segunda-feira, 16 de julho de 2012

O avesso da Pátria na 10ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP

Na 10ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty - FLIP, uma das palavras que vi foi "O avesso da pátria" com Dany Laferrière e Zoé Valdez. Dedico este post com uma matéria publicada no Estadão no dia 06/07/2012. Sobre Dany Laferrière falando sobre sua aversão ao  nacionalismo. Espero que gostem

Dany Laferrière na 10ª edição da FLIP
Foto por Joyce Barreto Chicon

Dany Laferrière fala sobre sua aversão ao nacionalismo e lança livro na Flip

O haitiano participa da mesa 'O Avesso da Pátria' em Paraty e lança o livro 'Como Fazer Amor com Um Negro Sem se Cansar'

Com 27 anos de atraso, o livro Como Fazer Amor com Um Negro Sem se Cansar, do haitiano Dany Laferrière, chega ao Brasil no momento em que seu autor participa da 10.ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Laferrière concedeu entrevista ao Sabático lembrando que, ao escrever o livro, não tinha só em mente autores ligados à geração beat, sejam eles os protagonistas ou coadjuvantes do movimento literário liderado por Jack Kerouac, cujo mais famoso título, On The Road, foi filmado pelo cineasta brasileiro Walter Salles. A retomada dos ideais da beat generation mais de meio século após sua eclosão pode ser entendida como uma resposta à padronização cultural ditada pela nova ordem do mundo globalizado, que trocou a liberdade pela segurança. Laferrière é o oposto dessa cultura: ainda jovem, lutou contra a ditadura de Jean-Claude Duvalier, mais conhecido como Baby Doc. O pai já vivia no exílio e o filho não teve escolha além de seguir seus passos, em 1976, quando um amigo jornalista, Gaston Raymond, foi assassinado pelos Tontons Macoute, grupo paramilitar mantido pelo regime de Duvalier.

Morando em Montreal, Laferrière veio a Flip para conversar, neste sábado, 7, às 17h15, com a escritora cubana Zoe Valdés justamente sobre o que significa ser nacionalista (palavra que odeia) num mundo que se pretende sem fronteiras. Na terça-feira, dia 10, já encerrada a Flip, ele discute um tema ainda mais interessante, A Literatura e a Reinvenção do Eu, às 20 h, no Teatro Eva Herz (Livraria Cultura da Avenida Paulista).

Reinventar o eu é com ele mesmo. Após deixar o Haiti, Laferrière trabalhou como faxineiro de aeroporto e em uma fábrica de tapetes, onde vivia cortando as mãos e os braços, até que os colegas o ajudaram a arrumar um lugar melhor e seguro para que pudesse escrever seu primeiro romance. Foi assim que surgiu Como Fazer Amor com Um Negro Sem se Cansar. Transformado por Jacques Benoit no polêmico filme (homônimo) que provocou certo barulho em seu lançamento americano, o livro, apesar de ter como principal personagem um aspirante a escritor, não é autobiográfico. No entanto, muitas das opiniões sobre relações inter-raciais do protagonista são divididas pelo autor. No livro, o escritor fictício divide com seu amigo preguiçoso um minúsculo apartamento em Montreal. Velho é como o chama seu amigo Buba, que passa os dias dormindo, lendo o Corão ou ouvindo jazz. O objeto mais precioso de sua propriedade é uma máquina de escrever Remington, que ele comprou de segunda mão e julga ter pertencido a um ícone da literatura negra (teria sido Chester Himes?).

O livro é repleto de citações a autores que Laferrière ama: além de Himes, Baldwin, Henry Miller, Bukowski. A lista dos favoritos é imensa e inclui Mishima, Joyce Carol Oates, William Styron e, claro, Salinger. Qual máquina de escrever usada ele compraria? Provavelmente aquela que pertenceu a Bukowski. "Ele e Borges são meus autores preferidos."

Jornalista no Haiti, Leferrière escrevia para um suplemento cultural quando teve de deixar seu país, na Olimpíada de 1976. Fixando-se inicialmente nos EUA, onde nasceu a primeira das suas três filhas, ele tentou sobreviver lá por 12 anos como escritor, mas acabou voltando ao Canadá em 2002.

Apesar de ter escrito seu primeiro livro sobre as aventuras sexuais de um negro com loiras de apelidos engraçados, Laferrière garante que jamais se sentiu parte de uma minoria. Nem gosta que alguém o chame de escritor haitiano. "Sou escritor e sou haitiano, mas isso não significa que tenha de defender uma causa." No Canadá, diz, a cor da pele não importa muito, embora seu narrador discorde dele. No começo dos anos 1980, época da ação de Como Fazer Amor..., o narrador diz que a "grande era negra" já passou. Ao negro, conclui, só resta se reinventar, "ejacular petróleo". Se você quer um resumo da guerra nuclear, continua o protagonista, "ponha um negro e uma branca na mesma cama". O ódio no ato sexual "é mais eficaz do que o amor".



Laferrière lutou contra a ditadura de Jean-Claude Duvalier em seu país e é oposto aos "beats"
Por Estadão de São Paulo

É certo que, por aquela época, Laferrière já havia lido James Baldwin, o que pode ser atestado por algumas das ideias expressas no romance inaugural do haitiano, que traz ecos de Da Próxima Vez, o Fogo, manifesto de afirmação racial escrito em 1963 pelo autor de Giovanni (livro gay de amores inter-raciais). "Baldwin é preciso, assertivo, mas também lírico", diz Laferrière, definindo o americano como um produto de sua época e "um tanto obcecado por essa questão de raça". Hoje, conclui, "o mundo não é tão regulado por conflitos raciais". Não que eles inexistam. "Só que essa não é a preocupação central do século 21".

Já o recrudescimento de movimentos nacionalistas preocupa Laferrière. "A vida não é uma questão de nacionalismo, mas de respeito ao próximo." Foi isso que motivou o escritor a produzir L’Odeur du Café, registro autobiográfico proustiano em que a madeleine de Laferrière é o café preparado pela avó do escritor. Esse récit d’enfance traz lembranças descontínuas e incertas que são ao mesmo tempo reveladoras da formação de um sentimento nacionalista posteriormente abjurado pelo haitiano, que diz ter nascido como escritor em Montreal. Isso não significa que ele defenda a francofonia ou a cultura canadenses. "Sou contra fronteiras e a francofonia representa mais uma, entre muitas."

Como autor migrante, Laferrière escreveu outro relato autobiográfico pouco convencional, Pays Sans Chapeau, romance em que ele cruza o rio Styx, ou seja, o rio dos mortos, para narrar como é a vida do outro lado. É uma parábola sobre a travessia que empreendeu até chegar aos EUA. Reafirma também a total ausência de nostalgia do mundo que conheceu no Haiti, exceto pelas boas lembranças da infância, como a imagem de sua avó na varanda da casa ensolarada e o cheiro do café. Quanto ao misticismo haitiano, ele não deixou marcas profundas em Laferrière. "Minha mitologia é a liberdade, e a literatura, nesse sentido, foi generosa por me oferecer uma oportunidade de viver uma outra vida além da real."

Borges, segundo Laferrière, é outro exemplo de alguém que se reinventou por meio da literatura, assim como Bukowski. "Ambos têm um estilo conciso e um gosto particular pelas metáforas." A análise do procedimento retórico do argentino em comparação com a sua literatura e a de Bukowski pode parecer chocante, mas o haitiano insiste que, como Borges, também tomou vidas emprestadas para contar sua história. "Tenho uma tia que vive me dizendo que eu não escrevo as coisas tais quais elas acontecem, mas é assim que as vejo e é isso o que importa, afinal, em literatura."

O que interessa, diz ele, é o poder subversivo da retórica. "Ao escrever Como Fazer Amor..., pensei muito em Montaigne, em como poderia mudar a proposição ‘eu te amo’ por ‘eu te desejo’, pois você pode detestar alguém, mas desejá-lo com igual intensidade." Laferrière pensava e em loiras que sentiam atração por homens negros. "Invertendo a lógica do racismo, mudando a equação da força percebi que era possível escrever uma sátira sobre as diferenças sociais e o abismo entre as classes sem fazer um discurso político." Seu lado ensaístico, adianta, só virá no livro que escreve (Notas para Um Jovem Escritor), conselhos que, aos 59 anos, resolveu dar aos aspirantes a literatos.

O Livro

Como fazer amor com um negro sem se cansar

(Tradução de Heloisa Moreira e Constança Vigneron, Editora 34, 152 páginas, 35 reais) Escrito pelo haitiano Dany Laferrière em 1985, mas inédito no Brasil, causou controvérsia na época de seu lançamento e quando foi transformado em filme dirigido por Jacques W. Benoit. Primeiro, por causa do título, mas também pela história, que fala sobre dois jovens outsiders vivendo em Montreal, no Canadá, nos anos 70. Ambos negros africanos exilados, um aspirante a escritor que vive várias aventuras amorosas, e outro que só pensa em dormir, ouvir jazz e recitar o Corão, eles viverão várias aventuras no verão de uma época de experimentações mil. O livro combina humor, erotismo, poesia e violência para dar voz a esse diálogo intenso, que tem como trama central as diferenças entre as culturas de origem dos personagens.

Fonte: RevistaVeja


terça-feira, 3 de julho de 2012

Tem grana extra no seu armário


Você já parou para pensar que todas aquelas suas roupas, sapatos, bolsas, cintos e demais acessórios que você tem guardados há tempos dentro do seu guarda-roupa podem lhe render um dinheirinho e te ajudar a acabar com suas dívidas?

Por Joyce Barreto Chicon


Muitas pessoas almejam abrir seu próprio negócio, mas para muitas parece uma realidade distante, ou até impossível. Saiba que sua renda extra pode estar mais perto do que você pensa. Sabe aquelas peças que estão enterradas há um bom tempo no seu guarda-roupa, coisas que você comprou e nunca usou, tem aquelas que você utilizou apenas uma vez e nem se lembra mais. Está na hora de fazer uma faxina no seu armário e transformar tudo em dinheiro.

A ideia dos bazares em casa ou os brechós pela internet tem se tornado uma verdadeira febre e tirado muita gente do sufoco. Isso porque as peças que você não vê mais graça pode ser exatamente o que outras pessoas procuram.

A sua intenção é lucrar, então faça as coisas corretamente, preste atenção em cada detalhe, comece com uma faxina, reúna tudo o que não lhe serve mais, peças que você não usa. E cuidado com o apego material, essa é a hora que você deve deixar de lado a mania de acumular coisas por qualquer motivo, estava lá sem uso, não é agora que você vai encontrar utilidade, a menos que seja, LUCRAR.


Hora da faxina




Já se foi o tempo em que pessoas tinham preconceitos com os brechós, eles são ótimas alternativas para você comprar algo útil e por um preço menor. Mire-se nesse seleto público e transforme as suas peças novas e inutilizadas em produtos rentáveis, sem dó nem piedade.

Uma dica é que você utilize caixas de papelão, ou sacos plásticos para separar as peças por tamanhos e estilos, roupas que amassam com facilidade, você pode separar em cabides.

Não tenha dó de se desfazer das coisas, vale tudo: roupas, calçados, livros, móveis, acessórios... Peças como camisa branca, jeans, vestidos e saias de tecidos leves, couro e sapatos são os mais procurados e fáceis de vender.


Como iniciar?


Tem um espaço sobrando na sua casa? Pense bem, garagem grande, um quintal com bastante espaço, um cômodo isolado, ou qualquer espaço que você possa limpar e de maneira organizada montar o seu brechó. Para que tenha sucesso, é necessário que o ambiente escolhido tenha uma boa aparência, seja aconchegante, arejado e acima de tudo limpo.

Dica: Para ter um bom retorno, talvez você tenha que investir um pouco. Compre papel de parede, prateleiras, monte um provador, se necessário tapetes e banquetas ou pequenas poltronas para acomodar seus clientes. Quer conquistar com um atendimento diferenciado? Deixe cafezinho pronto em um local estratégico, copinhos e água para que eles possam se servir.

Não tem espaço em casa? Existem algumas alternativas para te ajudar, a internet, muitas pessoas desenvolvem blogs e sites e vendem tudo online, algumas usam até suas redes sociais, e fica por sua conta sair divulgando por aí. Mas se ainda sua ideia é algo físico, então vamos lá. Consulte a igreja de seu bairro e veja se eles fornecem espaço para um bazar, algumas fazem isso, mas existe uma divisão para fins beneficente.

