sábado, 26 de outubro de 2013

Cemitério da Recoleta - Buenos Aires

Nos posts anteriores, falei sobre a viagem a Buenos Aires que meu namorado e eu fizemos nessas férias, falei sobre “A crise da Argentina” e comecei a falar em como foi a “viagem para Buenos Aires”. 

E prometi que falaria sobre todos os detalhes que mais chamaram a atenção na viagem.

Aqui falo sobre o Cemitério da Recoleta, que foi um dos mais incríveis passeios que fizemos muito rico em conhecimento e bem curioso também.

Cemitério da Recoleta - Buenos Aires
Cementerio de la Recoleta assim falam os portenhos. O Cemitério foi inaugurado em 1822 no harmonioso e nobre bairro da Recoleta. Flores cercam o cemitério, na entrada um jardim verde que recebe os visitantes. A mistura da flora com a beleza arquitetônica é um convite para conhecer o que há de tão especial dentro do cemitério.

Quando falamos de “cemitérios” algumas pessoas mostram repulsa, porque já imaginam o ambiente e cenas fúnebres, mas não estamos falando de um cemitério simples, no qual o movimento lá dentro é para condolências, ou cerimônias funerárias. Falo de um cemitério que carrega aulas riquíssimas da história argentina. Além de obras artísticas de deixar qualquer um admirado e esquecer que está dentro de um cemitério.

Assim como o cemitério da Consolação em São Paulo, o Cemitério da Recoleta em Buenos Aires possui grande influência francesa, e em suas instalações existem a maior parte das famílias aristocratas da Argentina.

Lá, muitos mausoléus são famosos e alguns turistas vão direto a procura dessas, como:

Eva Perón

Eva (Evita) Duarte de Perón (1919-1952), considerada a defensora dos trabalhadores, esposa do general Juan Domingo Perón.

Luis Federico Leloir (1906-1987), cientista ganhador do prêmio Nobel de Química de 1970.

José Hernández (1834-1886), reconhecido peta e político.

Miguel Cané (1851-1905), escritor e advogado.

Victória Ocampo (1891-1979), escritora e editora.

Victória Ocampos
 Nicolás Avellaneda (1837-1885), foi presidente da Argentina 
entre 1874 e 1880. Além de advogado e jornalista.

 Adolfo Bioy Casares (1914-1999), escritor de obras famosas, também escreveu com outros autores de peso no país.

Miguel Juárez Celman (1844-1909), foi presidente da Argentina e advogado.

Cosme Argerich (1758-1820), primeiro mestre de estudos médicos da Argentina. 

Blanca Podestá (1889-1967), atriz e produtora enterrada no jazigo familiar García Velloso.
Cosme Argerich

Carlos Maria de Alvear (1789-1852), soldado que lutou pela independência americana.

Alejandro Vicente López y Planes (1785-1856), autor do hino nacional da Argentina.

Juan Andrés Gelly Y Obes (1815-1904), chefe do Estado-Maior do Exército da Argentina na guerra do Paraguay.





Além de milhares de outros nomes famosos e muito importantes da história da Argentina.

Lá, tiramos algumas fotos incríveis do cemitério, e vou compartilhar com vocês!

Para ver em tamanho original, clique sob a foto.




















No próximo post, falarei sobre o mausoléu que entre todos me chamou mais atenção, e fiz questão de pesquisar detalhes sobre toda a história da italiana Liliana Crociati. Vocês entenderão porque.

Então... Até o próximo post amigos blogueiros...



Posted on sábado, outubro 26, 2013 | Categories:

sábado, 7 de setembro de 2013

Para sempre minhas musas

Eternas musas.
Porque me inspiro em mulheres de verdade, com beleza própria, talentosas, com mil defeitos, sem photoshop, sem mimimi, sem vulgaridade... Simplesmente elas, lindas do jeito delas,sensuais como nunca mais existirá. Todas muito peculiares, inteligentes e fizeram histórias, não se importando com o que o mundo diria sobre elas, sobre seus defeitos, problemas, vícios, polêmicas e o que fosse.

Elas eram autenticas: tristes e felizes, risonhas e choronas, meigas e indelicadas, apaixonantes e desprezíveis... Sempre majestosas e ORIGINAIS, sempre elas mesmas!

Não tem como não amá-las. Mulheres com M maiúsculo...
Mulheres em crise que souberam brigar com a vida.

Dignas de admiração e inspirações.
Essas são eternas!

Edith Piaf

Ella Fitzgerald

Anne Sexton

Marilyn Monroe

Judy Garland


Bessie Smith

Jane Russell


Porque resolvi escrever sobre essas incríveis MULHERES?
Me inspirei em uma leitura fantástica indicada pela minha analista, que hoje esse livro virou o meu de cabeceira: "Mulheres que correm com lobos" de Clarissa Pinkola Estés.

Em uma certa página, as minhas musas apareceram, e amei ainda mais a minha leitura, vou citar abaixo os trechos.

Janis Joplin

 Janis Joplin, uma cantora de blues da década de 60, é um bom exemplo de uma mulher braba cujos instintos se viram prejudicados por forças alquebradoras do espírito. Sua vida criativa, sua curiosidade inocente, seu amor pela vida, sua atitude irreverente para com o mundo durante os anos do seu crescimento eram impiedosamente criticados pelos seus mestres e por muitos dos que a cercavam na comunidade batista de meninas brancas ‘bem-comportadas’, no sul dos Estados Unidos.

Embora fosse excelente aluna e pintora talentosa, era repudiada pelas outras meninas por não usar maquiagem e pela vizinhança por ouvir jazz e gostar de escalar uma formação rochosa fora da cidade para ficar lá cantando com seus amigos. Quando afinal fugiu para o mundo dos blues, era uma pessoa tão carente que não sabia mais dizer quando era a hora de parar. Ela não tinha limites no que dizia respeito a sexo, bebidas ou drogas.


Há algo em Bessie Smith, Anne Sexton, Edith Piaf, Marilyn Monroe e Judy Garland que apresenta o mesmo padrão de instintos prejudicados pela fome da alma: a tentativa de ‘se ajustar’, a tendência à intemperança, a possibilidade de parar. Poderíamos trazer uma longa relação de mulheres talentosas de instintos feridos que , num estado de vulnerabilidade, fizeram escolhas infelizes...”


Presente para os seus ouvidos:

Janis Joplin's Greatest Hits - Full Album



Edith Piaf - Padam Padam



Judy Garland - Get Happy




quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Canecas porta-biscoito, um mimo!

Sabe quando você encontra o objeto certo, aquele que se encaixa com seus gostos, é ótimo, não é? Navegando na internet em meio a algumas pesquisas encontrei o tipo de coisa que despertou aquela famosa sensação: “Isso foi feito pra mim”
Antes de ver as coisinhas fofas que quero compartilhar com vocês, e tenho certeza que vão adorar, vou explicar...
Faz um tempo, eu aprendi apreciar alguns chás, pesquisar sobre a funcionalidade de cada tipo, e adaptei no meu dia-a-dia. Consequentemente fiz de uma xícara legal a minha preferida.
Outra coisa que adoro e acho combina com tudo e todos os momentos, são cookies, aquele bolachão de baunilha com gotinhas de chocolate mesmo. É tudo tão simples, mas é esse o meu momentinho de simplicidade mais feliz.
E olhaaa, encontrei um mimo ideal para pessoas que adoram juntar essas duas coisas...
Canecas porta-biscoito/ Mugs
Fonte: Etsy


Fonte: Mocha


Fonte: Uncommongoods


Fonte: Uncommongoods




Fonte: Entresuelo



Fonte: Pinterest



Fonte: Pinterest

São adoráveis, não são?

Até o próximo post
Posted on quinta-feira, agosto 22, 2013 | Categories:

sábado, 20 de julho de 2013

Feliz dia do amigo!

Neste post decidi dedicar uma passagem fantástica de um dos livros mais marcantes da minha vida "O pequeno príncipe" a todos meus verdadeiros amigos.

Aos que realmente lerem espero que não precise de palavras e textos explicativos para que entendam o motivo dessa passagem, tenho certeza que entenderão perfeitamente, principalmente o quanto são importantes para mim. 

Aos que me CATIVAM:


E foi então que apareceu a raposa:
- Boa dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.

Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
- Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?- Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
- É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
- Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.

A raposa pareceu intrigada:
- Num outro planeta?
- Sim.
- Há caçadores nesse planeta?
- Não.
- Que bom! E galinhas?
- Também não.
- Nada é perfeito, suspirou a raposa.

Mas a raposa voltou à sua ideia.
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol.
Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não
como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor
de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o
barulho do vento no trigo...

A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...

No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu
começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.
- Que é um rito? perguntou o principezinho.
- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias!

Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Quis, disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! disse o principezinho.
- Vou, disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada!
- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.

Depois ela acrescentou:
- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.

Foi o principezinho rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.

E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o para-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.

E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...

- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.



O livro: 
O pequeno príncipe
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Editora: Agir
91 páginas


Livro de criança? Com certeza!
Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi.
O pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância. De repente retorna os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordações. O reencontro, o homem-menino.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

O lado bom da vida

Costumo classificar meus livros como: “pesados”, “os fantásticos”, os de “cabeceiras”, os “light para descanso”, os “professores”, os “terapeutas”, “livros chacoalhões” (são aqueles que te faz acordar pra vida de alguma forma), os “conselheiros”, enfim, são muitos.
Este eu classifico como “light para descanso” com um “Q” de “conselheiro”.

Ganhei este livro de presente de aniversário de uma amiga, as palavras dela “Eu li a sinopse e pensei: É este!”. E ela acertou. Agora que finalizei a leitura posso dizer, me senti um pouco “Pat” (personagem principal), e quando eu era apenas eu “Joyce” lendo o livro, parecia que ele falava diretamente comigo. E vocês vão saber, porque copiei trechos significativos e colei logo abaixo.


Gostei, é uma leitura rápida e gostosa. Recomendo!



Livro: O lado bom da vida
Autor: Matthew Quick
Editora: Intrínseca
Gênero: literatura Estrangeira
254 páginas

*O livro que inspirou o filme*

Sinopse
Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados".

Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.

À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que "é melhor ser gentil que ter razão" e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez.

Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.

Trechos que me aproximaram mais ainda da leitura




E agora que terminei minha leitura, estou autorizada a assistir ao filme, espero que seja bom igual!


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Vou devanear, mas na praia...

Praia Maranduba - Ubatuba - São Paulo

É o momento de espairecer,
De relaxar a mente,
Descansar o corpo e curtir outros ares,
Colocar as ideias e os pensamentos em ordem.
Sentir a areia,
Olhar para frente e ver o mar,
Ouvir o som das ondas
ligado à natureza.

É um bom começo para alinhar a vida.
E que os ventos tragam tranquilidade,
Eu vou para a praia.

Até o próximo post...

sábado, 27 de abril de 2013

Essência




O tempo passa, a gente cresce e amadurece.
Aprende milhões de coisas com a vida.
Ao decorrer desse aprendizado levamos muitos tombos, mesmo com certa dificuldade, a gente aprende a levantar.

Em alguns momentos e para certas decisões precisamos ser mais maleáveis, sensatos e coerentes, em outros, mais fortes e resistentes.

Aprendemos a ter equilíbrio e seguir novos caminhos.

Com tantos altos e baixos somos obrigados a fazer escolhas, e nossa personalidade se autodefine.
Todas as lições da vida nos transformaram no que somos. E são essas lições que nos diferenciam das outras pessoas, e assim nos tornamos únicos.

Fator que faz algumas pessoas gostarem de você pelo o que você é, e outras simplesmente não são compatíveis.

E isso jamais deve influenciar em nada em nossas vidas. Devemos cultivar as relações de amizade, amor, carinho e afeto com aquelas que estão sempre juntas de nós. E jamais desejar o mal das que não nos querem por perto, apenas seguir caminhos opostos, pois ninguém é obrigado a conviver com ninguém.

A vida é assim.
Isso acontece comigo, com você e com todas as outras pessoas.
Mas uma coisa eu posso afirmar, foram tantas coisas e tantas mudanças. E eu nunca perdi a essência de quem eu sempre fui!

