quinta-feira, 23 de junho de 2011

TIM-TIM: Os benefícios da CERVEJA

Esses dias eu estava na academia, e como de costume peguei uma revista para folhear nos meus intervalos de treino. De página em página, uma em especial foi convidativa, não resisti, e li! Falava sobre os benefícios de um copinho ou outro de cerveja, claro que tudo que é em excesso faz mal. mas a matéria pondera justamente esta questão! E aproveitando que estava sem beber há quatro meses (estava porque ontem me permiti a uns copinhos moderados, sou filha de Deus também). Mas brindaremos às coisas boas e nem tão boas assim da vida, principalmente aos AMIGOS, aos trabalhos concluídos e claro, à vida!
TIM - TIM
Uma Cervejinha, quem diria, faz bem à saúde
(Por Constança Tatsch e Juliana Diniz - Revista Women'shealth - edição de Junho 2010)

Você já deve conhecer os riscos do excesso de álcool. E não estamos falando da vontade de telefonar para o seu ex de madrugada. Quem exagera, além de pagar mico, tem mais chance de desenvolver cirrose, doenças cardiovasculares, sem falar da barriga. Beber moderadamente, no entanto, pode fazer bem à sua saúde. E todo garçom sabe que a bebida nacional campeã de pedidos é uma loira gelada. À base de cevada, lúpulo e malte, a cerveja carrega vários benefícios.

Uma lata por dia - o limite saudável para as mulheres (segundo as diretrizes do Departamento de Saúde e de Serviços Humanos dos Estados Unidos) - fortalece seus ossos, ajuda a reduzir o colesterol e cuida até do viço da sua pele. mas é importante lembrar que se você ultrapassar essa quantidade os efeitos serão inversos. "Também não se deve acumular os drinques todos na noite de sábado, caso não tenha consumido álcool durante a semana", diz Ana Beatriz Rique, representante da American Overseas Dietetic Association e nutricionista da Clínica Ivo Pitanguy, no Rio de Janeiro.

Ossos
Está em dúvida sobre qual tipo de cerveja pedir?
As ales claras e as largers têm maior quantidade de silício, mineral que ajuda a fortalecer os ossos, diminuindo o risco de osteoporose. A conclsão é de um estudo americano recente da Universidade da Califórnia, publicado no Journal of the Science of Food and Agriculture. Isso porque o grão de cevada é rico em silício mineral que aumentaria a densidade óssea. Já nas escuras, a torração dos grãos diminui a quantidade do mineral. Mas não se anime, o excesso pode ter efeito contrário: aumentar o risco de fraturas.

Peso
Esta é para você incorporar o hábito:
Pesquisadores acompanharam durante 13 anos, 19 220 mulheres com peso normal no início do estudo. Cerca de 60% delas bebiam álcool e 40% não. O resultado publicado no Archives of Internal Medicine, mostrou que, ao todo 41 % ganharam sobrepeso ou ficaram obesas. As que não bebiam ganharam em média 4 Kg, ante 1 Kg das que bebiam. O risco de ter sobrepeso er a quase 30% menos entre as mulheres que bebiam uma ou duas doses por dia. Os resultados estavam associados a quatro tipos de bebidas alcoólicas: Vinho tinto, Vinho branco, cerveja e licor. A notícia é boa, mas não se esqueça das muitas calorias contidas em cada lata (cerca de 150).

Coração
Parece piada, mas é pesquisa, e das sérias.
Freiras espanholas toparam beber diariamente meio litro de cerveja - sem álcool, porque a piada não é tão boa assim. A causa é nobre: participar de uma pesquisa da Sociedade Espanhola de Dieta e Ciências da Alimentação em conjunto com a Universidad de Valência também na Espanha. Depois do estudo, as religiosas que a princípio tinham altas taxas de colesterol viram o nível de LDL, o mau colesterol, diminuir 8%. A graça - com o perdão do trocadilho - seria concedida pelo lúpulo, um igrediente da bebida rico em antioxidantes. Os pesquisadores concluíram que os benefícios também valiam para cerveja com álcool, clara ou escura. "A cerveja ainda contém piridoxina e folatos, capazes de reduzir os níveis de homocisteína, substancia presente na circulação sanguínea e relacionada a  uma maior incidência de doença coronária", afirma a nutricionista Andrea Zaccaro de Barros, da Vianutri Consultoria, em São Paulo. 

Longevidade
Para ter uma pele mais viçosa e viver até os 100 anos, os antioxidantes são fundamentais, pois mantêm todas as funções do organismo em equilíbrio por mais tempo. Então, se você quer comemorar a boa forma, brinde com cerveja malzbier. Ela contém o dobro dos polifenóis das cervejas pilsen e das sem alcool. Provenientes da cevada maltada e do lúpulo, os polifenóis são antioxidantes potentes, que combatem os radicais livres. Sim, aqueles que prejudicam o funcionamento das células e promovem o seu envelhecimento.

Hidratação
Água que passarinho não bebe a gente pode beber, sim.
A cerveja, quem diria, é ótima para repor a hidratação de atletas 2 horas depois de suar a camisa numa competição. Um estudo da Universidade de Granada, na Espanha, apresentado ao Conselho Superior  de Investigações Científicas do país, indica a ingestão de duas tulipas da bebida para recuperar o metabolismo de esportistas e prevenir a chatíssim dor muscular. "Além disso, segundo os autores da pesquisa, o gás contidona bebida pode acelerar a absorção da água da própria cerveja, e seus carboidratos também ajudam a repor o glicogênio perdido no exercício", comenta o nutricionista Luis Meirelles, de São Paulo.

Intestino
Não que a cerveja deva substituir o pão integral na sua lista de compras, mas na happy hour, você pode se sentir menos culpada pelos goles ao se lembrar de que uma lata traz 2 g de fibras solúveis, 10% da recomendação diária. "As fibras equilibram a flora intestinal, regulam os níveis de colesterol e de glicose no sangue, diminuem a incidência de cancro do cólon e de diverticulite (pequenas bolsas que se formam na parede intestinal)", diz Andrea. Mas a nutricionista ressalta também que, em excesso, o álcool irrita a mucosa gástrica.


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sábado, 18 de junho de 2011

TRIP HOP: Músicas para SEXO

Publicação Portal Ed. Escala - 2010


(flstudiomusic.com)

Me lembro de uma vez, logo nas primeiras semanas de aula do primeiro ano na faculdade, na disciplina de "introdução ao jornalismo", na qual todos deveriam levar um jornal para discutirmos alguns assuntos aleatórios. Agora não me lembro bem se saiu no “O Estado de São Paulo” ou “Folha de SãoPaulo”, no caderno cultural de um desses jornais uma matéria sobre o gênero musical “TRIP HOP”.

A ideia era qualificar as notícias apresentadas, e por desconhecerem o estilo, a maioria classificou esta matéria como "uma notícia desnecessária". Com a ajuda da professora que perguntou: "Alguém sabe o que é Trip Hop?, eu mesma nunca ouvi falar", e a resposta para a pergunta foi um grande NÃO. 

Como uma fã da banda "Portishead" (Trip Hop e Rock Alternativo), arrisquei: "Sim, Trip Hop existe sim, muitas pessoas gostam de bandas desse gênero, mas não conhecem o estilo". Logo ouvi a resposta:
 "De uma sala de 50 pessoas, só você conhece!"

Ainda assim continuei arriscando. Em uma dessas aulas, precisávamos construir um rápido texto com a ajuda da Internet, apenas para adequá-lo às técnicas jornalisticas que ali fomos aprendendo, o texto precisava ser informativo, e com um tema qualquer. Foi quando resolvi apresentar o Trip Hop.


Bem, estória contada e então agora vamos ao que interessa.
Trip Hop é um gênero musical bem leve, é gostoso ouvir. Mas uma curiosidade para você: o Trip Hop é muitas vezes escolhido como tema de strip tease, danças eróticas e para as relações sexuai.



Sobre o Trip Hop

(Massive Attack)

Trip Hop teve origem na década de 1980. São músicas lentas, consideradas eletrônicas com batidas desaceleradas. Sofre influência do HIP HOP, do house, do acid jazz e do club. É conhecido também por “Bistrol”, cidade da Inglaterra onde nasceu, com o grupo “Massive Attack”.

No Brasil, o Trip Hop chegou no ano de 1998 para o "Free Jazz Festival", que aconteceu entre os anos de 1985 e 2001, a bordo do álbum "Mezzanine". À partir de então o gênero musical começou a ganhar espaço no país.

O termo Trip Hop surgiu na década de 1990, na qual o estilo ganhou mais ênfase e novas bandas com novos álbuns. Ainda da banda Massive Attack (composta pelos integrantes 3D, Daddy G, Mushroon e Tricky), foi lançado o album “Blue Lines”. Logo depois, em 1994, surgiu a famosa banda “Portishead”, lançando o album “Dummy”.

Claro que com o tempo foram aparecendo muitas outras bandas que são referências no mundo da música nos dias de hoje, mas infelizmente poucos sabem da existência do Trip Hop. A boa notícia para quem curte, é que aos poucos começam a se formar novas bandas que além de rock, também opta em apresentar o Trip Hop, em bares noturnos. Vale uma pesquisa nos buscadores da Internet por essas bandas e locais onde se apresentam.



E onde entra o sexo?

A intenção da mistura das batidas, a melodia, as vozes é justamente despertar sensações. Geralmente um pouco lenta, mas é fácil se deixar levar pelos instrumentos e as vozes harmoniosas.  O estilo musical foi considerado, muitas vezes, como um dos mais apropriados para ouvir durante as relações sexuais.

O Trip Hop é adotado em tradicionais casas noturnas, bares de swings, e boates que exibem apresentações em pole dances, com stripers e outras modalidades. É claro, que o Trip Hop não está ligado apenas a sexo, há romance nas letras, desilusões e individualidade. 

Bandas

Talvez você conheça e quem sabe, até goste. Apenas não reconheça como Trip Hop, então vou citar algumas para você. 

- Massive Attack;
- Dido
- Portishead
- Tricky
- Denali
- Esthero;
- Lovage;
- Morcheeba;
- Smoke City;
- Shine;
- Moby;
- Lamb;
- Gorillaz;
- Hooverphnic,
- 8mm;
- Abraham;
Há ainda, muitas outras.

Minhas favoritas:


Para o Strip Tease?
Portishead - All Mine



Strip Tease ou para provocar um pouquinho
Lovage - To Catch a thief



Nas preliminares
Hooverphonic - Mad About You


Use a imaginação
Portishead - Glory a box



sábado, 11 de junho de 2011

A história das coisas

Por Joyce Barreto



O vídeo revela as relações de diversos problemas ambientais e sociais, além de fazer uma crítica ao modelo Americano, mostrando o fetichismo da mercadoria, pois tudo o que é produzido pelo trabalhador passa a ser mais importante que ele mesmo. As coisas se tornam desejo de consumo, não é necessidade, apenas algo para suprir uma vontade, na maioria das vezes criadas através da mídia.

Esse desejo torna-se insaciável, a sociedade passa a acreditar que as coisas podem proporcionar-lhes prazer e felicidade. Um exemplo também mostrado no documentário já citado neste blog é do documentário “Surplus”: tomar coca-cola, comer no MCDonald, ou mesmo ter opções diversas de canais na televisão.

As pessoas estão dispostas a trabalhar mais, para poderem consumir mais, mesmo que isso as prejudique mais tarde. No vídeo também é feito uma crítica também exposição dos trabalhadores todos os dias a toxinas prejudiciais a saúde, e ao consumo destas pelas pessoas que levam essas toxinas para suas casas, a amamentação, onde o bebê digere todos esses tóxicos desde seus primeiros momentos de vida. O governo é apontado, que deveria proteger a sociedade, mas para estes o consumismo é algo promissor e o capitalismo é algo fundamental para seu crescimento.

Fica claro que tudo isso é um sistema em crise, e os recursos naturais estão escassos, a cada dia nosso planeta está “morrendo”, e tudo isso para continuar alimentando o ciclo vicioso que é o consumismo. E quem não possui e nem compra exacerbadamente, quem não está sempre inovando seja na moda ou na tecnologia não tem valor na sociedade, é fácil perceber quem não está contribuindo para esse tal ciclo.

Detalhes do vídeo:

Não pagamos o preço verdadeiro dos produtos, e no vídeo como exemplo é citado um rádio de custo U$ 4,99 que passa por diversos processos como desde sua fabricação até a transportação a loja que foi posto a venda.

Podemos analisar  a produção de sapatos na Indonésia e nas Filipinas, são feitos por crianças entre 12 e 16 anos, que trabalham 14 horas por dia para ganharem apenas alguns trocados do preço de vendas dos produtos, os sapatos são vendidos por 100 euros, mas na realidade custam mesmo 5 euros.

Dica: assista THE EDUKATORS

A sociedade se deixa manipular a tudo o que induz ao consumismo, porque na verdade é essa a fantasia que cada um tem sobre a felicidade, é comprar, adquirir coisas que serão jogadas fora em breve e pelo costume, será comprado um igual novamente, só que mais sofisticado, e isso só tende a desenvolver cada vez mais.

O ser humano sem perceber se coloca apto, a trabalhar mais, recebe seu salário, se deixa levar pelo que a mídia impõe, consome muito e está sempre exausto, sem tempo para si próprio, quando percebe, tem a saúde comprometida devido aos anos de trabalho,  ao tal consumismo que aparentemente é inofensivo, e perdeu parte da sua vida trabalhando apenas para sustentar este vício.

sábado, 28 de maio de 2011

Redes Sociais viram os currículos de Profissionais

Por Joyce Barreto Chicon
publicado no Jornal Universitário Expressão
Jovens usam o Facebook para buscar
novas oportunidades
O número de usuários das redes sociais aumentou significadamente de 2008 ao início de 2011. Orkut, Facebook, Twitter, Linkedin e outros sites de relacionamentos são febre entre os internautas e todos os dias ganham novos membros. Mas o que era apenas distração virou coisa séria. Atualmente, as redes sociais são também ferramentas de contratação de funcionários para as empresas de grande, médio e pequeno porte.

As redes funcionam como verdadeiros currículos virtuais. A advogada especialista em Direito digital, Gisele Truzzi, afirma que a busca por profissionais através dos meios digitais. É cada vez mais frequente: “é comum que as empresas que recebem o currículo de um candidato faça pesquisas sobre ele na internet”.

Além de montar um perfil profissional, é possível adquirir um bom networking (rede de contatos), conquistar e fidelizar clientes. Mas não basta incluir dados pessoais e adicionar várias pessoas. O perfil deve conter as informações necessárias e sucintas, é importante que o candidato analise as exigências e políticas da empresa em que tem interesse. Tudo deve ser de acordo com a área profissional que ele pretende atuar. A advogada explica tudo o que o usuário deve saber na hora de ingressar nos meios de comunicação online.

Análise de Perfis

Cada site tem sua peculiaridade, mas o objetivo é praticamente o mesmo: conectar pessoas, proporcionar interatividade, publicação de conteúdos e divulgação de informações. “São nestes pontos que os profissionais devem ficar atentos. O perfil pode dizer muito mais sobre ele do que seu próprio currículo. Pois, se ele não tiver cautela na publicação de fotos e mensagens, podem se autodesqualificar em uma análise”, alerta Gisele.

A gerente de uma rede de óticas, Alexsandra da Silva, conta que, quando seleciona os currículos enviados por e-mail, consulta blogs que muitas vezes os candidatos incluem em suas informações, e busca seus perfis na internet através dos nomes e e-mails deixados. “O candidato se torna mais atraente quando as informações do documento enviado são proporcionais ao que ele divulga em sua rede”.

São levados em consideração os interesses do profissional e como funciona sua rotina, é muito comum as pessoas enviarem um currículo perfeito, mas, possuir um perfil nada atrativo. “Já aconteceu de eu receber bons documentos, mas quando fui mais afundo na pesquisa, achei o perfil com um vocabulário empobrecido e ofensas a outros membros. Não é a postura que desejo em um profissional para trabalhar comigo e com a minha equipe”, conta Alexsandra.

Segundo a advogada, na hora da busca de informações do candidato, vale tudo. Além dos sites de relacionamentos, os fóruns de discussões na web, videologs, fotoblogs também são alvos da procura. Os contratadores buscam veracidade e cautela dos candidatos.

O perfil ideal

Tanto o candidato a uma vaga quanto o profissional já inserido no mercado devem ter bom senso ao participarem de redes sociais, para não prejudicarem sua imagem no meio corporativo, consequentemente para preservarem também a reputação da empresa para a qual trabalha. “Se a pessoa usa as redes por uma questão pessoal então deve optar pelas configurações de privacidade que cada rede oferece. É necessário evitar a exposição excessiva”, aconselha Gisele.

Para que a empresa entre em contato com os candidatos, é interessante que existam informações como e-mails para contato, Skype para quem utiliza, interesses culturais, projetos e portfólios do que já executou em seus trabalhos anteriores. Obter uma boa escrita está dentro dos pré-requisitos dos profissionais de recrutamento.

Entrevistada: Gisele Truzzi - www.truzzi.com.br

Esta matéria saiu no Jornal Universitário Expressão, na editoria Científica. Saiu também na revista 7dias com você na edição 416.

domingo, 13 de março de 2011

A filosofia para novas e boas mudanças

Templo Zulai em Cotia
Foto por Joyce Barreto chicon
Sempre muitas mudanças acontecem em nossas vidas. É essencial abrir espaços para o novo, somos seres que estamos sempre em adaptação com o mundo e o mais importante, sempre aprendendo a lidar com a vida.

Chega uma hora que é necessário um empurrão para acordar e percebermos que não faz mais parte das fases em que os erros são esquecidos. É difícil admiti-los, mas se não olhar para eles com maturidade e tomar uma atitude, é impossível evoluir.

Passar por problemas que muitas vezes parecem não ter solução, enfrentar obstáculos que parecem não ter fim, viver uma grande decepção e desilusão, fazem pessoas se perguntarem os motivos de tantas provas. Algumas são fracas demais e vivem em depressão, sem autoestima alguma, se culpando e blasfemando.  Algumas são até covardes demais e perdem o sentido da vida.

Esse é o maior erro do ser humano, que prefere não enfrentar os desafios da vida, bater de frente com os problemas, e não entender que errar faz parte da vida e é o que enriquece nosso conhecimento, errar é a forma de aprender a fazer a coisa certa. As pessoas precisam aprender com seus erros e não tampar os olhos para eles, e até repeti-los diversas vezes.

Buscar novos caminhos e novas filofias para seguir é muito importante para o crescimento pessoal.

Há muito tempo atrás conheci a filosofia budista e me identifiquei, de forma que frequentar os templos, onde os monges oferecem mensagens de paz, harmonia, amor e sabedoria. Me fez refletir mais sobre o meu eu, e querer sempre buscar melhorias para minha vida.
Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon

A mensagem que me entregaram foi:

Se não sabemos nos aceitar, ou nos sentimos incomodados com as outras pessoas. Não temos força e nem fé para aacreditar em algo maior. São pessoas fracas assim que só lembram de Deus quando estão passando por algo ruim, e simplesmente pedem e promete.
Não faça promessas a Deus, a santos e para quem mais você acredita. Faça para você mesmo, se você conseguir cumprí-las corretamente, está a um passo de começar a entender o próximo, e a Deus, se é nele em quem você acredita!
A primeira prova e bem difícil é a aceitação de si mesmo, a segunda é passar a ver os outros com admiração e respeito. Por último é compreender e tentar ganhar o dom da convivencia!
Provas difíceis, metas traçadas, e desistir seria covardia consigo mesmo.

O templo

Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon


Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon


Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon


Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon


Templo Zulai
Foto por Joyce Barreto Chicon

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Livro: Feliz ano velho

O livro
 

Feliz ano velho é um fenômeno editorial publicado pela primeira vez em dezembro de 1982, desperta interesse em leitores exigentes e eventuais. Explicar esse fenômeno é puro exercício de ficção.
 
Talvez sua linguagem coloquial sintética e inovadora, num estilo precursor que até hoje influencia novos escritores, seja um elemento da fórmula bem-sucedida.
 
Ou quem sabe a trama, o carisma do narrador, ou os personagens bem construídos.
 
Marcelo, o narrador, é um jovem á procura de um ideal: superar com humor e verdade alguns traumas de sua vida como o desaparecimento político do pai, o deputado socialista por São Paulo, Rubens Beirodt Paiva, em janeiro de 1971, e o acidente que o deixou deficiente aos 20 anos de idade, em dezembro de 1980.
 
Marcelo conta sua história com maestria, revelando sentimentos que o ligam a sua geração. A sinceridade sem limites do autor e a forma como destrincha alguns temas da época tocam com sutileza em alguns tabus, entre eles o erotismo.
 
O livro foi traduzido para diversos idiomas esteve quatro anos em primeiro lugar nas listas dos mais vendidos, garantindo ao escritor e jornalista Marcelo Rubens Paiva, reconhecimento e os mais importantes prêmios literários brasileiros – como jabuti e Moinho Santista – colocando-o no hall dos escritores contemporâneos de maior prestígio.
 
Adotado em muitas escolas e faculdades, dentro e fora do Brasil, foi adaptado para o cinema pelo diretor Roberto Gervitz com a produção da Tatu Filmes e, para o teatro por Alcides Nogueira, com a direção de Paulo Betti.
 
Feliz Ano Velho não é só um ato de amor à literatura, é também o gosto e a coragem de viver.
 
 
O autor
Palavras de Marcelo Rubens Paiva
 
“Há uns anos, eu estava num corredor do congresso, em Brasília, e fui parado por Ulysses Guimarães, deputado símbolo da redemocratização. Ele veio correndo, como um garoto, pegar meu autógrafo. Disse que Feliz Ano Velho era um dos seus livros de cabeceira.
 
Xuxa já disse, numa entrevista, que meu livro era um dos seus favoritos. Antônio Houaiss e Thiago de Mello já me escreveram cartas elogiando o livro. Recentemente, Carla Perez, a nova musa brasileira, elegeu Feliz Ano Velho como seu livro preferido - e ela tinha cinco anos quando foi publicado pela primeira vez.
 
Não sei qual o segredo para agradar loiras e troianos. É um livro que fugiu do meu controle. É mais sedutor e Carismático que o próprio autor como um garotão cheio de amor para dar, segue sozinho seu caminho. Agora debuta. Faz 15 anos de vida e ganha um edição com fotos do arquivo da família. Parabéns Feliz Ano Velho..."
 
Opinião:
 
Há 10 anos me recomendaram a leitura deste livro, eu li e adorei. O livro trata da tragédia que ocorreu na vida do autor que o deixou paraplégico, ele descreve como tudo aconteceu, e como foi enfrentar todo esse drama de frente. Ele descreve com certo humor, e dá uma baita lição de vida no leitor.
 
 
É possível encontrar esta obra em sebos, de uma procurada, a leitura realmente é ótima!
 
 
Posted on quarta-feira, janeiro 05, 2011 | Categories:

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Ainda assim...



Na madrugada as vozes se calam,
E os meus pensamentos se manifestam
Ora triste, ora feliz
Eu aprendi com quem sempre me diz
Que terei esplendor no amor.

Mais se ganha do que se perde
É o sabor do que é aprender a viver
Minha alma se entristece quando
A esperança desaparece
Aqui minha missão é aprender.

O sofrimento é amante da paixão
O amor é a doença sem cura
Cicatriza, mas ainda existe amargura
As lágrimas que rolaram silenciaram o grito de dor
Ainda assim não deixarei de acreditar no amor
Ah, que feliz se encontra o meu coração!

(Joyce Barreto Chicon)
Posted on sexta-feira, dezembro 24, 2010 | Categories:

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Esperança

Giverny, Monet

Dentro de um abismo interno
me perco facilmente em meus pensamentos,
e quando me dou conta, não consigo me encontrar.
Não me movo e me entrego, são lágrimas que bloqueiam minhas energias
e vem a fraqueza e toma conta do que sou.


Ainda assim, acredito que nada acontece por mero acaso,
Quando tomei coragem para enfrentar o que me aflinge,
ouvi palavras acompanhadas de arrepios, que me fez acordar,
Por mais que me castiguei com a solidão, percebi que ninguém nunca fica sózinho.
Mesmo com profunda tristeza, aprendi que ninguém depende de ninguém,
que algumas pessoas nunca vão olhar para outras com respeito,
e vão sim agir por impulso e mesmo que inconscientemente ferí-las.
Mas aprendi também que somente eu posso me levantar.

Me encontro em um caminho livre e silencioso, cujo nome é esperança!

(Por Joyce Barreto Chicon)
Posted on segunda-feira, novembro 01, 2010 | Categories:

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O amor é como droga

"...algo parecido com a sensação que um viciado em cocaína experimenta quando abandona a droga."

Romeu e Julieta

Como de costume, estava folheando as páginas do jornal "O Estado de São Paulo", lendo algumas matérias que me interessam, quando me deparei com um título bem interessante.

Estudo mostra que o amor é, de fato, como uma droga
Área do cérebro associada ao vício apresenta maior atividade diante da imagem do amado
Ellen McCarthy
THE WASHINGTON POST

Um a um, os estudantes universitários que participam do estudo do psicólogo Art Aron sobre rejeição amorosa apresentaram suas histórias pungentes.
"Não consigo dormir", disse um deles ao entrevistador. "Eu fico ali, deitado, tentando imaginar o que houve e como poderia ter sido."

"Dói muito", disse outro voluntário. "Eu desmorono, começo a chorar." Um joven se perguntava: "O que é que ela quer?"
Todas as pessoas estudadas puderam explicar que estavam sofrendo. Mas, ao estudar a atividade de seus cérebros, Aron e seus quatro colegas pesquisadores descobriram que eles estavam experimentando algo parecido com a sensação que um viciado em cocaína experimenta quando abandona a droga.
"É muito material e muito real", afirma Aron, coautor de um relatório sobre o assunto publicado no Journal of Neurophysiology.

Aron, um professor de psicologia social Universidade Stony Brook, em Nova York, vem estudando o amor romântico há 30 anos. Para isso, durante a última década, ele usou uma tecnologia que faz imagens do cérebro. Dessa maneira, ele pôde examinar experiências intensamente subjetivas de uma maneira relativamente concreta.

Para realizar esse estudo, Aron e seus coautores, incluindo a antropóloga Helen Fisher, recrutaram sofredores amorosos por meio de um folheto que questionava: "Você foi rejeitado recentemente no amor, mas não consegue superar?"

Anseio. As dez mulheres e cinco homens que participaram do estudo foram entrevistados sobre seus relacionamentose rupturas. Cada um deles reportou "pensamento obsessivo e anseio por uma união emocional".

Todos disseram que pensavem na pessoa que os rejeitara por mais de 85% do tempo em que estavam acordadas. E admitiram, de diversas maneiras, que se comportaram de um jeito familiar a qualquer um que tenha sido abandonado: chorando durante horas, implorando para voltar, telefonando e passando e-mails incessantemente, bebendo demais.

Dentro de uma máquina de captação de imagens cerebrais, eles observaram fotos de seu amor perdido alternadas com a de uma pessoa neutra, como um colega de quarto. Quando os estudantes olhavam para as fotos de quem os rejeitara, havia significativamente mais atividade em duas áreas do cérebro.

A primeira é uma área carregada de dopamina que intermedeia sistemas de recompensa e também se ilumina durante os arroubos do amor romântico (mútuo) inicial. A segunda é uma área associada ao vício e à ânsia por drogas.

Para Aron, as descobertas sugerem "que, para ajudar pessoas a lidarem com esses tipos de situações, podemos querer olhar para coisas que foram úteis para tirar pessoas de vícios específicos".
Significa também que um lábio franzido, uma caixa de lenços de papel e uma caneca de cerveja não vão vencer uma mágoa amorosa aguda, da maneira como nós e os diretores de comédias românticas gostariamos.

Mas o estudo mostrou também que os sujeitos que foram rejeitados há mais tempo exibiram uma quantidade menor de atividade na parte do cérebro que afeta a ligação entre pessoas.
Portanto, nossa avó estava certa. "Isso é consistente com a noção de que o tempo cura as feridas", diz Aron.

Tradução da Celso M. Paciornic

domingo, 8 de agosto de 2010

Do livro INIMIGO RUMOR

 MUNDO MINIATURIZADO
(há muito antes do nanquim) 

uma guache de dedos ferozes
um navio, um urso, um camelo
distantes do papel centímetros

debaixo dos excessos escorridos
manchas em marcha ascendente
acesas, uma colônia de formigas

pilares do pátio através das vidraças
faróis de uma caminhoneta, o arrasto
contido de estranhas incandescências

Só então um pão com leite morno, jornais
vários manchados cheios de traços e rasgos
adultos zangados são sempre a minha casa

(Renato Mazzini nasceu em março de 1981, em Santa Fé do sul, interior de SP.) 

domingo, 25 de julho de 2010

domingo, 11 de julho de 2010

O Diário de Anne Frank - Parte II

O Sonho do reconhecimento
Anne Frank

"O Diário de Anne Frank" é um livro que particularmente tenho um grande apreço, a um tempo atrás, havia feito um post sobre o livro, na realidade havia colocado a sinopse, vídeos e fotos para que quem não conhecesse, tivesse a oporunidade de conhecer pelo menos parte do que foi a história de Anne. Mas neste post, vou colocar um trecho do diário dela, em que me chama muito a atenção.
Era uma menina de 14 anos sonhadora e mesmo muito nova, traçou diversos ideais, um dos maiores sonhos de Anne era tornar-se jornalista e escritora, ainda pensava que assim que a guerra terminasse ela iria prestar solidariedade aos necessitados. sentia-se sozinha e até desprezada pelas poucas pessoas que tinha na vida. O que surpreende mesmo era que mesmo presa por anos naquele Anexo, sonhava com o fim da guerra, que tudo ficaria resolvido, e os Judeus passariam a ser vistos como pessoas normais. Pois naquele momento não passavam de um povo perseguido, que como ela mesmo descreveu, o mundo os viam como seres diferentes.
Segue um trecho do diário da jovem:

O Diário

QUARTA-FEIRA, 5 DE ABRIL DE 1944
"...Finalmente percebi que devo fazer os deveres de escola, para não ficar ignorante, para continuar com a vida, para me tornar uma jornalista, porque é issto que desejo! Eu sei que posso escrever. Algumas de minhas histórias são boas, minhas descrições do Anexo Secreto são bem-humoradas, boa parte de meu diário é vivo e interessante, mas... resta saber se realmente tenho talento."

"... eu sempre reclamava por não conseguir desenhar, mas agora me sintofelicíssima por saber escever. E se não tiver talento para escrever livros ou artigos de jornal, sempre posso escrever para mim mesma. Mas quero conseguir mais do que isso. Não consigo me imaginar vivendo como mamãe, a Sra. Van Daan e todas as mulheres que fazem seu trabalho e depois são esquecidas. Preciso ter alguma coisa além de um marido e filhos a quem me dedicar! Não quero que minha vida tenha sido em vão, como a da maioria das pessoas. Quero ser útil ou trazer alegria a todas as pessoas, mesmo àqueles que jamais conheci. Quero continuar vivendo depois da morte! E é isso que agradeço tanto a Deus por ter me dado este dom, que posso usar para me desenvolver e para exprimir tudo que existe dentro de mim!

Quando  escrevo consigo afastar todas as preocupações. minha tristeza desaparece, meu ânimo renasce! Mas - e esta é uma grande questão - será que conseguirei escrever alguma coisa grande, será que me tornarei jornalista ou escritora?..."


Algumas palavras são fortes, isto porque parte do que esta menina de apenas 14 anos de idade desejou, tornou-se realidade. Não da forma como ela imaginou, talvez se fosse, teriamos grandes obras de Anne Frank, mas tornou-se conhecida por muitas pessoas que ela jamais conheceria, pessoas do mundo inteiro.

"O diário de Anne Frank" é mais uma lembrança da terrível guerra, é um material impresso que nos faz refletir e pensar sobre a força de um desejo. E Anne foi um exemplo disto. Seu diário é também um importante conteúdo que faz com que as pessoas lembrem-se do holocausto e não se esqueçam nunca! Coisa que alguns países como os do Oriente Médio se nega a crer, o presidente iraniano Mahmoud  Ahmadinejad, afirmou que isto não passa de mais uma farsa da História, ainda, em escolas essa parte da história está sendo extinta dos livros didáticos, para que as próximas gerações não acreditem na tragédia que aconteceu. E o pior disso tudo, é que realmente tem pessoas que se nega a crer nesse fato, e acha um absurdo aqueles que creem. Imagine quantos gênios, ídolos, e grandiosos nomes foram perdidos cruelmente no Holocausto.


Imagens 


Monumento em Amsterdão de Anne Frank

A passagem secreta

Esquema da casa e o esconderijo

Peter Van Pels (um jovem judeu que vivia no anexo com Anne, era seu grande amigo e amor)


sexta-feira, 21 de maio de 2010

Acróstico Romantica

Reencontrei motivos para viver,
O lho para a frente, e consigo ver grandes realizações,
Meu s sonhos ainda vivem com força dentro de mim, e posso dizer,
Amor de verdade, é quando nos amamos em primeiro lugar e aprendemos as lições!
Não podemos amar nada e nem ninguém se não nos amarmos e fazer
Tudo o que necessitamos para ser feliz
Infeliz eu fui quando pensei em acabar com tudo, agora virou passado o que já fiz!
Conheci a felicidade quando finalmente olhei para mim
Agora aprendi o que é amor, sou uma romântica enfim.


Por Joyce Barreto Chicon
Posted on sexta-feira, maio 21, 2010 | Categories:

sábado, 3 de abril de 2010

O diário de Anne Frank

Annelisse Maria Frank ou Anne Frank, uma adolescente judia que viveu a segunda guerra mundial, passando boa parte escondida em um esconderijo com outros judeus, era um anexo de um casarão. Onde registrou todos seus momentos e opiniões em um diário, do qual ela chamava de Kitty. Anne, falava dos medos, da convivência com a família e os outros judeus escondidos com ela, sobre seu crescimento, suas emoções e descobertas.

Após a guerra e depois de descoberto, o diário virouem um livro já lido por milhares de pessoas em todo o mundo. A primeira edição foi publicada em 1947. Alguns trechos em que a menina falava de sua sexualidade e também outros comentários foram cortados por seu pai, que achou melhor não divulgar estas informações, em respeito a Anne.

Quem lê O diário de Anne Frank se emociona com a força que a jovem teve durante o tempo que se manteve escondida, ela descrevia e narrava tudo o que conseguia ouvir, e ver além do que estava no esconderijo. Lá havia um pequeno rádio, do qual eles ouviam as notícias, e conseguiam saber tudo o que se passava sobre a guerra.

Quase no final da guerra, soldados da SS conseguiram descobrir o esconderijo, e levou Anne e as outras pessoas para um campo de concentração. A menina tinha 15 anos quando morreu, mas deixou sua história. Hoje em Amsterdã existe um museu em homenagem a ela, além de um monumento dedicado a ela.

Vídeo com imagens do Holocausto e a vida de Anne Frank


Imagens de Anne Frank





Veja como era o anexo (esconderijo)


Leia mais em: http://www.starnews2001.com.br/anne-frank/diary.htm

segunda-feira, 15 de março de 2010

Chega de idas e vindas

Especialista dá dicas para resolver os conflitos do passado e reatar o relacionamento ou desistir de uma vez por todas de um amor perdido
 
Em Tempos modernos, Leal (Antônio Fagundes) e Hélia (Eliane Giardini), estão dando mais uma chance para um amor do passado. Depois de tapas e beijos, idas e vindas, brigas e recaídas os dois estão juntos novamente. Há quem diga que isto só acontece em novelas, mas relações mal resolvidas são muito comuns na vida real.  E vários casais continuam se amando mesmo após anos separados. Segundo o psicólogo Alexandre Bez, estes casos acontecem principalmente quando ambos não têm maturidade para manter uma relação séria.  Os pombinhos da novela da sete estão tendo uma nova chance, mas ainda existem vários segredos a serem revelados já que Hélia esconde um filho que é fruto desse velho amor. Será que essa relação cheia de mistérios vai para frente? Se você também vive esse dilema descubra qual o caminho para uma reconciliação duradoura ou quando é a hora de partir para um novo amor de verdade!

Da ficção para a realidade
Assim como na ficção, na vida real, muitos casais se continuam se amando, mesmo separados. É o caso de Akemi e Felipe Alves, eles ficaram dois anos separados, ela em Tóquio, no Japão e ele em São Paulo.  “Até que ela resolveu vir pra o Brasil e nós conversamos e acertamos os ponteiros. Fato é que eu nunca deixei de amá-la”, declara. Hoje os pombinhos estão felizes juntos, mas têm que enfrentar a saudade. “Eu estou estudando no interior e não posso levá-la comigo. Termino o meu curso no ano que vem, enquanto isso ela me espera no nosso antigo apartamento na capital”, conta o engenheiro agrônomo.  Conviver com a distância só prova que os dois estão mais maduros e mais apaixonados do que nunca. Mas, nem todos conseguem resolver os problemas e dar uma segunda chance ao amor. “Há pessoas que se gostam, mas não sentem-se preparados para se amarrar”, comenta o psicólogo. A assistente de marketing Alda Santos já passou por essa situação.“Meu ex-namorado me amava, mas era imaturo demais para namorar. Acabamos terminando por esse motivo”, lembra. Se o relacionamento de Alda teve realmente um ponto final, isso só o tempo dirá. A moça ainda não descarta a possibilidade de reconciliação. “O casal pode se repetir, mas o momento é outro. A vida não se repete, nem as situações amorosas. Pode ser que o que não deu certo no passado seja resolvido no futuro com o amadurecimento dos dois”, conclui Bez. Exatamente como na trama de Bosco Brasil. Para que o romance dê certo desta vez, eles vão ter que pensar nas diferenças um do outro e tentar se adaptar com manias e costumes. É esperar para ver!

Recaídas em xeque
Segundo o psicólogo, as recaídas nem sempre são saudáveis. “Pessoas que vivem relembrando o passado e não se desligam de amores antigos costumam ter problemas psicológicos ligados ao ego. Estas pessoas normalmente têm medo de sofrer, de ficarem sozinhas e são muito inseguras”, analisa Bez. Segundo ele esse tipo de relação na maioria dos casos não dá certo. Mas existe também outro tipo de recaída, aquelas que não são tão freqüentes e que, segundo o psicólogo, acontecem porque ambos sentem saudade do romance “Se as pessoas se encontram depois de muito tempo e percebem que ainda existe um sentimento e que na época em que ficaram juntos não eram maduros o suficiente para manter a relação, acabam tendo as famosas recaídas e podem até reatar. Mas é importante tomar cuidado para não confundir os sentimentos”, explica o especialista.

Hora de partir para outra!
Foi o que aconteceu com Daniela Andrade, o romance vai e volta acabou quando ela percebeu que já não existia mais amor e que não havia motivos pra protelar o fim do romance. “Vivi um namoro cheio de idas e vindas. Até que percebi que não valia mais a pena e parti para outra. Hoje estou muito feliz ao lado de outro homem”, conta. Chega a um ponto que os dois tem experiências de vida suficientes para aceitar que o relacionamento desgastou e encarar os fatos. “Faz parte de qualquer relacionamento fantasiar e planejar o futuro, isto quando já existe uma confiança no outro e os planos partem dos dois. Mas com um tempo acontecem desentendimentos que afastam o casal e um já não agüenta mais a convivência com o outro, por mais que exista um sentimento, ambos não sabem aceitar suas diferenças”, explica Bez. Neste caso, nem adianta insistir, o relacionamento está fadado ao fracasso. “Quando o casal resolve tentar novamente, precisa pensar se vale a pena. Será que você não está se iludindo por um sentimento que já teve? Existem relacionamentos que não devem ser retomados, pois as pessoas envolvidas não mudaram e algumas atitudes vão se repetir e criar problemas novamente, pense se você tem maturidade para conviver com o que incomodava antes. Se a resposta é sim, então vale tentar mais uma vez”, sentencia. Mas, se a resposta for não, já está mais do que na hora de partir para outra, conclui.