Divulgue




Nenhum negócio decola, se você não tem uma boa lábia e não ter ideias para divulgar. Comece contando sua novidade para parentes, amigos e vizinhos. Que tal agendar um dia e reuni-los para um chá da tarde, ou algum evento de sua preferência, é nesse encontro que você vai começar a promover o seu brechó.


Brechó virtual



Para começar, procure um site gratuito como blogs que são fáceis de organizar. Pense em um nome atrativo e de fácil memorização. Tire foto e transfira para sua página. É importante que elas estejam em ótima resolução, com valor, descrições e formas de pagamento para evitar dúvidas nos clientes. Para fidelizar seu público, realize promoções e esteja sempre muito bem atualizada. Sempre!




Como ter o melhor preço

Cautela na hora de definir os preços dos produtos. Não cobre o mesmo valor que pagou, mesmo que não tenha usado uma unica vez. Lembre-se que roupa é igual carro: saiu da loja, perde o valor. A ideia é atrair compradores. Para não ter despesa com lavanderias é importante que as peças estejam em ótimas condições. Avalie pequenos defeitos, conservação, detalhes, tecidos, época e marca. É fundamental ter espírito empreendedor, mostre seus produtos, destaque os detalhes, fale deles como peças unicas, combine peças retro com atuais e mostre seu diferencial. 


Mire nos exemplos
www.ararareformada.blogspot.com 
www.lolitabrecho.blogspot.com 
www.dasmarka.com 





sexta-feira, 22 de junho de 2012

Mentes cansadas e perigosas


Respire fundo e conte até 10. Lembre-se: o estresse só vai te deixar fora do controle e trazer consequências muito sérias à sua saúde

Por Joyce Barreto Chicon




O estresse é um estado que prejudica o desempenho das pessoas, seja no trabalho, nos estudos ou em seus relacionamentos. O nervosismo é uma das maiores fontes da ansiedade que acaba tirando suas noites de sono e lhe deixando mais sensível e emotivo. E só para lembrar, são nesses momentos que ficamos mais impulsivos. Portanto, procure separar mais as coisas, por mais difícil que seja, tente não levar os problemas do trabalho para casa.

Esse é um grande erro entre os estressados de plantão. “Os problemas de ordem emocional prejudicam não só o humor como a saúde. Ele pode gerar diarreia, dores de estomago, de cabeça e ainda pior, ser responsável por uma depressão. Alguns problemas que já podem fazer parte da genética da pessoa podem ser acelerados por causa desses distúrbios emocionais, como enfarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral), mas isso não significa que uma depressão ou o estresse mental está ligado diretamente com esses sintomas”, explica a psiquiatra da saúde mental da mulher, Renata Camacho. 

Segundo ela, as pessoas podem moderar tudo o que fazem. Mas os ansiosos, e os que se cobram demais têm mais dificuldade de se controlar. “O problema é que geralmente essas pessoas acham que podem controlar tudo o tempo todo, e não é bem assim que funciona. Cada um deve saber que possui um limite e precisa relevar algumas situações que fogem de seu controle”, afirma a especialista. Se esse é o seu caso, relaxe e exercite a mente. Exercícios também são essenciais para lidar com os problemas e crises de estresse.

Tenha mais prazer




Tire um tempo para você e faça atividades que lhe proporcione satisfação, como ler um bom livro, ir ao cinema, ver uma peça de teatro, viajar, ir ao shopping, namorar, enfim, são coisas que trazem alivio e relaxam. É importante enfatizar que as atividades variam de acordo com o gosto e o perfil das pessoas.

Mente e corpo



Praticar exercícios físicos é, sem dúvida, muito importante para aliviar o estresse, pois as atividades liberam endorfina, tranquiliza e desperta uma sensação de bem-estar. Mas para começar a praticar, é importante haver interesse, para não gerar ainda mais insatisfações e se irritar.

Ler é bom!

Marilyn Monroe


Há quem duvide, mas a leitura ajuda a relaxar. Além de proporcionar prazer, esse exercício ajuda no desenvolvimento da mente. É, de verdade, um ótimo exercício para a memória. Escolha um bom livro e aposte nela!


Equilíbrio acima de tudo




É fácil falar, o difícil é fazer! Perdeu a paciência com o chefe, com o marido, com as dívidas, com o trânsito ou com os filhos? Calma! Respire fundo e pense bem antes de gritar e sair por aí com a cabeça a mil por hora. Tente resolver os assuntos conversando. Se não adiantar, deixe o problema de lado e vá dar uma volta ou faça algo que sabe que vai lhe distrair por um tempo. Quando se acalmar, repense no que o tirou do sério e reflita na forma como poderá resolver o assunto. O segredo está em pensar antes de agir ou falar para não magoar as pessoas que gostam de você.

Mude suas atitudes




A mudança de alguns hábitos ruins é fundamental para aliviar o estresse mental. Tente dormir mais, se alimentar melhor e manter uma boa convivência com as pessoas ao seu redor. Mude com você mesmo, cuide-se sempre. Segundo a psicóloga, a partir do momento que você está feliz consigo mesma, terá mais prazer e satisfação mental. Portanto, alie-se a paciência e ao bom humor, suas atitudes, podem melhorar muito seu dia a dia.




Posted on sexta-feira, junho 22, 2012 | Categories:

terça-feira, 19 de junho de 2012

Segurança dos cartões

Simples precauções antes de dar o “enter” no carrinho de compras podem preservá-lo de muitas dores de cabeça
 
Por Joyce Barreto Chicon
 
É prático, cômodo, facilita a vida e nem precisa sair de casa para ter o que precisa. Comprar, pagar contas e verificar saldo e extratos bancários pela internet já é uma necessidade vital, mas por trás de tantas facilidades, perigo: seu cartão pode ser clonado e um fraudador pode devastar a sua conta bancária e seus limites de crédito num piscar de olhos. Portanto, não vacile. Segundo o advogado Marcos Diegues, do Procon, não se pode afirmar que os sites são 100% seguro. “É necessário pesquisar sobre o site antes de efetuar compras. Consulte a ficha da empresa nos órgãos de defesa do consumidor para saber se há reclamações registradas”, ensina.
Métodos seguros

Antes de sair cadastrando o número e senha do seu cartão de crédito, é necessário conhecer algumas formas básicas de proteção virtual, que proporcionam mais garantia para sua compra.

Existem mecanismos na internet que indica maior segurança, por exemplo, algumas vezes é possível notar um pequeno cadeado no rodapé dos sites, ou então no protocolo da página, se constar HTTPS:// também é um indicador de maior confiabilidade, do que os que são apenas HTTP://. Passe a reparar estes detalhes quando entrar em algum site para consumo.

Outro item que deve ser analisado são as informações que a página, como o endereço, telefones, CNPJ da empresa, responsáveis e outros dados que facilite o cliente conhecer melhor o fornecedor. Esta é uma forma de indicar seriedade e dedicação de tratar com os consumidores.

Uma dica é que durante a sua compra, vá salvando às páginas e informações de todo procedimento feito. É uma forma de garantir sua solicitação. Guarde com você, até receber seu pedido corretamente e com a certeza que estará livre de problemas.




Fui vítima, e aí?

Entre em contato com o site. Caso não resolvam o problema, acione a empresa no Procon. Se o seu cartão foi fraudado após a compra, a responsabilidade é do banco. Neste caso, o ressarcimento é inevitável. Após as compras, anote o número do protocolo de atendimento e solicite um comprovante da ação. Lembre-se: cabe a você tomar os cuidados antes de efetuar qualquer pagamento.

Previna-se

Mantenha o antivírus do seu computador sempre atualizado. Nunca abra e-mail com nome de bancos. As instituições financeiras não costumam se relacionar com seus clientes via e-mails. Na dúvida, entre em contato com sua gerência.  Se a compra puder ser por meio de boletos bancários, prefira a opção. Assim, você imprime e paga com segurança.

 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

E aí, vamos nos assumir?

Você é a encaracolada que não abre mão da progressiva e da chapinha, a gordinha adepta ao espartilho e modeladores, a branquela que paga todo mês para ganhar um bronze impecável, ou a menina com espinhas que exagera na base, no corretivo e maquiagem bem pesada para esconder os defeitinhos, que muitas vezes SÓ VOCÊ ENXERGA. Te pergunto: QUEM É VOCÊ DE VERDADE?


Marylin Monroe, ícone de beleza


Vou te contar uma coisa, você sabia que aquelas mulheres maravilhosas que causam uma sensação de “meu Deus como estou caída” que saem nas capas das revistas, elas são salvas pela Nossa Senhora do Photoshop? É pode parecer engraçado agora, mas a verdade é que aqueles corpões divinos foram esculpidos por algum profissional que entende muuuuito de photoshop. Pode acreditar em mim, como repórter, já estive cara a cara com grandes musas da televisão e as capas de revistas mais cobiçadas. Meninas elas são mulheres normais, assim como nós.

SIM, as mulheres normais somos nós, e por deixar-nos levar pelo padrão de beleza imposto pela mídia, aquele que NÃO EXISTE,viramos dependentes dos produtos de beleza que prometem nos transformar em divas. Mas sabemos que não é bem assim.

O pior é que com o passar dos anos, todo aquele cuidado e preocupação que você tinha em manter-se impecável, os estica-e-puxa dos cabelos, o estojo carregado de todos os tipos de maquiagem, que só ele pesava na sua bolsa. A mania de colocar modeladores na barriga, meias que apertam as coxas para não mostrar as celulites, e etc. Tudo isso podem virar os seus maiores vilões. Com o tempo você vai perceber que o seu cabelo já não tem mais brilho, balanço e está completamente destruído, isso se não caiu boa parte dele. Que seu rosto está mais envelhecido devido a quantidade de makes que você usava, que estouraram milhares de vasos no seu corpo de tanto que você o apertava e não o deixava “respirar”.

Faço um convite para você agora, e aí, vamos nos assumir?
Mostrar quem realmente somos, e o que temos de melhor?

Eu assumo, eu sou aquele tipo de garota, com um corpo normal, não sou gorda, mas não sou magra. Meus cabelos já perderam o brilho devido as agressões que já cometi contra ele, um mês castanhos claros, no outro negros. Tenho olheiras profundas, sardinhas e pequenas manchinhas na pele. E quer saber? É assim que eu me amo.

Para complementar este post, trago a vocês uma matéria ótima que li na revista TPM, edição de abril de 2010, da editora TRIP. LEIA E INSPIRE-SE.


Nudez sem castigo


Edição de abril 2010


Juliana, Michele, Thaisa, e Ariane toparam ser retratadas por um fotógrafo norte-americano totalmente desconhecido para elas. Despidas de roupa, vergonha, preconceito e photoshop, estas cinco brasileiras imprimem aqui seus padrões de beleza

POR Carol Sganzerla COLABOROU Jessica Grant | FOTOS Matt Blum

"Sou leitora assídua da Tpm porque nunca encontrei uma matéria que me causasse aquela sensação de mal-estar por ser como sou. Por isso, resolvi sugerir uma matéria. Hoje, fotografei com um artista chamado Matt Blum, que está em São Paulo fotografando para o The NuProject. Nesse projeto, ele busca a essência das pessoas e não só a beleza exterior, que estamos cansadas de encontrar em todo lugar. Ele me deixou super à vontade, a ponto de me esquecer que estava sem roupa. A sensação agora é que renovei minhas forças para uma vida inteira.”

A paulistana Michele Lerner escreveu esse e-mail para a Tpm tão logo fechou a porta de casa ao se despedir do fotógrafo Matt Blum, em fevereiro passado. Por uma tarde, ele a retratou, na presença do marido, nua – sem maquiagem, produção nem camuflagens. Assim como Michele, mais 11 brasileiras foram clicadas para o The Nu Project, projeto que o norte-americano iniciou há cinco anos, em Minneapolis, onde mora, para depois levá-lo para outras cidades do mundo. Por enquanto, fotografou cem mulheres, entre norte-americanas e francesas. Com a vinda ao Brasil, para um casamento no interior de São Paulo, Matt anunciou em sites que procurava protagonistas para o seu primeiro ensaio no país. Em 15 horas, recebeu mais de 500 solicitações. Entre as escolhidas, Juliana, Michele, Thaisa e Ariane.

Brasil, mostra sua cara

Agora, o que leva uma mulher comum a aceitar ser retratada nua por um fotógrafo nunca antes visto? Joana Vilhena de Novaes, autora de O Intolerável Peso da Feiura e coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da PUC-Rio, acredita que, embora o The Nu Project não tenha sido pensado especificamente para cada uma dessas mulheres, elas ganham uma exposição e uma repercussão que as fazem se diferenciar das demais. “Isso hoje tem um valor absoluto porque vivemos numa sociedade do espetáculo. Um corpo que não tem visibilidade é um corpo que não existe. Expondo-se, você confere a ele uma existência que, sendo gorda ou magra, é distinta”, explica Joana. “Por isso choveu gente querendo expor esse corpo. Numa cultura de massa, quem não quer algo que seja único?”

Esse talvez seja um dos motivos pelos quais projetos fotográficos como o de Matt ganham tanta repercussão na mídia. Ele não é o primeiro que vem ao Brasil atrás desse tipo de trabalho. O norte-americano Terry Richardson e o peruano Mario Testino, renomados mundialmente, já retrataram um Brasil “nu” por meio de suas lentes. O primeiro, autor do Calendário Pirelli 2010, que, por acaso, foi produzido no país, lançou, em 2007, Rio Cidade Maravilhosa, em que, entre figuras anônimas, registrou Luiza e Yasmin Brunet nuas. O segundo, figura importante no mundo da moda, dois anos depois publicou MaRio de Janeiro Testino, com imagens das atrizes Fernanda Lima e Alinne Moraes seminuas.

O projeto de Matt Blum foca mulheres comuns, longe de ser – ou de seguir – um padrão de beleza cultuado pela sociedade. “O interessante do trabalho dele é que cabe todo tipo de mulher: a magra demais, a gorda demais, a que tem marcas”, comenta Juliana Bertechini, uma das personagens brasileiras. Matt, de 28 anos, iniciou o projeto sem pretensões, fotografando pessoas comuns sem experiência na frente da câmera. “Procuro capturar detalhes de humanidade pura e não distorcida. Não há produção e, muito menos, falsa sexualidade”, explica.

Mas por que o Brasil? “Pensei que seria interessante tirar fotos de pessoas normais, já que todos vão ao país para fotografar modelos e praias do Rio de Janeiro”, esclarece. No ponto de vista de Joana Vilhena de Novaes, é interessante ver um Brasil fotografado “gordo”. “Sendo o país um cartão-postal de corpos sarados, esse projeto cumpre um papel social importante”, acredita. E, considerando que o autor vem da cultura norte-americana, em que Hollywood desacostuma nosso olhar aos feios, aos imperfeitos e aos velhos, só mostrando pessoas lindas, magras e jovens, Matt vai na contramão ao fotografar imperfeições. “É importante as pessoas darem uma arejada no discurso que segue no sentido de criminalizar a gordura”, conclui.


Juliana Bertechini, 32 anos, professora e tradutora

O maior desafio para esta paulistana que fala com as mãos e de sorrisão aberto foi, durante o ensaio, conter o riso. “Nunca fui retratada sem sorrir, sou expansiva. Mas descobri, vendo as fotos, que posso fazer um olhar, uma expressão que não conhecia. Me emocionei com o resultado”, conta Juliana, que segue blogs de fotografia e conhecia o trabalho de Matt Blum desde 2007. Vontade de posar para um ensaio de nu artístico ela já tinha, mas nunca pensou que pudesse fazê-lo por achar esse tipo de trabalho incomum no Brasil. “Aqui se leva muito para o erótico, queria um trabalho em que estivesse nua de alma”, conclui.

Você é feliz com o seu corpo? Nenhuma mulher é 100% feliz com seu corpo, sempre tive uma encrenca com a minha barriga. Mas não deixo de comer uma lasanha nem digo não para a cervejinha de sexta-feira. Adoraria poder colocar um vestido mais justo, mas não sou infeliz por isso. As pessoas levam a perfeição muito a sério.


Michele Lerner, 24 anos, artista plástica


Há menos de um ano, pouco antes de se unir ao primeiro namorado da vida, escutava: “Você não vai emagrecer para o casamento?”. Ela rebatia, indignada: “Isso não diz respeito a ninguém, só a mim”. Michelle viu seu corpo ser posto em discussão desde menina, quando participava de um grupo de dança folclórica judaica. “Sempre fui gordinha, baixinha, de cabelo preto e enrolado”, assume ela, responsável pela ideia desta reportagem. “O negócio dele é ver gente normal, muito diferente dos editoriais de moda, que mostram que a beleza está na magreza. Quando vi as fotos, um portal se abriu para mim. Não importa quanto eu pese, foi um tesão ver o resultado”, relata.

Que relação tem com seu corpo? Não me sinto fora dos padrões ao mesmo tempo que nunca pertenci a um padrão de estilo. Sempre gostei das coisas diferentes, tenho seis tatuagens. Mas claro que me incomoda não conseguir comprar qualquer roupa que queira e perceber aquele olhar crítico de alguém quando tomo uma Coca-Cola ou uma cerveja!



Thaisa Burani, 25 anos, editora de livros infantis


“Para quem eu sou bonita e para quem eu não sou bonita?”, questiona-se Thaisa há 25 anos. Dona de um corpo esguio e rosto delicado, ela cresceu ouvindo que deveria ser modelo. Só não dos pais, intelectuais de esquerda, que concordavam com a opinião da filha: “Sempre tive medo de submeter meu corpo ao mercado”, explica. Além disso, não queria expor suas cicatrizes espalhadas por peito, braço e abdome, oriundas de cirurgias do coração – ela tem uma doença congênita – e de seguidas internações. “Sempre me vi nessa linha tênue de estar dentro e fora do padrão de beleza. Dentro porque sou magra, alta e tenho um rosto bonitinho, mas fora porque tenho poucas curvas e muitas cicatrizes. Nunca me senti a gostosona."
 

Como foi se ver nas fotos? Gostei muito, porque você se ver no espelho nunca é igual a você se ver em uma foto, ainda mais sem maquiagem e sem Photoshop. Você se dá conta da visão que os outros têm de você.


Ariane Lins, 38 anos, empresária

Ariane chegou de Manchester, na Inglaterra, onde mora há seis anos, para passar três meses de férias no Rio de Janeiro, com vontade de se submeter a uma lipoaspiração. Conforme foi frequentando as praias cariocas, começou a perceber no corpo de outras mulheres tudo aquilo que incomodava no seu. “Não era nada que me impedisse de viver”, brinca a capixaba. Ao mesmo tempo, soube pela mãe, que mora em Nova York, que Matt estaria no Brasil e realizaria o The Nu Project. “Gostei muito da proposta porque ele consegue tirar a beleza do feminino, você não precisa ser necessariamente uma mulher bonita para os padrões”, explica.

Como foi ser uma das personagens de Matt? Fiquei orgulhosa por ter tido coragem de fazer as fotos consciente de que não teria nenhum retoque. Sabia que estava me expondo, mas percebi que realmente não tinha por que me esconder, afinal, é como se as lentes de Matt captassem o seu interior.


Posted on quarta-feira, junho 13, 2012 | Categories:

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Mein Kampf (Minha Luta) - Um livro de Adolf Hitler


theconversation.edu.au
Antes de qualquer coisa, quero deixar claro que não sou a favor das ideologias de Hitler. Digo isto antes de julgamentos.

Estudantes mesmo sabem bem que é muito comum que a leitura do livro Mein Kampf, seja recomendada em faculdades, em diversos cursos, geralmente a disciplina de sociologia faz essa recomendação. Não é para menos. O livro é uma baita lição política, o entendimento e percepção das ideias que Hitler possuía e os motivos de suas atitudes (não que sejam justificáveis), começam a ficar claras na mente do leitor.

Logo abaixo incluo algumas “curiosidades” sobre Adolf Hitler contidas no livro, que a maioria das pessoas nem imaginam. Vale a pena ler!


Hitler nasceu na cidade de Braunau Am Inn, localizada na Áustria.


Ainda jovem Hitler traçava ideias, era estudioso e possuía um intelectual avançado pela sua pouca idade. Ganhava destaque quando o assunto era inteligência.


“...As correrias ao ar livre, a longa caminhada para a escola, as relações com rapazes extremamente robustos – o que  muitas vezes causava à minha mãe os maiores cuidados – esses hábitos me poderiam preparar para tudo, menos para uma vida sedentária. Embora, mal pensasse seriamente sobre a minha futura vocação, de nenhum modo as minhas simpatias se dirigiam para a linha da vida seguida por meu pai. Eu creio que já nessa época meu talento verbal  se adestrava nas discussões com os camaradas.” (Página 10)


“Assim como meu pai via na posição de pároco de aldeia o ideal na vida, a mim também a situação de abade pareceu a aspiração mais elevada. Pelo menos temporariamente isso se deu.” (pg. 11)


Era de grande vontade do pai de Hitler, que ele seguisse seus passos e se tornasse funcionário público. “Nunca, jamais, em tempo algum, eu seria funcionário público.” (pg. 12)


Hitler possuía dom para o desenho. “... Aos 13 anos. Como isso se deu, não sei bem hoje, mas um dia pareceu-me claro que eu deveria ser artista, pintor.” (pg. 13)


“Eu respeitava meu pai, mas por minha mãe tinha verdadeiro amor.” (pg. 19)


“Obstáculos existem não para que capitulemos diante dele, mas para os vencermos.” (pg. 22)



É irônico pensar que um alguém como Hitler, acreditava mesmo em Deus. Mas sim, ele acreditava, mas definitivamente sua hermenêutica bíblica não foi inteligente. “A natureza sempre se vinga inexoravelmente de todas as usurpações contra o seu domínio. Por isso, acredito agora que ajo de acordo com as prescrições do Criador-Onipotente. Lutando contra o judaísmo, estou realizando a obra de Deus.” (pg. 53)



Sinopse

Mein Kampf (em português Minha Luta) é o título do livro de dois volumes de autoria de Adolf Hitler, no qual ele expressou suas ideias antissemíticas, nacionalistas e racialistas, então adotadas pelo partido nazista.


O primeiro volume foi escrito na prisão e editado em 1925, o segundo foi escrito por Hitler fora da prisão e editado no ano seguinte. Mein Kampf tornou-se um guia ideológico e de ação para os nazistas e também atualmente os neonazistas, sendo chamado de "Bíblia Nazista". É importante ressaltar que as ideias propostas em Mein Kampf não surgiram com Hitler, originaram-se em teorias e argumentos então correntes na Europa.


Na Alemanha nazista era uma exigência não oficial possuir o livro, porém, devido ao seu tamanho, muitos alemães na realidade, não o leram. Para se casar os noivos precisavam de um exemplar do livro, todos os estudantes o recebiam na sua formatura em todos os colégios.


É importante notar que a flexibilidade conotativa e contextual dalíngua alemã da palavra "Kampf", que traz diversas possibilidades de traduções do título para o português. A palavra também pode ser traduzida como "luta", "combate", ou até mesmo como "guerra" o que é evidenciado por vários exemplos como os nomes alemães de diversos tanques ("Panzerkampfwagen", "Veículo de guerra blindado") ou por números de bombardeiros ("Sturzkampfflugzeug", "Avião bombardeiro de guerra").


Muitos ainda acham "Minha Luta" a tradução correta, porém, de acordo com o texto, Hitler descreve as várias tribulações que ele e seu movimento experimentaram durante seus primeiros anos. Precedentes para essa tradução podem ser encontrados em títulos de outras obras literárias da época como "Der Kampf ums Recht" (A luta pela Justiça), de Rudolf von Ihering.


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Camiseta é fashion

A consultora de imagem Fernanda Doná explica como a sua camiseta básica, pode te deixar estilosa

Por Joyce Barreto Chicon

Ísis Valverde ganhou um ar
de menininha sapeca com a peça básica
Criativas, modernas e muitas vezes são as queridinhas da mulherada, principalmente das mais jovens. Essa peça coringa do seu guarda-roupa é tão versátil que fica linda até em uma super produção. Escolha uma camiseta que combine com seu estilo, e monte um look criativo.

As camisetas são ótimas para qualquer ocasião, proporciona um ar descontraído, mas ao mesmo tempo pode deixar você elegante. "A camiseta é uma peça básica, mas que pode ser usada com tudo, short, saia, calça e leggins. O importante é ficar atenta e não exagerar nas informações, por exemplo, se você usa uma camiseta com estampas coloridas, esqueça calças brilhosas, com muitos bolsos, ou outros detalhes que carregam o look. Opte por algo reto e de preferência sem mistura de cores", explica a consultora de imagem Fernanda Doná.

É possível encontrar nas lojas camisetas personalizadas que dão uma aparência mais romântica, comportada ou até mais chique mesmo.

Camiseta nas cheinhas
São tantas as opções de estilo que fica fácil escolher uma que valorize o corpo. Na hora da compra escolha modelos mais acinturados, com caimentos suaves. As manguinhas devem ficar até o meio do braço, pois disfarçam as gordurinhas dessa região. Se fizer questão de estampas, opte pelas mais discretas. Evite camisetas justas que possam marcar muito o corpo e qualquer peça com drapeado, esse estilo aumenta ainda mais a silhueta.

Magrinhas
Fique atenta para não escorregar no modelo.As camisetas largas devem ser evitadas, assim impede que a roupa modele o corpo. Escolha as baby looks, modelos drapeados, e com caimento leve são boas pedidas para compor seu look.

Ombros de fora
Geralmente possuem um tecido mais leve que as demais, o caimento nos ombros deixa o look mais sensual, mas é preciso saber combinar, e por formar um visual mais descolado, é bom evitá-la em compromissos mais formais. Cintos fininhos modernizam o visual.

Acessórios
Muita calma nessa hora! Lembre-se que o excesso de informações na produção pode transformar o look em um desastre. "Se a camiseta possui estampas e cores quentes, o mais apropriado é usar brincos pequenos e nada pesados, colares ou pulseiras, evite usar tudo junto", aconselha a Fernanda.

Sempre coordene as cores das bijus, por exemplo, se os brincos são prateados, pulseiras e colares também devem ser. Os cintos ganharam força na moda de uns tempos pra cá, mas não é por isso que você vai exagerar e colocar um ultracinto por cima da camiseta, o correto é destacar seu look e apenas dar um toque com os acessórios, o cinto deve ser fino e muito discreto, fivelas largas, nem pensar.

Se você é uma adepta a pulseiras, deve ser discreta também nesse itém, esqueça aquelas que por onde você anda faz barulhos como pequenos sinos.

Acessórios no cabelo também devem ser simples, um brilhinho tudo bem, uma rosa imensa você sai de moderna para brega. Seja sempre discreta e destaque apenas a peça principal do seu look.


Use, abuse e arrase


Skyland, R$74,50 -
SAC (11) 3064-6633 


Flor de Coral, R$ 44,90 -
SAC (11)3596-7181






Camiseta rosto, Shemil

R$ 40,00. (11) 3222 8357

Camiseta com estampa perfume, Shemil
R$ 37,50. (11) 3222 8357



Camiseta circo, Dzarm
R$ 79,00. SAC 0800 473 114

Camiseta zíper, Dzarm
R$ 69,99. SAC 0800 473 114
Posted on sexta-feira, junho 01, 2012 | Categories:

terça-feira, 22 de maio de 2012

Por que é tão difícil ser Monógamo?

Filme: De repente é amor

Monógamo =Aquele que tem uma só esposa ou um só marido
Polígamo = Quem tem mais de um cônjuge ao mesmo tempo

Na 1ª temporada e no 7º episódio do seriado Sex and the city, a grande questão abordada pela personagem Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), é a monogamia. Muitas perguntas e dúvidas foram levantadas durante todo episódio.

“Será que os homens têm aversão inata à monogamia, ou é mais do que isso?”

Ainda com tantas possibilidades em uma grande metrópole, com tantas opções do que fazer e tantas pessoas para conhecer. “Ser Monógamo é pedir muito?”

“É chato ser monógamo?”

Ou simplesmente é mais prazeroso ser polígamo?

“A monogamia está fora de moda?” Ainda que você fique com uma pessoa, o fato de querer ficar apenas com ela, e até namorá-la, é confundir os sentimentos?

Então, talvez seja por isso que hoje existe o termo P.A. (Pau Amigo), é isso mesmo, aquele negócio de ficar, beijar e transar com um amigo, e tudo sem compromisso nenhum. Assim, ninguém carrega o peso de ter que dar satisfação, de repente se surgir a oportunidade de ficar com aquela mulher maravilhosa na balada, ou com aquele cara fenomenal que desfila no corredor da empresa. Sem problemas, afinal é só uma “ficada com o amigo” mesmo. E porque não, vamos curtir a vida, certo?

Mas ainda tenho minhas dúvidas, não sei, muitas vezes vejo as pessoas por aí falando sobre moralidade, respeito, caráter e tudo o mais. Sem contar com aqueles que adoram falar sobre o que é certo e o que é errado.

Mais estranho ainda, é quando vejo a mulherada conversando sobre os homens. Aliás, me surpreende que elas julguem tanto eles quando os mesmos resolvem falar de sexo ou das mulheres gostosas que circular perto deles. Afinal, já houve pesquisas mostrando que as mulheres falam muito mais de sexo do que os homens, e elas já estão até mais cara-de-pau, e cheeeia das atitudes também. Para que esperar eles chegarem nelas com conversinhas fiadas, elas podem muito bem fazer isso e de uma maneira mais surpreendente até, dificilmente alguma leva um fora, e se leva também, eles viram gay para toda a rodinha de amigas dela. Eu posso falar tudo isso, afinal, sou mulher e tenho amigas bem modernas também.

Mas voltando para a monogamia, ou poligamia se preferir. Um fato é: ...Homens e mulheres, se não tem um compromisso sério, um namoro oficial ou algo do tipo, que mal há em ser polígamo?

Responda-me você.

Ser monógamo, é chato?



Acredite se quiser, mas ser fiel ainda é um pré-requisito para àqueles que querem assumir algo sério. Sim, por incrível que pareça ainda existem pessoas que procuram um grande amor, que queira viver uma vida inteira com ele (a), e assumir uma relação de verdade, cheia de costumes do passado, um deles é a fidelidade. E cá entre nós, com tanta modernidade por aí, em relação aos namoricos, algo assm é até admirável.

Quantos de vocês já não ouviu dizer que namorar ou ser casado é perca de tempo, claro, com tantas coisas para ser exploradas por aí, ficar com uma pessoa só é besteira. Já que este é um texto opinativo, posso dizer o que eu penso sem problema algum.

É muito legal poder sair com os amigos para vários lugares, conhecer muitas pessoas diferentes, ficar sem compromisso, e confesso que ser solteira (o), é algo gratificante, todo o tempo é nosso e podemos fazer o que quiser, sem ninguém pegando no nosso pé, não é mesmo?

Mas sinceramente, eu acho prazeroso ter uma pessoa do seu lado que realmente vale a pena, e que só essa pessoa te satisfaz de forma que você se sinta única (o), de maneira que nenhuma daquelas centenas que você saia fazia. E você se sinta também, feliz e que perceba que finalmente é importante para alguém, e não da sua mãe que estou falando.

“Em uma cidade com possibilidades infinitas, às vezes, não existe coisa melhor do que saber que você só tem uma”, Carrie Bradshaw em Sex and The City.



Quanto custa ser monógamo?

Filme: Diário de uma paixão

É, o assunto é sobre fidelidade. Ter uma só pessoa na sua vida e sentir-se feliz por isso. Dá para imaginar?
Vou voltar a ser piegas e brega para alguns. Mas depois que você conhece alguém que te faz sentir completa, você se fecha para outras opções, que na verdade não acrescentaram nada na sua vida e nem significado teve. Sim, porque pela primeira vez você será importante, e essencial para alguém. E olha que mágico, este alguém, será também especial para você. A vai, pára, a sua vida não vai ser monotona, e sem graça por isso, a menos que você seja um porre e não aceite as mudanças. Aí meu querido (a), o problema é com você. Então, porque não se dá uma chance e se permita mais?

Poligamia, já!



É mais fácil, parece mais prazeroso, envolve aventuras, é tentador, não acha? É um caso a mais, e você é só mais um (a) também.

É necessário mesmo viver de tudo, passar por inumeras situações, até porque a vida é mesmo uma escola, e tudo vale como eternas lições, basta você querer aprender.

No nordeste se ve mtos homens com mais de uma mulher e tds cientes, tive um prof. Desembargador aposentado que disse que nao morreria sem ver legalisada a poligamia se ate a uniao estavel de pessoas do mesmo sexo foi legalizada.”
Rodrigo, 30 anos

Você sabia que em alguns países nos quais é algo normal os homem terem mais de uma mulher, essas mesmas lutam contra a poligamia? Creio que não seja algo mesmo muito agradável.


Monógamo ou Poligamo, eis a questão...






“Eu nunca namorei, nunca quis, nem conheci ninguém que eu gostasse tanto para pedir em namoro. A única vez que fiquei muito tempo com alguém, durou 5 meses, e eu ficava também com outras pessoas, mas é normal eu aproveito a minha vida e estou bem assim, quando tiver que encontrar alguém, naõ vai ser planejado.”
Fábio, 27 anos

“Já namorei algumas vezes, mas já fui traído e já traí. Sempre brigavamos, eu acho que se não existe respeito ou se não gostar de verdade. Não da certo a relação. E acho mais difícil as pessoas querer algo sério hoje em dia.”
Bruno, 25 anos

“Já aproveitei muito a minha vida de solteira, namoro há 4 anos e nós pretendemos construir uma vida juntos, eu acho que depois que você encontra alguém que vale mesmo a pena. Deve valorizá-lo, desde que seja reciproco. Me sinto apaixonada todos os dias, estou satisfeita e isso me basta.”
Luciana, 29 anos

“Eu acho um assunto complicado, porque enquanto uns desejam ter alguém para a vida toda que a valorize e vice-versa, o outro pode não ter o mesmo pensamento, isso é algo delicado porque pode ferir os sentimentos das pessoas. Mas eu sou a favor da monogamia, acho importante reconhecer o valor que as pessoas tem.”
Aline Oliveira, 24 anos

“Todo mundo já traiu, ou já foi traído. Ou seja, todos já provamos um pouco da poligamia, é bom no início porque é sempre uma nova aventura. Mas depois é fato que você vai sentir um grande vazio.”
Adilson, 28 anos

“Penso que seja uma questão cultural, Não acho a poligamia algo hediondo, mesmo em nossa cultura, mas deve haver compreensão de ambos os lados, mas prezo e quero para mim uma vida monógama.”
Nilton Morimoto,

“Acredito que esse termo “poligamia”, seja uma desculpa e um nome menos agressivo para uma promiscuidade e orgia. Se o cara diz que quer um relacionamento fixo com várias mulheres, chega a ser bizarro. Eu dou valor ao modo tradicional, a monogamia.”
Victor Teixeira, 24 anos

“Eu desejo um único parceiro para minha vida, que sejamos só nós dois. Mas se acontece de ele não ter interesse e mostrar que só quer curtir a vida, então teremos um problema. Há muitos homens que mostram que não estão nem aí, e saem com várias mulheres ao mesmo tempo. Estão na fase de curtição sempre.”
Regina, 24 anos

“ Eu acho engraçado ouvir de mulheres que os homens são os maiores cafajestes que existem no mundo, sendo que muitas delas são completamente vulgares, fazem de tudo para se exibir para qualquer um que exale um cheiro masculino. Prova disso, você vai em qualquer balada, e temos um grupo de mulheres usando vestidinhos cubinhos, agarrados, quase penetrando no corpo, com pernas de fora, quase sempre são tomara-que-caia, um enorme salto que nem elas conseguem se equilibrar, e andam como patas, cabelos chapados e nem elas conseguem assumir quem realmente são, escravas da chapinha e maquiagem. São ótimas para satisfazer o desejo de qualquer cara afim de transar. Mas andar de mãos dadas com uma pessoa assim é vergonhoso. Eu gosto de mulher que acima de tudo se da valor. São bonitas sem forçar nada. Eu levo a sério a monogamia, e acho hipocrisia quando mulher fala que homem não presta e não vale nada.”
Diego, 28 anos

“Monogamia: impraticavel nos dias de hoje!
Lucas Massari, 23 anos


Filme: Diário de uma paixão