(Joyce Barreto Chicon)
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

De olho nas lentes de contato


Seja para corrigir a visão ou melhorar a aparência, é bom lembrar: sem prescrição médica e higiene necessária, elas podem danificar se tornar grandes vilãs


Elas são as queridinhas quando o assunto é melhorar a aparência, isso para os que necessitam do óculos. Muitas vezes o grau das lentes corretoras é alto, e se um indivíduo não gosta de usar o acessório, recorre às lentes de contato.

Mas também se tornam adornos da beleza, há aquelas pessoas que tem o desejo de vez ou outra desfilar com olhos verdes, azuis, castanho claro. Ou ainda são ótimas opções em festas à fantasia, pois muitas lentes de contato possuem efeitos personalizados.

Mas a verdade é que lentes de contatos não são para qualquer pessoa, existem uma infinidade de tipos no mercado óptico, mas sem prescrição médica e também uma boa higiene, ao invés de ajudar, ela prejudica o usuário.

Doenças oculares
Mesmo com a prescrição de um profissional, as lentes de contatos exigem extremo cuidado. Se mal armazenada, ou exposta a poluição, se não desinfetada corretamente, ela pode causar problemas como conjuntivite, inflamações oculares, perfurações na córnea e outros problemas ainda maiores.

Foi o caso da estudante Myrian Almeida, 22 anos, que teve inflamação na superfície ocular causada por uma lente cosmética. “Queria mudar a cor dos olhos, mas a embalagem não tinha qualquer informação sobre os cuidados. Apesar de usar o líquido adequado para a lavagem e conservação no estojo, elas deram fungos causando ardência e coceira nos meus olhos”, relembra Myriam, que precisou recorrer a um oftalmologista para resolver seu problema.


Venda sem prescrição é crime
Assim como os óculos de grau que encontramos em barracas de camelôs e em farmácias, vender lentes de contato sem prescrição médica é antiético.
E mais, o uso das lentes cosméticas e decorativas, sem prescrição médica é absolutamente condenado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, pela Sociedade Brasileira de Lentes de Contato e pela Sociedade Brasileira de Oftalmologia, avisa o oftalmologista Renato Fernandes da Clínica Oftalmo Day Tijuca, especialista em cirurgias de catarata e de córnea.

Segundo ele, existem vários tipos de lentes: As corretivas que são usadas em pacientes com alguma doença ocular. As cosméticas são pintadas para fins estéticos e visam mudar a cor dos olhos ou encobrir imperfeições na região ocular. As decorativas que, além de encobrir a íris, podem ser do tipo esclerais, ou seja, que se apoiam na parte branca dos olhos, são as mais perigosas. Elas dão a impressão de que o olho está preto ou vermelho. Podem causar uma série de problemas como conjuntivite e inflamações.


Lentes, somente em lojas especializadas!
Hoje em dia até pela internet você consegue comprar, mas o azar é só seu.
Lentes de contatos e óculos de grau se compra somente em lojas especializadas no assunto. Lá você encontra marcas confiáveis, produtos oftalmologicamente testados, e de boa qualidade.

É verdade que algumas vezes a internet e lojas não especializadas vendam lentes por preços bem inferiores, isso se torna tentador. Mas o preço que você pode pagar mais tarde é maior, tanto no bolso, quanto pela saúde.


Vai aderir? Tome nota!
O oftalmologista chama atenção também para outros cuidados necessários antes do uso da lente: Pacientes que têm doenças de superfície ocular como olho seco severo, pouca lágrima e superfície ocular muito irritada precisam primeiro tratar essas alterações para depois colocar a lente de contato. Fernandes lembra ainda que é preciso fazer a assepsia correta para evitar complicações geradas pelo uso indevido das lentes de contato: Estar com as mãos limpas no momento da colocação e da retirada do produto, trocar diariamente o líquido que conserva a lente no estojo, utilizar soluções limpadoras adequadas para a lavagem e desinfecção, e não dormir utilizando as lentes.


para revista 7dias




Posted on sexta-feira, abril 19, 2013 | Categories: