

A esposa perfeita
“Admiro a forma como a minha esposa consegue lidar com diversas situações que às vezes parecem impossíveis. A palavra que melhor a define é força, pois ela sempre trabalhou muito e superou a morte de parentes próximos com sabedoria. Somos casados e temos duas filhas, ela é uma mãe exemplar, trabalhadora e ainda arruma tempo pra cuidar dos afazeres de casa e para me fazer sorrir, quando estou chateado. Ela é uma super mulher!”
Marcelo Dos Santos, 38 anos

Maezona
“Minha mãe é uma pessoa com um coração enorme, dá amor, carinho, e soube dar para mim e minha irmã uma educação admirável, é preocupada e atenciosa. É sem dúvidas uma mãezona!”
Rafael Luiz, 23 anos

Família em primeiro lugar
“Algumas mulheres se privam, sem notar, de muitas coisas, e a única coisa que importa para elas é a família. Assim é minha mãe. Ela sempre está atenta a tudo e a todos, mas com o único objetivo de manter a família bem. Acho que essa é uma das missões mais difíceis que existem, se privar de si mesma e fazer o máximo pelo próximo. Deve ser trabalhoso, desgastante, mas é um dom que ela tem e que somente uma mulher seria capaz de ter.”
Paulo Talarico, 20 anos

Orgulho da minha vida
“Todas as mulheres que fazem parte da minha vida eu admiro, mas uma em especial merece todas as palavras de carinho nesse mês é minha filha Kelly de 23 anos. Desde que nasceu, ela lutou por cada minuto de sobrevivência, enquanto ninguém acreditava nas chances que ela teria, ela mostrou o quanto é forte, e hoje está se formando em fisioterapia é o maior orgulho da minha vida”.
Roberto Nazaro, 48 anos

Madrinha querida
“A minha madrinha é uma pessoa que sempre admirei, ela é uma segunda mãe para mim. Dedicada e sempre comprometida com o que faz, é uma pessoa que eu amo demais. É uma mulher guerreira, e tem um coração enorme. Como ela não pode mais ter filhos, adotou uma menina linda, e está curtindo ser mãe de novo.”
Fábio Martins, 27 anos

Uma amigona
"Tem mulheres que transformam o lugar onde ela estão só pelo fato de estar lá. Minha amiga Alessandra é uma delas e eu a admiro muito!”
Douglas Apolinário, 23 anos

Vovó que dá exemplo
A minha avó é um exemplo de mulher, passou por diversas dificuldades na vida, com a perda do marido que deixando dois filhos para ela criar em uma situação difícil. Ela teve que dar tudo de si para cuidar da casa, dos filhos, trabalhou e sustentou a família sozinha. Mais tarde, sofreu com a perda de um filho e ficou doente. Mesmo tendo passado por tudo isto, ela sempre conseguiu manter a cabeça erguida e tocar sua vida com dignidade e força. Hoje é uma pessoa feliz, ativa, virtuosa, dançante, ao longo dos seus 73 anos.
Lucas Wanzeller, 22 anos

Briguentas de plantão
“Toda mulher merece ser admirada, elas são frágeis por fora, mas por dento tem uma força descomunal, são guerreiras, e lutam pelos objetivos. São briguentas e não sossegam até nos deixar malucos, mas depois com um jeitinho e uma fala mansinha ganham a gente novamente.”
Anderson Bizordi, 29 anos

Carinho na medida
“Lembro-me da minha mãe dizendo: "quando você estava na minha barriga, eu fazia carinho e sempre dizia que seria sua mãe e seu pai ao mesmo tempo.” Mesmo sem ter concluído o ensino fundamental, vivendo fora de seu estado e longe da família, minha mãe teve toda a força, caráter, compaixão, e todas as qualidades de mulher para superar os obstáculos e me criar com toda a educação do mundo. Ela soube ser rígida e carinhosa nas medidas certas, o que me propiciou ser a pessoa que sou hoje”.
Paulo Augusto, 25 anos

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Como uma Drag Queen

Matéria publicada na edição 349 - Revista 7dias
Inteligente, elegante e bem-humorada. Incremente essa essência exuberante ao seu dia e seja uma mulher com M maiúsculoPor Joyce Barreto Chicon


Na casa mais vigiada do Brasil, a drag queen Dicésar Ferreira, também conhecido como Dimmy Kier, está dando o que falar. É inteligente, compreensivo e dona de uma autenticidade invejável. Características marcantes desses personagens exuberantes que têm atitude pra dar, vender, emprestar e, melhor, transitam como ninguém pelos universos feminino e masculino! Por isso, é bom saber: tenha sempre uma drag como aliada, pois nós mulheres temos muito a aprender com elas. No show bizz, Nany People é uma representante fiel da categoria e explica que as drags nasceram para incrementar o imaginário das pessoas. “Depois que tiramos a fantasia, somos um homem normal, como Dicésar”, garante ela, dizendo que a mistura de ingredientes como atitude, simpatia e bom humor é a receita para qualquer pessoa ser feliz, independente do sexo.
Conquiste com Nany People
Antes de garantir um look maravilhoso, um andar invejável e uma ótima postura, seja inteligente e mantenha o bom humor, sugere Nany People. Esta é a receita para cativar qualquer homem, assegura. “Mas debaixo de qualquer produção deve haver um cérebro. Do contrário, sempre errará”.  Assim como as drags se inspiram nas mulheres, pois fazem questão de passear e admirar nosso universo sempre que estão com suas perucas esvoaçantes, um salto “luiz XV” e uma maquiagem avassaladora, nós também temos muito que aprender com elas, especialmente no quesito ousadia com inteligência. As drags ficam sobre saltos altíssimos durante horas, fazem shows, dançam e se movimentam como ninguém. “A drag anda 20cm acima do mar”, brinca Nany People. Para conquistar o amado, ela dá outra dica: “Deixe a espontaneidade predominar e valorize a beleza que tem. A vaidade é importante até certo ponto. É bom se cuidar e tirar um tempo do dia para investir na aparência, mas, acima de tudo, é primordial se amar em primeiro lugar. Assim, transmitirá segurança e confiança em qualquer circunstância”, ensina. O preconceito, assinala, existe em todo o lugar. “Eu nunca deixei de fazer nada por ser drag, gay e transexual. A pessoa não escolhe ser gay, ela nasce gay, o que escolhe ser gay é burro, pois ignoram a maravilha de ser o que é”, alfineta.  Então, já sabe: para ser uma grande mulher é preciso ter força de vontade, perseverança e alto-astral, assim contagiará todos ao seu redor. Palavra de uma drag queen!


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Abandonando o barco

Matéria publicada na edição 348 - Revista 7 dias

O que fazer para manter todos seus direitos preservados quando já não é mais possível voltar à empresa, nem mesmo para dar tchau!

Por Joyce Barreto Chicon

No BBB 10, a policial Anamara corre o risco de ser presa por abandono de trabalho
Já pensou em jogar tudo pro alto e não voltar nunca mais à empresa? Você talvez não seja a única, mas antes de colocar isso em pauta, pense em todas as consequências que podem arrasar com sua carreira profissional. No Big Brother Brasil, a policial Anamara Barreiro corre o risco de ser presa ao sair do reality show. É que quando ela soube que participaria do programa, pediu férias da corporação, onde deveria retornar até 2 de fevereiro, Mas como tudo indica que não conseguirá sair da casa antes disso, poderá pegar de seis meses a dois anos de detenção por não ter licença de se ausentar. O comportamento da sister é caracterizado abandono de emprego que consiste em falta grave e até justa causa, alerta o advogado Ângelo Carbone. Para quem tem carteira assinada, explica, só é considerado abandono de emprego com 30 dias de ausência, sem justificativa. “Neste caso, o funcionário será convocado a comparecer em um período de 24 horas e o não comparecimento implica justa causa”, adverte Carbone. Buscar crescimento e algo melhor para a carreira sempre é valido, mas com prudência, tire um tempo nas folgas e nas horas vagas para ir atrás de algo que julgue melhor. Não abra mão de tudo sem pensar. Lembre-se: arrumar um bom emprego é o mesmo que achar uma agulha em palheiro. Não é impossível, mas está difícil pra todo mundo.

Punições
Se abandonar o posto, o funcionário perderá não receberá seus benefícios previstos em contrato e nem o seguro-desemprego. Cabe ao patrão descontar a falta do aviso prévio e as férias. Se faltar por saúde, deve ligar e avisar ao chefe, retomando á empresa com atestado médico. O documento deve ser outorgado por uma entidade pública (pronto-socorro, hospital municipal ou estadual, ou médico do INSS).

A morena não teve receio de preferir o programa à carreira
“Meu patrão é um pilantra”
É evidente que o empregado não deve ser cúmplice de ações ilícitas na empresa. Neste cenário, procure um advogado e entre com uma ação trabalhista pedindo a declaração da rescisão indireta do contrato de trabalho. Também não esqueça de buscar indenização por danos morais. Por fim, se for processada ou mesmo presa pelas práticas ilegais do patrão conte a verdade, informe que desconhecia que os atos que estava praticando em nome do dono da empresa era crime e auxilie a justiça no desfecho do caso. “Estava trabalhando há dois meses como secretária num consultório de advocacia. Um dia, meu chefe me pediu pra levar uma caixa de arquivos ao porteiro. Cumpri a determinação. Quando voltei, ele estava ao telefone dizendo que o problema estava resolvido e que a caixa não estava mais no escritório. Não deu cinco minutos e a polícia apareceu procurando a tal da caixa. Fiquei assustadíssima e sem reação. Não pensei duas vezes: no outro dia pedi demissão”, conta Letícia Ramos. “Agindo como ela, certamente você será absolvida e terá seus direitos preservados”, assegura Carbone.


domingo, 8 de novembro de 2009

Poder e fama



"COMPAIXÃO"
(Música de Lulu Santos)

A gente exige respeito
e mesmo consideração
mas não deixa de se divertir
com alguém que cai no chão

A gente quer tempo/ espaço
e uma rica produção
mas muitas vezes quando chega a hora
a gente enfia os pés pelas mãos

A gente fala pelo direito
e pela libertação
mas normalmente vira outra pessoa
quando tá com o poder na mão

A gente faz questão de estar sempre na roda
jogando fora sem convicção
a gente quase, quase nunca fica frio
revisara o vazio em alta tensão

A gente não tem compaixão
se contenta com a razão
nem com a gente mesmo
a gente não tem compaixão

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Você consegue refletir a letra dessa música?
Poder e fama é algo que sobe pela cabeça de qualquer pessoa, sem excessão. É cansativo ver a situação, algumas pessoas agem de forma incontrolável. À vezes não se dão conta de quando acabam passando dos limites.

Quando falamos de abuso de poder, o que passa pela sua cabeça?
Não é muito difícil, creio que muitos pensam: Polícia, governo, seu chefe no seu trabalho, alguém que assume um cargo superior, e principalmente tem como função gerir pessoas. Não se pode generalizar, é claro.



Aposto que muitos pensam: "comigo seria totlamente diferente", "se fosse eu no lugar de fulano" e blá blá blá... Mas será mesmo que seria tão diferente assim?

Quantas vezes você já ouviu que faz parte do ser humano querer ser ou se sair melhor que o outro em determinadas situações, e os que possuem espírito de competição para tudo que resolvem fazer na vida. É algo que atua diretamente no ego das pessoas. "Eu sou", "Eu estou", "eu, eu, eu,eu, ..."


Mas e a fama?
Tornar-se conhecido e famoso também sobe se forma inacreditável pela cabeça das pessoas, um dia são alguém como qualquer outra, no outro são pessoas famosas, conhecidas no mundo inteiro, e como também faz parte do ser humano, nunca estar fdeliz com o que tem, eles lutam por uma aparencia melhor, manter um status invejável, serem alvos da mídia, e o centro das atenções.

Alguns perdem a noção e o bom senso, e simplesmente se destroem.

Sempre foram ícones da beleza e possuem fãs no mundo inteiro, o problema é que não se contentam com a beleza que possuem ou com o que tem, são plásticas e mais plásticas, umas mudanças aqui outras alí. E passam a ser aquele (a) com anorexia, a que da vexames, passam por situações constrangedoras e chocam o mundo.

Michael Jackson

Amy Winehouse

Lindsay Lohan

Jocelyn Wildenstein


Michaela Romanini

Mickey Rourke

Donatella Versace

Amanda Lepore
Nicole Richie



Posted on domingo, novembro 08, 2009 | Categories: