sábado, 11 de junho de 2011

A história das coisas

Por Joyce Barreto



O vídeo revela as relações de diversos problemas ambientais e sociais, além de fazer uma crítica ao modelo Americano, mostrando o fetichismo da mercadoria, pois tudo o que é produzido pelo trabalhador passa a ser mais importante que ele mesmo. As coisas se tornam desejo de consumo, não é necessidade, apenas algo para suprir uma vontade, na maioria das vezes criadas através da mídia.

Esse desejo torna-se insaciável, a sociedade passa a acreditar que as coisas podem proporcionar-lhes prazer e felicidade. Um exemplo também mostrado no documentário já citado neste blog é do documentário “Surplus”: tomar coca-cola, comer no MCDonald, ou mesmo ter opções diversas de canais na televisão.

As pessoas estão dispostas a trabalhar mais, para poderem consumir mais, mesmo que isso as prejudique mais tarde. No vídeo também é feito uma crítica também exposição dos trabalhadores todos os dias a toxinas prejudiciais a saúde, e ao consumo destas pelas pessoas que levam essas toxinas para suas casas, a amamentação, onde o bebê digere todos esses tóxicos desde seus primeiros momentos de vida. O governo é apontado, que deveria proteger a sociedade, mas para estes o consumismo é algo promissor e o capitalismo é algo fundamental para seu crescimento.

Fica claro que tudo isso é um sistema em crise, e os recursos naturais estão escassos, a cada dia nosso planeta está “morrendo”, e tudo isso para continuar alimentando o ciclo vicioso que é o consumismo. E quem não possui e nem compra exacerbadamente, quem não está sempre inovando seja na moda ou na tecnologia não tem valor na sociedade, é fácil perceber quem não está contribuindo para esse tal ciclo.

Detalhes do vídeo:

Não pagamos o preço verdadeiro dos produtos, e no vídeo como exemplo é citado um rádio de custo U$ 4,99 que passa por diversos processos como desde sua fabricação até a transportação a loja que foi posto a venda.

Podemos analisar  a produção de sapatos na Indonésia e nas Filipinas, são feitos por crianças entre 12 e 16 anos, que trabalham 14 horas por dia para ganharem apenas alguns trocados do preço de vendas dos produtos, os sapatos são vendidos por 100 euros, mas na realidade custam mesmo 5 euros.

Dica: assista THE EDUKATORS

A sociedade se deixa manipular a tudo o que induz ao consumismo, porque na verdade é essa a fantasia que cada um tem sobre a felicidade, é comprar, adquirir coisas que serão jogadas fora em breve e pelo costume, será comprado um igual novamente, só que mais sofisticado, e isso só tende a desenvolver cada vez mais.

O ser humano sem perceber se coloca apto, a trabalhar mais, recebe seu salário, se deixa levar pelo que a mídia impõe, consome muito e está sempre exausto, sem tempo para si próprio, quando percebe, tem a saúde comprometida devido aos anos de trabalho,  ao tal consumismo que aparentemente é inofensivo, e perdeu parte da sua vida trabalhando apenas para sustentar este vício.

sábado, 28 de maio de 2011

Redes Sociais viram os currículos de Profissionais

Por Joyce Barreto Chicon
publicado no Jornal Universitário Expressão
Jovens usam o Facebook para buscar
novas oportunidades
O número de usuários das redes sociais aumentou significadamente de 2008 ao início de 2011. Orkut, Facebook, Twitter, Linkedin e outros sites de relacionamentos são febre entre os internautas e todos os dias ganham novos membros. Mas o que era apenas distração virou coisa séria. Atualmente, as redes sociais são também ferramentas de contratação de funcionários para as empresas de grande, médio e pequeno porte.

As redes funcionam como verdadeiros currículos virtuais. A advogada especialista em Direito digital, Gisele Truzzi, afirma que a busca por profissionais através dos meios digitais. É cada vez mais frequente: “é comum que as empresas que recebem o currículo de um candidato faça pesquisas sobre ele na internet”.

Além de montar um perfil profissional, é possível adquirir um bom networking (rede de contatos), conquistar e fidelizar clientes. Mas não basta incluir dados pessoais e adicionar várias pessoas. O perfil deve conter as informações necessárias e sucintas, é importante que o candidato analise as exigências e políticas da empresa em que tem interesse. Tudo deve ser de acordo com a área profissional que ele pretende atuar. A advogada explica tudo o que o usuário deve saber na hora de ingressar nos meios de comunicação online.

Análise de Perfis

Cada site tem sua peculiaridade, mas o objetivo é praticamente o mesmo: conectar pessoas, proporcionar interatividade, publicação de conteúdos e divulgação de informações. “São nestes pontos que os profissionais devem ficar atentos. O perfil pode dizer muito mais sobre ele do que seu próprio currículo. Pois, se ele não tiver cautela na publicação de fotos e mensagens, podem se autodesqualificar em uma análise”, alerta Gisele.

A gerente de uma rede de óticas, Alexsandra da Silva, conta que, quando seleciona os currículos enviados por e-mail, consulta blogs que muitas vezes os candidatos incluem em suas informações, e busca seus perfis na internet através dos nomes e e-mails deixados. “O candidato se torna mais atraente quando as informações do documento enviado são proporcionais ao que ele divulga em sua rede”.

São levados em consideração os interesses do profissional e como funciona sua rotina, é muito comum as pessoas enviarem um currículo perfeito, mas, possuir um perfil nada atrativo. “Já aconteceu de eu receber bons documentos, mas quando fui mais afundo na pesquisa, achei o perfil com um vocabulário empobrecido e ofensas a outros membros. Não é a postura que desejo em um profissional para trabalhar comigo e com a minha equipe”, conta Alexsandra.

Segundo a advogada, na hora da busca de informações do candidato, vale tudo. Além dos sites de relacionamentos, os fóruns de discussões na web, videologs, fotoblogs também são alvos da procura. Os contratadores buscam veracidade e cautela dos candidatos.

O perfil ideal

Tanto o candidato a uma vaga quanto o profissional já inserido no mercado devem ter bom senso ao participarem de redes sociais, para não prejudicarem sua imagem no meio corporativo, consequentemente para preservarem também a reputação da empresa para a qual trabalha. “Se a pessoa usa as redes por uma questão pessoal então deve optar pelas configurações de privacidade que cada rede oferece. É necessário evitar a exposição excessiva”, aconselha Gisele.

Para que a empresa entre em contato com os candidatos, é interessante que existam informações como e-mails para contato, Skype para quem utiliza, interesses culturais, projetos e portfólios do que já executou em seus trabalhos anteriores. Obter uma boa escrita está dentro dos pré-requisitos dos profissionais de recrutamento.

Entrevistada: Gisele Truzzi - www.truzzi.com.br

Esta matéria saiu no Jornal Universitário Expressão, na editoria Científica. Saiu também na revista 7dias com você na edição 416.

domingo, 13 de março de 2011

A filosofia para novas e boas mudanças

Templo Zulai em Cotia
Foto por Joyce Barreto chicon
Sempre muitas mudanças acontecem em nossas vidas. É essencial abrir espaços para o novo, somos seres que estamos sempre em adaptação com o mundo e o mais importante, sempre aprendendo a lidar com a vida.

Chega uma hora que é necessário um empurrão para acordar e percebermos que não faz mais parte das fases em que os erros são esquecidos. É difícil admiti-los, mas se não olhar para eles com maturidade e tomar uma atitude, é impossível evoluir.

Passar por problemas que muitas vezes parecem não ter solução, enfrentar obstáculos que parecem não ter fim, viver uma grande decepção e desilusão, fazem pessoas se perguntarem os motivos de tantas provas. Algumas são fracas demais e vivem em depressão, sem autoestima alguma, se culpando e blasfemando.  Algumas são até covardes demais e perdem o sentido da vida.

Esse é o maior erro do ser humano, que prefere não enfrentar os desafios da vida, bater de frente com os problemas, e não entender que errar faz parte da vida e é o que enriquece nosso conhecimento, errar é a forma de aprender a fazer a coisa certa. As pessoas precisam aprender com seus erros e não tampar os olhos para eles, e até repeti-los diversas vezes.

Buscar novos caminhos e novas filofias para seguir é muito importante para o crescimento pessoal.

Há muito tempo atrás conheci a filosofia budista e me identifiquei, de forma que frequentar os templos, onde os monges oferecem mensagens de paz, harmonia, amor e sabedoria. Me fez refletir mais sobre o meu eu, e querer sempre buscar melhorias para minha vida.
Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon

A mensagem que me entregaram foi:

Se não sabemos nos aceitar, ou nos sentimos incomodados com as outras pessoas. Não temos força e nem fé para aacreditar em algo maior. São pessoas fracas assim que só lembram de Deus quando estão passando por algo ruim, e simplesmente pedem e promete.
Não faça promessas a Deus, a santos e para quem mais você acredita. Faça para você mesmo, se você conseguir cumprí-las corretamente, está a um passo de começar a entender o próximo, e a Deus, se é nele em quem você acredita!
A primeira prova e bem difícil é a aceitação de si mesmo, a segunda é passar a ver os outros com admiração e respeito. Por último é compreender e tentar ganhar o dom da convivencia!
Provas difíceis, metas traçadas, e desistir seria covardia consigo mesmo.

O templo

Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon


Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon


Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon


Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon


Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Livro: Feliz ano velho

O livro
 

Feliz ano velho é um fenômeno editorial publicado pela primeira vez em dezembro de 1982, desperta interesse em leitores exigentes e eventuais. Explicar esse fenômeno é puro exercício de ficção.
 
Talvez sua linguagem coloquial sintética e inovadora, num estilo precursor que até hoje influencia novos escritores, seja um elemento da fórmula bem-sucedida.
 
Ou quem sabe a trama, o carisma do narrador, ou os personagens bem construídos.
 
Marcelo, o narrador, é um jovem á procura de um ideal: superar com humor e verdade alguns traumas de sua vida como o desaparecimento político do pai, o deputado socialista por São Paulo, Rubens Beirodt Paiva, em janeiro de 1971, e o acidente que o deixou deficiente aos 20 anos de idade, em dezembro de 1980.
 
Marcelo conta sua história com maestria, revelando sentimentos que o ligam a sua geração. A sinceridade sem limites do autor e a forma como destrincha alguns temas da época tocam com sutileza em alguns tabus, entre eles o erotismo.
 
O livro foi traduzido para diversos idiomas esteve quatro anos em primeiro lugar nas listas dos mais vendidos, garantindo ao escritor e jornalista Marcelo Rubens Paiva, reconhecimento e os mais importantes prêmios literários brasileiros – como jabuti e Moinho Santista – colocando-o no hall dos escritores contemporâneos de maior prestígio.
 
Adotado em muitas escolas e faculdades, dentro e fora do Brasil, foi adaptado para o cinema pelo diretor Roberto Gervitz com a produção da Tatu Filmes e, para o teatro por Alcides Nogueira, com a direção de Paulo Betti.
 
Feliz Ano Velho não é só um ato de amor à literatura, é também o gosto e a coragem de viver.
 
 
O autor
Palavras de Marcelo Rubens Paiva
 
“Há uns anos, eu estava num corredor do congresso, em Brasília, e fui parado por Ulysses Guimarães, deputado símbolo da redemocratização. Ele veio correndo, como um garoto, pegar meu autógrafo. Disse que Feliz Ano Velho era um dos seus livros de cabeceira.
 
Xuxa já disse, numa entrevista, que meu livro era um dos seus favoritos. Antônio Houaiss e Thiago de Mello já me escreveram cartas elogiando o livro. Recentemente, Carla Perez, a nova musa brasileira, elegeu Feliz Ano Velho como seu livro preferido - e ela tinha cinco anos quando foi publicado pela primeira vez.
 
Não sei qual o segredo para agradar loiras e troianos. É um livro que fugiu do meu controle. É mais sedutor e Carismático que o próprio autor como um garotão cheio de amor para dar, segue sozinho seu caminho. Agora debuta. Faz 15 anos de vida e ganha um edição com fotos do arquivo da família. Parabéns Feliz Ano Velho..."
 
Opinião:
 
Há 10 anos me recomendaram a leitura deste livro, eu li e adorei. O livro trata da tragédia que ocorreu na vida do autor que o deixou paraplégico, ele descreve como tudo aconteceu, e como foi enfrentar todo esse drama de frente. Ele descreve com certo humor, e dá uma baita lição de vida no leitor.
 
 
É possível encontrar esta obra em sebos, de uma procurada, a leitura realmente é ótima!
 
 
Posted on quarta-feira, janeiro 05, 2011 | Categories:

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Ainda assim...



Na madrugada as vozes se calam,
E os meus pensamentos se manifestam
Ora triste, ora feliz
Eu aprendi com quem sempre me diz
Que terei esplendor no amor.

Mais se ganha do que se perde
É o sabor do que é aprender a viver
Minha alma se entristece quando
A esperança desaparece
Aqui minha missão é aprender.

O sofrimento é amante da paixão
O amor é a doença sem cura
Cicatriza, mas ainda existe amargura
As lágrimas que rolaram silenciaram o grito de dor
Ainda assim não deixarei de acreditar no amor
Ah, que feliz se encontra o meu coração!

(Joyce Barreto Chicon)
Posted on sexta-feira, dezembro 24, 2010 | Categories:

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Esperança

Giverny, Monet

Dentro de um abismo interno
me perco facilmente em meus pensamentos,
e quando me dou conta, não consigo me encontrar.
Não me movo e me entrego, são lágrimas que bloqueiam minhas energias
e vem a fraqueza e toma conta do que sou.


Ainda assim, acredito que nada acontece por mero acaso,
Quando tomei coragem para enfrentar o que me aflinge,
ouvi palavras acompanhadas de arrepios, que me fez acordar,
Por mais que me castiguei com a solidão, percebi que ninguém nunca fica sózinho.
Mesmo com profunda tristeza, aprendi que ninguém depende de ninguém,
que algumas pessoas nunca vão olhar para outras com respeito,
e vão sim agir por impulso e mesmo que inconscientemente ferí-las.
Mas aprendi também que somente eu posso me levantar.

Me encontro em um caminho livre e silencioso, cujo nome é esperança!

(Por Joyce Barreto Chicon)
Posted on segunda-feira, novembro 01, 2010 | Categories:

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O amor é como droga

"...algo parecido com a sensação que um viciado em cocaína experimenta quando abandona a droga."

Romeu e Julieta

Como de costume, estava folheando as páginas do jornal "O Estado de São Paulo", lendo algumas matérias que me interessam, quando me deparei com um título bem interessante.

Estudo mostra que o amor é, de fato, como uma droga
Área do cérebro associada ao vício apresenta maior atividade diante da imagem do amado
Ellen McCarthy
THE WASHINGTON POST

Um a um, os estudantes universitários que participam do estudo do psicólogo Art Aron sobre rejeição amorosa apresentaram suas histórias pungentes.
"Não consigo dormir", disse um deles ao entrevistador. "Eu fico ali, deitado, tentando imaginar o que houve e como poderia ter sido."

"Dói muito", disse outro voluntário. "Eu desmorono, começo a chorar." Um joven se perguntava: "O que é que ela quer?"
Todas as pessoas estudadas puderam explicar que estavam sofrendo. Mas, ao estudar a atividade de seus cérebros, Aron e seus quatro colegas pesquisadores descobriram que eles estavam experimentando algo parecido com a sensação que um viciado em cocaína experimenta quando abandona a droga.
"É muito material e muito real", afirma Aron, coautor de um relatório sobre o assunto publicado no Journal of Neurophysiology.

Aron, um professor de psicologia social Universidade Stony Brook, em Nova York, vem estudando o amor romântico há 30 anos. Para isso, durante a última década, ele usou uma tecnologia que faz imagens do cérebro. Dessa maneira, ele pôde examinar experiências intensamente subjetivas de uma maneira relativamente concreta.

Para realizar esse estudo, Aron e seus coautores, incluindo a antropóloga Helen Fisher, recrutaram sofredores amorosos por meio de um folheto que questionava: "Você foi rejeitado recentemente no amor, mas não consegue superar?"

Anseio. As dez mulheres e cinco homens que participaram do estudo foram entrevistados sobre seus relacionamentose rupturas. Cada um deles reportou "pensamento obsessivo e anseio por uma união emocional".

Todos disseram que pensavem na pessoa que os rejeitara por mais de 85% do tempo em que estavam acordadas. E admitiram, de diversas maneiras, que se comportaram de um jeito familiar a qualquer um que tenha sido abandonado: chorando durante horas, implorando para voltar, telefonando e passando e-mails incessantemente, bebendo demais.

Dentro de uma máquina de captação de imagens cerebrais, eles observaram fotos de seu amor perdido alternadas com a de uma pessoa neutra, como um colega de quarto. Quando os estudantes olhavam para as fotos de quem os rejeitara, havia significativamente mais atividade em duas áreas do cérebro.

A primeira é uma área carregada de dopamina que intermedeia sistemas de recompensa e também se ilumina durante os arroubos do amor romântico (mútuo) inicial. A segunda é uma área associada ao vício e à ânsia por drogas.

Para Aron, as descobertas sugerem "que, para ajudar pessoas a lidarem com esses tipos de situações, podemos querer olhar para coisas que foram úteis para tirar pessoas de vícios específicos".
Significa também que um lábio franzido, uma caixa de lenços de papel e uma caneca de cerveja não vão vencer uma mágoa amorosa aguda, da maneira como nós e os diretores de comédias românticas gostariamos.

Mas o estudo mostrou também que os sujeitos que foram rejeitados há mais tempo exibiram uma quantidade menor de atividade na parte do cérebro que afeta a ligação entre pessoas.
Portanto, nossa avó estava certa. "Isso é consistente com a noção de que o tempo cura as feridas", diz Aron.

Tradução da Celso M. Paciornic

domingo, 8 de agosto de 2010

Do livro INIMIGO RUMOR

 MUNDO MINIATURIZADO
(há muito antes do nanquim) 

uma guache de dedos ferozes
um navio, um urso, um camelo
distantes do papel centímetros

debaixo dos excessos escorridos
manchas em marcha ascendente
acesas, uma colônia de formigas

pilares do pátio através das vidraças
faróis de uma caminhoneta, o arrasto
contido de estranhas incandescências

Só então um pão com leite morno, jornais
vários manchados cheios de traços e rasgos
adultos zangados são sempre a minha casa

(Renato Mazzini nasceu em março de 1981, em Santa Fé do sul, interior de SP.) 

domingo, 25 de julho de 2010

domingo, 11 de julho de 2010

O Diário de Anne Frank - Parte II

O Sonho do reconhecimento
Anne Frank

"O Diário de Anne Frank" é um livro que particularmente tenho um grande apreço, a um tempo atrás, havia feito um post sobre o livro, na realidade havia colocado a sinopse, vídeos e fotos para que quem não conhecesse, tivesse a oporunidade de conhecer pelo menos parte do que foi a história de Anne. Mas neste post, vou colocar um trecho do diário dela, em que me chama muito a atenção.
Era uma menina de 14 anos sonhadora e mesmo muito nova, traçou diversos ideais, um dos maiores sonhos de Anne era tornar-se jornalista e escritora, ainda pensava que assim que a guerra terminasse ela iria prestar solidariedade aos necessitados. sentia-se sozinha e até desprezada pelas poucas pessoas que tinha na vida. O que surpreende mesmo era que mesmo presa por anos naquele Anexo, sonhava com o fim da guerra, que tudo ficaria resolvido, e os Judeus passariam a ser vistos como pessoas normais. Pois naquele momento não passavam de um povo perseguido, que como ela mesmo descreveu, o mundo os viam como seres diferentes.
Segue um trecho do diário da jovem:

O Diário

QUARTA-FEIRA, 5 DE ABRIL DE 1944
"...Finalmente percebi que devo fazer os deveres de escola, para não ficar ignorante, para continuar com a vida, para me tornar uma jornalista, porque é issto que desejo! Eu sei que posso escrever. Algumas de minhas histórias são boas, minhas descrições do Anexo Secreto são bem-humoradas, boa parte de meu diário é vivo e interessante, mas... resta saber se realmente tenho talento."

"... eu sempre reclamava por não conseguir desenhar, mas agora me sintofelicíssima por saber escever. E se não tiver talento para escrever livros ou artigos de jornal, sempre posso escrever para mim mesma. Mas quero conseguir mais do que isso. Não consigo me imaginar vivendo como mamãe, a Sra. Van Daan e todas as mulheres que fazem seu trabalho e depois são esquecidas. Preciso ter alguma coisa além de um marido e filhos a quem me dedicar! Não quero que minha vida tenha sido em vão, como a da maioria das pessoas. Quero ser útil ou trazer alegria a todas as pessoas, mesmo àqueles que jamais conheci. Quero continuar vivendo depois da morte! E é isso que agradeço tanto a Deus por ter me dado este dom, que posso usar para me desenvolver e para exprimir tudo que existe dentro de mim!

Quando  escrevo consigo afastar todas as preocupações. minha tristeza desaparece, meu ânimo renasce! Mas - e esta é uma grande questão - será que conseguirei escrever alguma coisa grande, será que me tornarei jornalista ou escritora?..."


Algumas palavras são fortes, isto porque parte do que esta menina de apenas 14 anos de idade desejou, tornou-se realidade. Não da forma como ela imaginou, talvez se fosse, teriamos grandes obras de Anne Frank, mas tornou-se conhecida por muitas pessoas que ela jamais conheceria, pessoas do mundo inteiro.

"O diário de Anne Frank" é mais uma lembrança da terrível guerra, é um material impresso que nos faz refletir e pensar sobre a força de um desejo. E Anne foi um exemplo disto. Seu diário é também um importante conteúdo que faz com que as pessoas lembrem-se do holocausto e não se esqueçam nunca! Coisa que alguns países como os do Oriente Médio se nega a crer, o presidente iraniano Mahmoud  Ahmadinejad, afirmou que isto não passa de mais uma farsa da História, ainda, em escolas essa parte da história está sendo extinta dos livros didáticos, para que as próximas gerações não acreditem na tragédia que aconteceu. E o pior disso tudo, é que realmente tem pessoas que se nega a crer nesse fato, e acha um absurdo aqueles que creem. Imagine quantos gênios, ídolos, e grandiosos nomes foram perdidos cruelmente no Holocausto.


Imagens 


Monumento em Amsterdão de Anne Frank

A passagem secreta

Esquema da casa e o esconderijo

Peter Van Pels (um jovem judeu que vivia no anexo com Anne, era seu grande amigo e amor)


sexta-feira, 21 de maio de 2010

Acróstico Romantica

Reencontrei motivos para viver,
O lho para a frente, e consigo ver grandes realizações,
Meu s sonhos ainda vivem com força dentro de mim, e posso dizer,
Amor de verdade, é quando nos amamos em primeiro lugar e aprendemos as lições!
Não podemos amar nada e nem ninguém se não nos amarmos e fazer
Tudo o que necessitamos para ser feliz
Infeliz eu fui quando pensei em acabar com tudo, agora virou passado o que já fiz!
Conheci a felicidade quando finalmente olhei para mim
Agora aprendi o que é amor, sou uma romântica enfim.


Por Joyce Barreto Chicon
Posted on sexta-feira, maio 21, 2010 | Categories:

sábado, 3 de abril de 2010

O diário de Anne Frank

Annelisse Maria Frank ou Anne Frank, uma adolescente judia que viveu a segunda guerra mundial, passando boa parte escondida em um esconderijo com outros judeus, era um anexo de um casarão. Onde registrou todos seus momentos e opiniões em um diário, do qual ela chamava de Kitty. Anne, falava dos medos, da convivência com a família e os outros judeus escondidos com ela, sobre seu crescimento, suas emoções e descobertas.

Após a guerra e depois de descoberto, o diário virouem um livro já lido por milhares de pessoas em todo o mundo. A primeira edição foi publicada em 1947. Alguns trechos em que a menina falava de sua sexualidade e também outros comentários foram cortados por seu pai, que achou melhor não divulgar estas informações, em respeito a Anne.

Quem lê O diário de Anne Frank se emociona com a força que a jovem teve durante o tempo que se manteve escondida, ela descrevia e narrava tudo o que conseguia ouvir, e ver além do que estava no esconderijo. Lá havia um pequeno rádio, do qual eles ouviam as notícias, e conseguiam saber tudo o que se passava sobre a guerra.

Quase no final da guerra, soldados da SS conseguiram descobrir o esconderijo, e levou Anne e as outras pessoas para um campo de concentração. A menina tinha 15 anos quando morreu, mas deixou sua história. Hoje em Amsterdã existe um museu em homenagem a ela, além de um monumento dedicado a ela.

Vídeo com imagens do Holocausto e a vida de Anne Frank


Imagens de Anne Frank





Veja como era o anexo (esconderijo)


Leia mais em: http://www.starnews2001.com.br/anne-frank/diary.htm

segunda-feira, 15 de março de 2010

Chega de idas e vindas

Especialista dá dicas para resolver os conflitos do passado e reatar o relacionamento ou desistir de uma vez por todas de um amor perdido
 
Em Tempos modernos, Leal (Antônio Fagundes) e Hélia (Eliane Giardini), estão dando mais uma chance para um amor do passado. Depois de tapas e beijos, idas e vindas, brigas e recaídas os dois estão juntos novamente. Há quem diga que isto só acontece em novelas, mas relações mal resolvidas são muito comuns na vida real.  E vários casais continuam se amando mesmo após anos separados. Segundo o psicólogo Alexandre Bez, estes casos acontecem principalmente quando ambos não têm maturidade para manter uma relação séria.  Os pombinhos da novela da sete estão tendo uma nova chance, mas ainda existem vários segredos a serem revelados já que Hélia esconde um filho que é fruto desse velho amor. Será que essa relação cheia de mistérios vai para frente? Se você também vive esse dilema descubra qual o caminho para uma reconciliação duradoura ou quando é a hora de partir para um novo amor de verdade!

Da ficção para a realidade
Assim como na ficção, na vida real, muitos casais se continuam se amando, mesmo separados. É o caso de Akemi e Felipe Alves, eles ficaram dois anos separados, ela em Tóquio, no Japão e ele em São Paulo.  “Até que ela resolveu vir pra o Brasil e nós conversamos e acertamos os ponteiros. Fato é que eu nunca deixei de amá-la”, declara. Hoje os pombinhos estão felizes juntos, mas têm que enfrentar a saudade. “Eu estou estudando no interior e não posso levá-la comigo. Termino o meu curso no ano que vem, enquanto isso ela me espera no nosso antigo apartamento na capital”, conta o engenheiro agrônomo.  Conviver com a distância só prova que os dois estão mais maduros e mais apaixonados do que nunca. Mas, nem todos conseguem resolver os problemas e dar uma segunda chance ao amor. “Há pessoas que se gostam, mas não sentem-se preparados para se amarrar”, comenta o psicólogo. A assistente de marketing Alda Santos já passou por essa situação.“Meu ex-namorado me amava, mas era imaturo demais para namorar. Acabamos terminando por esse motivo”, lembra. Se o relacionamento de Alda teve realmente um ponto final, isso só o tempo dirá. A moça ainda não descarta a possibilidade de reconciliação. “O casal pode se repetir, mas o momento é outro. A vida não se repete, nem as situações amorosas. Pode ser que o que não deu certo no passado seja resolvido no futuro com o amadurecimento dos dois”, conclui Bez. Exatamente como na trama de Bosco Brasil. Para que o romance dê certo desta vez, eles vão ter que pensar nas diferenças um do outro e tentar se adaptar com manias e costumes. É esperar para ver!

Recaídas em xeque
Segundo o psicólogo, as recaídas nem sempre são saudáveis. “Pessoas que vivem relembrando o passado e não se desligam de amores antigos costumam ter problemas psicológicos ligados ao ego. Estas pessoas normalmente têm medo de sofrer, de ficarem sozinhas e são muito inseguras”, analisa Bez. Segundo ele esse tipo de relação na maioria dos casos não dá certo. Mas existe também outro tipo de recaída, aquelas que não são tão freqüentes e que, segundo o psicólogo, acontecem porque ambos sentem saudade do romance “Se as pessoas se encontram depois de muito tempo e percebem que ainda existe um sentimento e que na época em que ficaram juntos não eram maduros o suficiente para manter a relação, acabam tendo as famosas recaídas e podem até reatar. Mas é importante tomar cuidado para não confundir os sentimentos”, explica o especialista.

Hora de partir para outra!
Foi o que aconteceu com Daniela Andrade, o romance vai e volta acabou quando ela percebeu que já não existia mais amor e que não havia motivos pra protelar o fim do romance. “Vivi um namoro cheio de idas e vindas. Até que percebi que não valia mais a pena e parti para outra. Hoje estou muito feliz ao lado de outro homem”, conta. Chega a um ponto que os dois tem experiências de vida suficientes para aceitar que o relacionamento desgastou e encarar os fatos. “Faz parte de qualquer relacionamento fantasiar e planejar o futuro, isto quando já existe uma confiança no outro e os planos partem dos dois. Mas com um tempo acontecem desentendimentos que afastam o casal e um já não agüenta mais a convivência com o outro, por mais que exista um sentimento, ambos não sabem aceitar suas diferenças”, explica Bez. Neste caso, nem adianta insistir, o relacionamento está fadado ao fracasso. “Quando o casal resolve tentar novamente, precisa pensar se vale a pena. Será que você não está se iludindo por um sentimento que já teve? Existem relacionamentos que não devem ser retomados, pois as pessoas envolvidas não mudaram e algumas atitudes vão se repetir e criar problemas novamente, pense se você tem maturidade para conviver com o que incomodava antes. Se a resposta é sim, então vale tentar mais uma vez”, sentencia. Mas, se a resposta for não, já está mais do que na hora de partir para outra, conclui.


quarta-feira, 10 de março de 2010

Sinceridade ou inconveniência?

Falar tudo o que pensa pode virar uma arma perigosa. Cuidado para não ser contaminado por pessoas sádicas e acabar sozinha por se tornar uma delas!

Quem não conhece ou convive com alguém que tem um gênio pra lá de forte? Muitas vezes isto pode ser um incomodo e gerar vários conflitos. É exatamente o que se passa com a Isabel (Adriana Birolli) em Viver a Vida. A moça diz ser apenas sincera, mas suas atitudes e sua mania de dizer tudo o que pensa sem medo, acabam desagradando às pessoas a sua volta.  Sem dúvida que Isabel tem uma personalidade forte, além disso, a bela se mostra impulsiva, infantil e até sádica. No fundo, a estudante sente inveja do sucesso da irmã Luciana (Aline Moraes) e por ciúme a ofende e cria intrigas na família. Fora de casa o comportamento da jovem não é diferente, ela inferniza a vida da rival Ellen (Dani Suzuki), atrapalha o namoro dos amigos Renata (Barbára Paz) e Miguel (Mateus Solano), chateia Paixão (Priscila Sol) e ainda arranja tempo para pegar no pé da madrasta Helena (Taís Araújo). Mas, será que a bela é feliz assim? Segundo o psicólogo Alexandre Bez, pessoas que têm esse tipo de conduta afastam os outros e podem ter problemas de relacionamentos além de dificuldades de trabalhar em equipe. E tem mais, se você convive com uma dessas “cobrinhas” fique em alerta e não deixe que o humor negro delas contamine você! Caso contrário, mesmo sem ser má você pode se tornar uma pessoa desagradável e também ser excluída pelos outros. Siga as dicas do nosso especialista e aprenda a lidar com essa situação da melhor maneira possível.

Convivência obrigatória
A estudante de administração é extremamente carente, ela se acha o patinho feio da família, mas não é bem assim no fundo Isabel é uma pessoa querida, porém frustrada, já que os pais dão mais atenção para a irmã. Fora das telinhas estes casos são muito comuns e conviver com estas pessoas sem perder a paciência e o bom humor é muito difícil, porém não há outra saída a não ser aprender a lidar com elas. “Todos somos obrigados a nos relacionar com essas pessoas, elas não podem simplesmente ser excluídas da sociedade. Não podemos escolher as pessoas que fazem parte da nossa família, por exemplo, mas podemos driblar essas situações”, afirma o psicólogo. Aos poucos e com o tempo, todos aprendem a driblar o jeito e o gênio das pessoas, principalmente os familiares, pois quando a pessoa está sempre presente, fica mais fácil saber a hora de ignorar certas atitudes e quando se deve levar a sério o que a pessoa diz. Na trama as irmãs e a mãe Tereza (Lilia Cabral) conhecem bem o jeito da moça, ignoram e leva na esportiva alguns de seus comentários maldosos, evitando discussões que podem deixar o clima insuportável. Segundo Bez, é exatamente isso que devemos fazer para driblar a situação. “E é assim mesmo que funciona. Pessoas assim, normalmente possuem um humor negro, são bastante sarcásticas e não perdem mesmo a oportunidade de fazer piadinhas de mal gosto”, ratifica.


Entre amigas
Quando existe uma “geniosa” no ciclo de amizades, a primeira questão é: O que esta pessoa representa no grupo de amigos? Às vezes dá para relevar, e outras não, quando percebemos que há inveja, arrogância e falta de caráter, segundo o psicólogo, é hora de se afastar. “Não se pode ignorar o fato que todas estas atitudes estão ligadas ao temperamento e da personalidade das pessoas, que possuem pequenos desajustes mentais ou transtorno de personalidade. Vale ressaltar que ninguém nunca muda o seu jeito de ser, o que pode acontecer é haver uma melhora de comportamento, mas isto se a pessoa quiser e estiver realmente incomodada com seus próprios atos”, diz o psicólogo. Muitas vezes, manter esse tipo de amizade pode atrapalhar o grupo todo, afinal, é muito comum acontecer desentendimentos entre vários amigos por causa de uma só pessoa. Bez alerta ainda que a convivência com alguém que possui estas características pode ser perigoso. “Se a pessoa que convive apresenta uma fraqueza, ela pode ser contaminada também por toda negatividade da outra, mesmo que inconscientemente”, alerta. Para isto é necessário ser madura e decidida para saber controlar a situação e se impor quando necessário, orienta o especialista.
 
Dificuldades de formar equipe
Conviver com uma “Isabel” no trabalho também não é fácil, é por isso que essas pessoas tendem a ter problemas para formar equipes, seja no trabalho, na universidade ou na escola.   Temos uma vida acadêmica, pessoal, e profissional e temos que saber separá-las, porém, temos uma única personalidade e quando se trata de relacionamentos, se não formos flexíveis, vamos ter problemas”, avisa o psicólogo. Segundo ele, as outras pessoas podem não aceitar defeitos como a impulsividade e a ironia. “Quem convive com uma pessoa com todos esses desvios de comportamento pode não gostar de ser manipulado e simplesmente abrir mão da relação”, afirma. Conseqüências? Pessoas sarcásticas podem não conseguir estabelecer amizade com os colegas, mesmo no trabalho. “Quando não são isoladas pelos colegas, essas pessoas se isolam, pois não sabem ser agradáveis. Isso prejudica principalmente quando é necessário trabalho em equipe”, explica Bez completando que além de infernizar a vida dos outros, esse tipo de comportamento faz mal para a própria pessoa que o tem, pois elas não levam uma vida prazerosa e nem feliz, pois passam o tempo fazendo intrigas e prestando atenção no que acontece com as outras pessoas para tirar alguém do sério na primeira oportunidade. “Essas pessoas podem acabar sozinhas!”, conclui.

Em família
Na trama Tereza (Lilia Cabral) conhece bem o jeito de Isabel e assim como as irmãs, ignora alguns comentários inoportunos e leva na esportiva algumas piadinhas da filha. Assim ela consegue evitar discussões que poderiam deixar o clima insuportável. Segundo Bez, é exatamente isso que devemos fazer para driblar o humor negro, o sarcasmo e as ironias.
Humor negro pega!
Bez alerta ainda que a convivência com alguém que possui estas características pode ser perigosa. “Se a pessoa que convive apresenta uma fraqueza, ela pode ser contaminada por toda negatividade da outra, mesmo que inconscientemente”, salienta. Para que isso não aconteça é necessário ser madura, decidida, saber controlar a situação e se impor quando necessário, orienta o especialista.

Elas também sofrem
Mas quem pensa que essas pessoas são felizes se engana. Elas sofrem as consequências de seus atos e costumam ter dificuldades de estabelecer amizades, principalmente no trabalho. “Quando não são isoladas pelos colegas, elas mesmas se isolam, pois não sabem ser agradáveis e trabalhar em equipe”, explica Bez. O piscólogo acrescenta que além de infernizar a vida dos outros, esse comportamento faz mal para a própria pessoa que o tem, pois elas não levam uma vida prazerosa e nem feliz já que passam o tempo todo fazendo intrigas e prestando atenção no que acontece para tirar os outros do sério na primeira oportunidade. “Podem acabar sozinhas!”, conclui.


segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulheres reais

Homens de plantão deixam sua homenagem para a personagem principal de suas vidas seja ela mãe, esposa, namorada, irmã ou amiga


Na ficção as mulheres conquistam o público e dão o que falar. Em Cama de Gato, por exemplo, Rose (Camila Pitanga) rouba a cena. Linda, trabalhadora e compreensiva ela é a companheira que todo homem sonha. Já em Viver a Vida Tereza (Lilia Cabral) é quem merece destaque por seu papel de mãe acima de tudo. Ariane (Christine Fernandes) é a profissional incansável e Luciana (Alinne Moraes) um exemplo de determinação e uma verdadeiro espelho para a irmã adotiva. E você já ouviu falar que a vida imita a arte não? Pois é. Fora das telas milhares de Terezas, Lucianas, Arianes e Roses existem por aí. Os papeis também são semelhantes. Elas são super mães, excelentes profissionais, amigas, trabalhadoras, competentes, compreensivas e lindas. E não fomos nós que dissemos tudo isso, foram eles, os homens. Para homenagear todas essas mulheres incríveis a 7dias saiu a campo para saber o que nós faz tão essenciais na vida dos marmanjos. O resultado foi surpreendente!

À todas elas
“Não admiro uma única mulher nesse mundo, e sim todas, pois a mulher é o símbolo vivo que o ser humano pode lutar e adquirir seus direitos e deveres como qualquer outra pessoa. Sinto orgulho da mulher brasileira, que luta todos os dias para sustentar o seu filho, disponibilizar uma educação de qualidade para o seu futuro, luta contra o preconceito em uma sociedade machista e arbitraria, sabe transmitir sua alegria e amor por todos os seres do Universo e principalmente por toda a sua sabedoria. O mundo sem a classe feminina seria como uma tempestade de gelo, onde sempre faltaria uma linda tarde de verão.”
Tiago Mendes, 19 anos

Especialmente para minha irmã
“Admiro muito a minha irmã por muitos motivos, principalmente porque ela é uma pessoa guerreira, traça suas metas e luta até alcançá-las, já conquistou muitos de seus sonhos. Se formou em educação física, começou dar aulas de judô para crianças, é Personal Trainner, ela sempre busca o máximo de si, fez duas cirurgias no joelho e não desiste de passar o que sabe para seus alunos”.
Rômulo Carvalho, 26 anos


Minha amada
“Minha namorada é aquela pessoa que está comigo em todos os momentos, bons ou ruins, ela compartilha cada segundo ao meu lado. É alguém com quem eu realizo meus sonhos e é a única pessoa capaz de me compreender 100%. Ela é capaz de aguentar minhas manias e me aceitar como sou. Só o amor é encobrir os defeitos dessa maneira!”
Guilherme Furtado, 21 anos

A esposa perfeita
“Admiro a forma como a minha esposa consegue lidar com diversas situações que às vezes parecem impossíveis. A palavra que melhor a define é força, pois ela sempre trabalhou muito e superou a morte de parentes próximos com sabedoria. Somos casados e temos duas filhas, ela é uma mãe exemplar, trabalhadora e ainda arruma tempo pra cuidar dos afazeres de casa e para me fazer sorrir, quando estou chateado. Ela é uma super mulher!”
Marcelo Dos Santos, 38 anos

Maezona
“Minha mãe é uma pessoa com um coração enorme, dá amor, carinho, e soube dar para mim e minha irmã uma educação admirável, é preocupada e atenciosa. É sem dúvidas uma mãezona!”
Rafael Luiz, 23 anos

Família em primeiro lugar
“Algumas mulheres se privam, sem notar, de muitas coisas, e a única coisa que importa para elas é a família. Assim é minha mãe. Ela sempre está atenta a tudo e a todos, mas com o único objetivo de manter a família bem. Acho que essa é uma das missões mais difíceis que existem, se privar de si mesma e fazer o máximo pelo próximo. Deve ser trabalhoso, desgastante, mas é um dom que ela tem e que somente uma mulher seria capaz de ter.”
Paulo Talarico, 20 anos

Orgulho da minha vida
“Todas as mulheres que fazem parte da minha vida eu admiro, mas uma em especial merece todas as palavras de carinho nesse mês é minha filha Kelly de 23 anos. Desde que nasceu, ela lutou por cada minuto de sobrevivência, enquanto ninguém acreditava nas chances que ela teria, ela mostrou o quanto é forte, e hoje está se formando em fisioterapia é o maior orgulho da minha vida”.
Roberto Nazaro, 48 anos

Madrinha querida
“A minha madrinha é uma pessoa que sempre admirei, ela é uma segunda mãe para mim. Dedicada e sempre comprometida com o que faz, é uma pessoa que eu amo demais. É uma mulher guerreira, e tem um coração enorme. Como ela não pode mais ter filhos, adotou uma menina linda, e está curtindo ser mãe de novo.”
Fábio Martins, 27 anos

Uma amigona
"Tem mulheres que transformam o lugar onde ela estão só pelo fato de estar lá. Minha amiga Alessandra é uma delas e eu a admiro muito!”
Douglas Apolinário, 23 anos

Vovó que dá exemplo
A minha avó é um exemplo de mulher, passou por diversas dificuldades na vida, com a perda do marido que deixando dois filhos para ela criar em uma situação difícil. Ela teve que dar tudo de si para cuidar da casa, dos filhos, trabalhou e sustentou a família sozinha. Mais tarde, sofreu com a perda de um filho e ficou doente. Mesmo tendo passado por tudo isto, ela sempre conseguiu manter a cabeça erguida e tocar sua vida com dignidade e força. Hoje é uma pessoa feliz, ativa, virtuosa, dançante, ao longo dos seus 73 anos.
Lucas Wanzeller, 22 anos

Briguentas de plantão
“Toda mulher merece ser admirada, elas são frágeis por fora, mas por dento tem uma força descomunal, são guerreiras, e lutam pelos objetivos. São briguentas e não sossegam até nos deixar malucos, mas depois com um jeitinho e uma fala mansinha ganham a gente novamente.”
Anderson Bizordi, 29 anos

Carinho na medida
“Lembro-me da minha mãe dizendo: "quando você estava na minha barriga, eu fazia carinho e sempre dizia que seria sua mãe e seu pai ao mesmo tempo.” Mesmo sem ter concluído o ensino fundamental, vivendo fora de seu estado e longe da família, minha mãe teve toda a força, caráter, compaixão, e todas as qualidades de mulher para superar os obstáculos e me criar com toda a educação do mundo. Ela soube ser rígida e carinhosa nas medidas certas, o que me propiciou ser a pessoa que sou hoje”.
Paulo Augusto, 25 anos